Barcelos a um passo da história

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Cabeçalho modalidadesNuma tarde ensolarada em Itália e num PalaBarsacchi muito bem composto, Sarzana e Barcelos enfrentaram-se naquela que foi a primeira meia-final da Taça CERS. Durante cinquenta minutos muito equilibrados, italianos e portugueses esgrimiram argumentos, mas o Óquei foi mais forte, tendo vencido por 3-1 e garantido o bilhete dourado para a final de amanhã.

O jogo teve uma fase inicial equilibrada, com as duas equipas a estudarem-se e, por isso, as oportunidades de fazer as redes de alguma das balizas balançar tardavam em surgir. A primeira grande chance pertenceu ao Sarzana, visto que beneficiou de um livre-direto, livre esse que surgiu de um cartão azul, algo exagerado, mostrado a Luís Querido. Sergio Festa, o grande especialista da equipa italiana, começou por permitir a defesa de Ricardo Silva e na recarga acertou no ferro.

Em situação de superioridade numérica, o Sarzana não conseguiu abrir o ativo. No entanto, muito devido a Ricardo Silva que, com duas defesas de grande nível, manteve o 0-0.

As duas equipas defendiam bem e as poucas seticadas de meia distancia que iam existindo eram a única forma de chegar a qualquer uma das balizas.

Por volta dos quinze minutos de jogo, o jovem craque Alvarinho, saltou do banco do Barcelos e agitou bastante o encontro. Pouco depois de ter entrado, criou um desequilibro que deixou Reinaldo Ventura isolado no interior da área italiana e acabou por sofrer uma falta para grande penalidade. Contudo, o próprio Ventura não conseguiu bater Simone Corona.

O Barcelos a aumentou o ritmo e começou a seticar por mais vezes à baliza, obrigando o guarda-redes italiano a mostrar-se. Nesta fase, Alvarinho sofreu uma falta para livre-direto à entrada da área da equipa italiana. Foi ele, um dos vários especialistas barcelenses, a assumir a marcação do respetivo lance e não desperdiçou, fazendo o 1-0 para o campeão em título. A resposta do Sarzana não demorou e através de uma grande penalidade, Borsi restabeleceu o empate. Todavia, este novo empate também não durou muito, pois Reinaldo Ventura, com uma seticada rasteira, voltou a colocar o Óquei na frente.

Os golos animaram e tornaram o jogo mais aberto, o que provocou um aumento do numero de oportunidades para cada lado, mas até ao intervalo o resultado não se tornou a alterar. O Barcelos vencia de forma justa por 2-1.

Diogo Nunes
Diogo Nuneshttp://www.bolanarede.pt
Adepto ferrenho do Benfica, o Diogo deixou de sofrer golos nos rinques de Hóquei em Patins, a sua modalidade de eleição, para passar a descrevê-los em artigos.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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