Rui Vitória vai para o seu segundo dérbi, em casa, frente ao Sporting. O primeiro, como se sabe, não lhe correu de feição. O Benfica perdeu por uns absolutamente abissais e entristecedores três a zero. Mas Rui Vitória sabe o que é ganhar em casa ao Sporting. Ora vejamos.

Logo na época de estreia no principal escalão do futebol português, Rui Vitória, então treinador do Paços de Ferreira, começou a época de 2010/2011 com um triunfo em casa frente ao Sporting, com um golo de Mário Rondón. Não está mau.

Depois do Paços, seguiram-se quatro épocas de Guimarães. Na primeira de todas, derrota em casa frente aos leões, com golo aos sete minutos de Diego Capel. Lembram-se, verdes e brancos, do “Mochilas”?

Nova época e, tal como em 2010, arranque em casa frente à equipa de verde, desta vez com um nulo no marcador. Apenas desinteressante. Na época seguinte, nova derrota por zero a um, com ajuda de Slimani aos noventa, mas a cereja de Vitória sobre o Sporting vem no ano 2014/2015.

O Vitória de Guimarães, na última época em que o vila-franquense foi treinador no berço, recebeu e venceu por três a zero, com golos de Saré, um autogolo de Maurício, e um golo do agora portista e personificação daquele sketch dos Gato Fedorento, onde uma criança foi baptizada no cume de uma montanha e por isso o seu segundo nome é igual ao primeiro, André André.

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Olhando para a estatística, são duas vitórias, três derrotas, a do ano passado, e um empate. Ou seja, um registo não muito inspirador. Infelizmente, já sei que o Miguel não vai estar particularmente confiante para o jogo de domingo, mas, sendo eu fruto de uma nova geração que supostamente é diferente da anterior, acredito que Rui Vitória vai fazer esquecer estas duas derrotas mais recentes e ajudar o Benfica a conquistar três importantes pontos, em casa, frente ao Sporting.

Foto de Capa: SL Benfica