Um desafio recorrente lançado às pessoas ligadas ao ténis é a “construção” daquele que seria o melhor jogador, somando as qualidades de todas as estrelas que passam e passaram pelos courts. Devido à dificuldade do exercício, e à injustiça em que iria incorrer no caso de colocar todos os jogadores no “mesmo saco” decidi separar as águas e debruçar-me, primeiro, sobre o ténis e os seus protagonistas mais recentes. Por isso, aqui vai aquele que para mim seria o mais completo dos atletas, ponto a ponto, entre os atletas que brilharam de 1990 para a frente.
Serviço:
Fonte: Mark Conrad Photography
Pete Sampras – O norte-americano, nascido em 1971 é, sem margem para dúvidas, um dos grandes nomes do Hall of Fame do ténis mundial. Do alto dos seus 1,85 metros, Pete foi protagonista de uma geração executando de forma quase irrepreensível o serviço-rede que, desde então, é cada vez mais uma raridade quer no circuito profissional, quer nos escalões de formação. Muito graças ao seu serviço tão explosivo como colocado, Sampras logrou vencer 2 edições do Australian Open, 5 US Open e… 7 edições de Wimbledon.
Estudante de Economia em Aarhus, Dinamarca e apaixonado pelo desporto de competição, é fervoroso adepto da Académica de Coimbra mas foi a jogar ténis que teve mais sucesso enquanto jogador.
O Henrique escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Uma delegação internacional da FIFA avaliou as condições e os projetos de melhoria dos dois maiores estádios de Lisboa. A comitiva segue agora para o Porto.
Alisson Santos foi o jogados do mês para o Nápoles eleito pelos adeptos. O extremo brasileiro emprestado pelo Sporting teve impacto imediato nos italianos.
Liam Rosenior saiu em defesa de Pedro Neto na sequência do incidente envolvendo o internacional português e o apanha-bolas no jogo entre PSG e Chelsea.
O Benfica não vai poder contar com Nicolás Otamendi e Enzo Barrenechea no encontro deste sábado, frente ao Arouca. Os dois jogadores não seguiram viagem com a equipa encarnada.