Um desafio recorrente lançado às pessoas ligadas ao ténis é a “construção” daquele que seria o melhor jogador, somando as qualidades de todas as estrelas que passam e passaram pelos courts. Devido à dificuldade do exercício, e à injustiça em que iria incorrer no caso de colocar todos os jogadores no “mesmo saco” decidi separar as águas e debruçar-me, primeiro, sobre o ténis e os seus protagonistas mais recentes. Por isso, aqui vai aquele que para mim seria o mais completo dos atletas, ponto a ponto, entre os atletas que brilharam de 1990 para a frente.
Serviço:
Fonte: Mark Conrad Photography
Pete Sampras – O norte-americano, nascido em 1971 é, sem margem para dúvidas, um dos grandes nomes do Hall of Fame do ténis mundial. Do alto dos seus 1,85 metros, Pete foi protagonista de uma geração executando de forma quase irrepreensível o serviço-rede que, desde então, é cada vez mais uma raridade quer no circuito profissional, quer nos escalões de formação. Muito graças ao seu serviço tão explosivo como colocado, Sampras logrou vencer 2 edições do Australian Open, 5 US Open e… 7 edições de Wimbledon.
Estudante de Economia em Aarhus, Dinamarca e apaixonado pelo desporto de competição, é fervoroso adepto da Académica de Coimbra mas foi a jogar ténis que teve mais sucesso enquanto jogador.
O Henrique escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Diogo Dalot fez um balanço dos tempos ao serviço do Manchester United. O lateral português deixou muitos elogios para o novo treinador, Michael Carrick.
O Al Ula de José Peseiro bateu o Al Arabi e subiu provisoriamente ao segundo lugar da segunda divisão da Arábia Saudita. Michael e Danilo Barbosa marcaram os golos.
O Vitória SC confirmou todos os detalhes relativos às negociações concluídas no mercado de janeiro. Ejike Opara foi o único reforço para a equipa principal.
O percurso de Álvaro Arbeloa no Real Madrid foi analisado pelo diário Marca. O jornalista Raul Varela fez revelações sobre o trabalho dos jogadores do clube.