França 4-3 Portugal: Franceses entram com patim direito na Taça Latina

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O intervalo fez bem à seleção nacional, pois, regressou dos balneários com um ritmo e atitude diferentes, mas mesmo assim, no ataque ainda continuavam a existir algumas falhas, o que limitava as chances de Portugal criar perigo junto à baliza de Keven Correia. Desta forma, começavam a surgir as stickadas de meia distancia de Gonçalo Nunes. Stickadas que já deram títulos à seleção.

Disputados cerca de onze minutos da segunda parte, Remi Herman cometeu a 10ª falta da França. Alvarinho foi o escolhido para a conversão do livre-direto, mas acabou por enrolar a bola ao poste esquerdo.

O tempo ia correndo e nada mudava. Numa partida muito equilibrada, a França continuava a ser mais objetiva e a estar mais perto de marcar, enquanto que Portugal continuava com problemas no ataque. Não conseguindo criar oportunidades de golo.

A dez minutos do final, foi a vez de Portugal cometer a sua 10ª falta. Carlo Di Benedetto, foi chamado à conversão do livre-direto, mas não conseguiu bater o guarda-redes lusitano.

Já dentro dos derradeiros cinco minutos de jogo, numa fase de tu cá, tu lá, Portugal, com a Luís Sénica a colocar “toda a carne no assador”, ficou perto do empate, mas uma stickada de Gonçalo Pinto acertou em cheio no poste. Pouco depois, numa jogada começada por Gonçalo Nunes, Alvarinho voltou a levar a bola aos ferros da baliza francesa. Volvidos alguns segundos, Gonçalo Nunes viu um cartão azul, em virtude de falta cometida sobre Remi Herman. Desta feita, foi Roberto Di Benedetto o eleito por Fabien Savreux para a conversão do livre-direto e ao contrário do seu irmão, bateu Pedro Freitas e aumentou a vantagem da França para 4-2. Logo a seguir, no seguimento de uma infração feia cometida por Vieirinha, surgiu a 15ª falta de Portugal. Este lance aqueceu os ânimos em pista e tanto Vieirinha como Roberto Di Benedetto viram cartão azul. Desta vez foi Antoine Le Berre a ser o selecionado para a conversão da bola parada e ficou perto de um enorme golo, não tivesse a bola ultrapassado o limite de altura permitido.

Não marcou a França, marcou Portugal. Alvarinho reduziu a desvantagem para 4-3, quando faltavam dois minutos para se jogar.

Com menos de trinta segundos para final e após uma situação em que Carlo Di Benedetto seguiu isolado para a baliza portuguesa, a França beneficiou de uma nova grande penalidade. Remi Herman não conseguiu marcar. Segundos depois, apareceu a 20ª falta de Portugal. Roberto Di Benedetto regressou à marca do livre-direto, mas não conseguiu repetir o lance do quarto golo. No seguimento do lance, a França cometeu a sua 15ª falta. Alvarinho assumiu a marcação do livre-direto, mas não conseguiu bater Keven Correia que, assim, garantiu a vitória francesa.

Vitória mais do que justa da França por 4-3 que foi a melhor equipa em pista durante grande parte dos cinquenta minutos de jogo, sendo muito perigosa no ataque e organizada a defender. Portugal, por sua vez, entrou com o patim esquerdo na Taça Latina, tendo realizado uma exibição para esquecer e que o que o deixa a depender de terceiros para conquistar esta prova pela terceira vez consecutiva.

No jogo de abertura da 29ª edição da Taça Latina, a Espanha esteve muito forte e derrotou a Itália por 6-2.

O calendário da Taça Latina para sábado é o seguinte:

17h30-Portugal vs Espanha

19h30-Itália vs França

Equipas

França: Keven Correia (GR), Quentin Podevin, Bruno Di Benedetto, Roberto Di Benedetto e Carlo Di Benedetto

Jogaram ainda: Remi Herman e Antoine Le Berre

Banco: Lilian Debrouver (GR), Nathan Gefflot e Fabien Barengo

Portugal: Pedro Freitas (GR), Alvarinho, Vieirinha, Gonçalo Pinto e Gonçalo Nunes

Jogaram ainda: Gonçalo Meira, Carlos Loureiro, Pedro Batista e Luís Melo

Banco: Alejandro Edo (GR)

Diogo Nunes
Diogo Nuneshttp://www.bolanarede.pt
Adepto ferrenho do Benfica, o Diogo deixou de sofrer golos nos rinques de Hóquei em Patins, a sua modalidade de eleição, para passar a descrevê-los em artigos.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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