Um desafio recorrente lançado às pessoas ligadas ao ténis é a “construção” daquele que seria o melhor jogador, somando as qualidades de todas as estrelas que passam e passaram pelos courts. Devido à dificuldade do exercício, e à injustiça em que iria incorrer no caso de colocar todos os jogadores no “mesmo saco” decidi separar as águas e debruçar-me, primeiro, sobre o ténis e os seus protagonistas mais recentes. Por isso, aqui vai aquele que para mim seria o mais completo dos atletas, ponto a ponto, entre os atletas que brilharam de 1990 para a frente.
Serviço:
Fonte: Mark Conrad Photography
Pete Sampras – O norte-americano, nascido em 1971 é, sem margem para dúvidas, um dos grandes nomes do Hall of Fame do ténis mundial. Do alto dos seus 1,85 metros, Pete foi protagonista de uma geração executando de forma quase irrepreensível o serviço-rede que, desde então, é cada vez mais uma raridade quer no circuito profissional, quer nos escalões de formação. Muito graças ao seu serviço tão explosivo como colocado, Sampras logrou vencer 2 edições do Australian Open, 5 US Open e… 7 edições de Wimbledon.
Estudante de Economia em Aarhus, Dinamarca e apaixonado pelo desporto de competição, é fervoroso adepto da Académica de Coimbra mas foi a jogar ténis que teve mais sucesso enquanto jogador.
O Henrique escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
A lenda do AC Milan, Andriy Shevchenko, falou sobre a adaptação de Rafael Leão a uma nova posição no ataque da equipa, destacando as dificuldades do processo.
Memphis Depay, substituído ainda na primeira parte do empate entre Corinthians e Flamengo (1-1), esteve envolvido numa polémica ao ser apanhado no banco de suplentes a utilizar o telemóvel durante a segunda metade do jogo.
Zinédine Zidane tem um acordo verbal com a Federação Francesa de Futebol para suceder a Didier Deschamps no comando da seleção francesa. O jornal 'Le Parisien' avança que a troca deverá acontecer logo após o final do Mundial 2026.