A Fonte arrisca, mais uma vez, na Challenge Cup

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A Associação de Jovens da Fonte do Bastardo (AJFB) – referindo-me à equipa de seniores masculinos da ilha Terceira, nos Açores – conta, com esta época, três participações consecutivas na Challenge Cup, uma prova que se realiza com um “elenco” constituído por vários clubes europeus e cuja estreia foi em 1980/1981 (então denominada CEV Cup).

Diria “arriscar”, pois apenas em 2012 a Fonte conseguiu um apuramento para os dezasseis-avos de final e este ano já conta com uma derrota em casa, perante o Euphony Asse-Lennik da Bélgica. A AJFB defronta Quarta-feira, no Sportcomplex Molenbos, na Bélgica, o Euphony Asse-Lennik, em jogo da segunda mão da 2.ª Ronda da Fase de Qualificação da Challenge Cup.

AJFB x Euphony Asse-Lennik, jogo disputado até aos limites ("negra")  http://ajfontebastardo.blogspot.pt
AJFB x Euphony Asse-Lennik, jogo disputado até aos limites (“negra”)
Fonte: ajfontebastardo.blogspot.pt

A situação desejada agora (bem como o consequente apuramento para os tão desejados dezasseis-avos de final) é a de vencer o próximo jogo por 3-0 ou 3-1; se derrotarem os belgas pela margem mínima, terão de disputar um set de desempate (Golden Set).

A Fonte do Bastardo mostrou um certo “impasse” este ano, com uma derrota por 3-2 na Supertaça com o Benfica e uma vitória que os isolou na primeira posição do campeonato, por 3-0, também com o Benfica. Se a vantagem para o marcador voltasse no próximo confronto, sem a necessidade de chegar à margem mínima entre sets, era meio caminho andado para uma participação mais tranquila (e bem preparada) nos dezasseis-avos.
São sempre bons estes balanços no marcador favoráveis à Fonte, especialmente como forte representante dos terceirenses, e daqueles que gostam de voleibol nas nove ilhas dos Açores.

Para o capitão da seleção portuguesa, João José, uma boa prestação nesta primeira época na equipa insular e na participação na Challenge traria ainda mais pontos a favor no seu currículo desportivo. Na fase dos primeiros treinos realizados na Terceira, João José destacou este facto e considerou que esta seria uma boa época. No contexto nacional já se pôde confirmar isso; resta agora esperar por uma boa prestação de novo, tanto do capitão da seleção portuguesa como dos atuais detentores das forças de ataque e bloco da Fonte, como por exemplo Lucas Gregoret ou Gilson França.

Não só como açoriano, mas principalmente como apoiante do único representante português na prova, espero, por agora, pelos dezasseis-avos – o resto logo se vê. O voleibol por vezes tem destas inconstantes que se resolvem ou acima dos 2,40m da rede ou nos jogos em que a defesa sobressai com chão a ser “varrido” – é isto que traz espetacularidade ao jogo!

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