Paz aos seus golos

- Advertisement -

benficaabenfica

Nunca foi tão difícil começar um texto. Não por falta de ideias, mas por excesso delas. Entre os três em Tel-Aviv, quatro em Anfield, os cinco no Dragão, o murro do Kelvin com direito a joelhos e choro, agressões a jogadores e polícias e trocas de Aimar pelo Djaló, a oferta jesuíta é muita. Seria preciso não um texto, mas uma tese para mostrar todas as humilhações oferecidas por Jorge Jesus. Os mesmos erros ontem, hoje e amanhã. Dói vê-lo dizer que a prioridade é o campeonato e depois lançar um dispensado a jogo para poupar o André Almeida para a Champions. Só um visionário consegue ver em Cortez um jogador de futebol e em Gaitán um lateral-esquerdo. Errar uma vez, todos erram. Errar duas, desculpa-se. Errar três é burrice e quatro é demência. Até a demência o Jesus já conseguiu passar. Lamento, porque este narcisista podia ser bom treinador, mas a sua arrogância cega-o e cinge-o às suas ideias e preconceitos. E o resultado disto é o que já todos conhecemos.

Procura-se este clube
Procura-se este clube

Foi-se a exigência e com ela levou o Sport Lisboa e Benfica. Paz à alma deste clube, paz aos seus golos e eterno descanso para o suor das papoilas saltitantes. O clube já não tem alma, os golos já não entram e muito menos as papoilas saltam. Os adeptos soltam um sorrateiro “é uma vergonha” e reiteram assertivamente que “isto tem de mudar”, enquanto o Cortez anda por ali a fazer-nos corar de vergonha e implorar pelo Melgarejo. Bem vistas as coisas, o Cortez não é mais do que o espelho de quem nos lidera para o abismo: burro e não sabe mais. Este clube está a deixar-se arrastar numa morte lenta e agoniante. Outrora o mais democrático em Portugal, hoje está sujo por imberbes que nem saberão quem foi Cosme Damião. Imberbes que reprimem a voz contestatária (au-to-ri-ta-ris-mo) e ofendem os próprios sócios que os elegeram.
Há uns dias vimos os adeptos do Porto a contestar a equipa que tinha voltado a perder um jogo no campeonato, ao fim de quase dois anos. Agressividade excessiva? Talvez. Mas estavam lá, há exigência e cultura de vitória. Tudo corpos estranhos ao Benfica, que prefere emaranhar-se em escutas, arbitragens e má sorte. O benfiquista acomodou-se, fica contente por estar nas decisões sem as ganhar, porque antes nem lá estávamos. Afinal, o nosso estimado Presidente dizia há uns meses que estávamos “perto de ter a hegemonia do futebol português”. Todo o mérito a ele, já que o primeiro lugar no campeonato da vergonha ninguém nos tira. Só vão mesmo acordar quando o Sporting acabar à nossa frente.

Subscreve!

Artigos Populares

Ultrapassou Samuel Eto’o e entrou na história do Mallorca

Vedat Muriqi passou a ser o melhor marcador do Mallorca na La Liga, ultrapassando o registo de Samuel Eto'o.

Juventus paga 46 milhões de euros por jogador que não entra nos planos: avançado é para sair no verão

A Juventus pagou os 46 milhões de euros da cláusula de opção de compra de Lois Openda, que se transformou em obrigatória.

Florentino Pérez fala aos sócios e pede apoio: «Vocês são a força do Real Madrid»

Florentino Pérez falou aos sócios do Real Madrid no passado domingo. O presidente dos merengues elogiou a união do clube.

Vitória SC cancela conferência de imprensa de António Miguel Cardoso

O presidente do Vitória SC, António Miguel Cardoso, desmarcou a conferência de imprensa agendada para esta segunda-feira devido a um «compromisso inadiável».

PUB

Mais Artigos Populares

José Mourinho atento à formação do Benfica: Gonçalo Moreira é o sétimo jogador da cantera lançado pelo treinador

Gonçalo Moreira passou a ser o sétimo jogador da formação do Benfica a ser lançado por José Mourinho na equipa principal.

Franclim Carvalho responde com otimismo ao empate do Botafogo frente ao Coritiba: «Fizemos muito para ganhar o jogo»

Franclim Carvalho valorizou a atitude do Botafogo no 2-2 contra o Coritiba e garantiu que a equipa está no caminho das vitórias.

Um golo, três pontos, Sevilha no horizonte| Braga 1-0 Arouca

O SC Braga venceu o FC Arouca por 1-0, num jogo que disse tanto sobre o presente… como sobre o que vem a seguir. O Braga entrou com bola, como habitualmente.