Última horaJorge Jesus sobre as escolhas de António Silva e Geovany Quenda: «Quero que se adaptem às ideias que tenho para a Seleção»
Publicidade

Uma estátua para o Sr. Capitão!

Tomás Gomes · 2 min

Uma estátua para o Sr. Capitão!
Fonte

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

sl benfica cabeçalho 1

O que fazer com Luisão? Esta é uma pergunta que muito provavelmente está a moer a cabeça a Rui Vitória e a Luís Felipe Vieira, e que tem sido assunto na praça pública das redes sociais. Já pesa a idade ao capitão e outros, mais novos, chegaram e conquistaram um lugar no eixo da defesa. Será que se pode sentar Luisão? Claro. Será que se deve transferir Luisão? Claro, que não! E uma estátua? Porque não?

Deixem-se de devaneios, Luisão não pode sair do Benfica. O central brasileiro está há 14 anos na Luz. 14! É o grande símbolo do nosso clube no século XX. Que disparate é esse de sequer ponderar deixar sair esta figura? Mais. Eu digo que Luisão deve ficar e que lhe deve ser renovado o contrato. Mais. Que depois de ele terminar a carreira que integre a equipa técnica do Benfica, como acontece com Shéu Han.

Luisão e Shéu festejam juntos o 'tri' Fonte: Facebook Oficial Luisão
Luisão e Shéu festejam juntos o ‘tri’
Fonte: Facebook Oficial Luisão

Este não é o Luisão que sempre conhecemos e isso, talvez, deixe os adeptos reticentes. Talvez este não seja o Luisão que cabeceou para o título em 2004/2005, talvez este não seja o capitão que no bicampeonato de Jesus cortou tudo o que havia para cortar. As suas pernas podem não estar bem oleadas, pode não ter a resistência e precisão de outros tempos. É verdade. Mas meto as mãos no fogo por ele quando digo que aposto que a sua voz está mais afinada do que nunca. Que os seus gritos de união e de incentivo ecoam no balneário a decibéis nunca antes conhecidos. Que a suas palavras penetram o peito dos mais jovens e os enchem de encarnado.

Se não forem jogadores como Paulo Lopes ou Luisão, quem vai ensinar aos recém-chegados a importância e a responsabilidade de utilizar o manto sagrado? Perdemos o Gaitán, o nosso vice-capitão, saiu o Renato e continuamos a ver jogadores como Jardel, Jonas e Salvio a serem apontados como ‘transferíveis’. Sem pilares, sem grandes figuras, sem jogadores que conhecem o clube – a história do clube! -, e se ‘esfolam’ para deixar tudo em campo pelo Benfica… Então nada feito. Seremos o que foi o FC Porto há 3 anos: craques e jovens promessas. Mas e o fio condutor? O amor ao emblema?

Luisão continuará a erguer os troféus!  Fonte: Facebook Oficial Luisão
Luisão continuará a erguer os troféus!
Fonte: Facebook Oficial Luisão

Não podemos perder o nosso capitão. Ele tem de estar ou no banco, ou no balneário ou em campo. Seja a terceira ou quarta opção. Que só jogue nas taças. É indubitável que, em condições normais, o centro da defesa deverá pertencer a Jardel e Lindelof. É natural. Alguém teria de lhe suceder. Mas nem por isso a sua voz deve desaparecer. Nem agora nem nunca. O Luisão é a maior figura do Benfica deste século e um dos capitães mais relevantes da história encarnada.

Tomás Gomes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Sporting

Será o princípio do princípio do fim de Varandas?

Nesta segunda-feira, o Sporting de Frederico Varandas e Rui Borges divorciaram-se. Um acontecimento que seria impensável na pré-temporada, seria percetível no dia seguinte à final da Taça de Portugal de maio passado e não acontecendo nessa altura, já se insinuava há algumas semanas. Foi mais um episódio gerido de forma "estranha" por Frederico Varandas dentro do dossier dos treinadores, mais um caso que faz perguntar qual é afinal o projeto desportivo do Sporting e mais uma aposta de risco para o banco. Tudo culmina num sucedâneo de acontecimentos (futebol e extrafutebol) que faz os sócios e adeptos verde e brancos se questionarem um pouco sobre a posição e estatuto do seu Presidente e se os mesmos serão tão incontestados como pareciam até há bem pouco tempo.

Jorge Afonso · 10 min de leitura
Ler a crónica
Braga

Aarhus 0-0 Braga | Uma viagem à Dinamarca com pouco para contar

Há empates que valem mais do que o resultado sugere. Este não parece ser um deles. O Braga regressou à Dinamarca para defrontar o Aarhus, na terceira jornada da Conference League, mas voltou a deixar a sensação de que ficou aquém daquilo que podia e devia apresentar. Num encontro em que tinha a oportunidade de dar continuidade ao triunfo frente ao Gent e aproximar-se dos lugares de qualificação direta, a equipa de Franclim Carvalho revelou dificuldades para transformar a iniciativa em verdadeiro perigo ofensivo. A equipa minhota entrou em campo com a responsabilidade de assumir o jogo perante um adversário que ainda procurava a primeira vitória na competição. O Braga procurou ter bola e encontrar espaços numa organização dinamarquesa que não facilitou a tarefa aos visitantes. O Aarhus apresentou-se bem estruturado, dificultou a circulação dos arsenalistas e conseguiu retirar-lhes espaço nas zonas onde normalmente procuram fazer a diferença.

Samuel Pinho · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.