O pragmatismo do hóquei leonino

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O Sporting terminou este sábado a senda vitoriosa que registava no Campeonato Nacional de Hóquei em Patins. Cedeu um empate frente aos rivais do Sport Lisboa e Benfica no Pavilhão João Rocha, num jogo de nervos, com ambas as equipas a jogarem um hóquei do mais alto nível.

Mas esse empate e consequente término da invencibilidade leonina no campeonato não pode ofuscar o registo de maturidade que esta equipa dos leões apresenta esta temporada. É uma equipa com processos de jogo consolidados, onde a circulação de bola transparece o espírito de equipa que se vivencia no plantel verde e branco. O Sporting é uma equipa que não inventa, tem jogado um hóquei pragmático, objetivo e, sobretudo, de elevado espírito coletivo. Este pragmatismo é, talvez, a marca principal do treinador leonino, Paulo Freitas, que incute na equipa princípios de jogo assentes na circulação de bola mas tendo sempre como objetivo o golo e a vitória final. E é isso que todos querem: jogadores, treinadores e adeptos.

O ambiente esteve frenético no Pavilhão João Rocha Fonte: Bola Na Rede
O ambiente esteve frenético no Pavilhão João Rocha
Fonte: Bola Na Rede

Os leões do hóquei são diferentes dos da época passada – o que é curioso, uma vez que são praticamente os mesmos. Mas estão mais ferozes este ano, comem logo as feras, não perdem muito tempo a mastigá-las, algo que era característico da época transata. Foi aliás esse mastigar que nos custou derrotas em alguns jogos fulcrais do campeonato.

Mas, retomando o início, o Sporting perdeu hoje o registo de invencibilidade que registava até ao encontro com os rivais do Sport Lisboa e Benfica. Mas talvez o mais importante seja o facto de continuar ainda na frente do pelotão do campeonato apesar desse “deslize”. E, mais importante ainda, são os princípios de jogo pragmáticos que os Leões apresentam e que vieram para ficar. Porque de teóricos estamos todos fartos. Queremos é o pragmatismo dos golos e das vitórias!

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal

Simão Mata
Simão Matahttp://www.bolanarede.pt
O Simão é psicólogo de profissão mas isso para aqui não importa nada. O que interessa é que vibra com as vitórias do Sporting Clube de Portugal e sofre perante as derrotas do seu clube. É um Sportinguista do Norte, mais concretamente da Maia, terra que o viu nascer e na qual habita. Considera que os clubes desportivos não estão nos estádios nem nos pavilhões, mas no palpitar frenético do coração dos adeptos e sócios.                                                                                                                                                 O Simão escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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