Volta, Guedes, estás perdoado!

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Gonçalo Guedes deixou o Benfica neste mercado de inverno, tendo rumado para a capital francesa, Paris, para representar o Paris Saint-Germain. O jovem português vinha a protagonizar exibições de elevada qualidade de águia ao peito e meteu muitos tubarões europeus atentos ao antigo camisola 20 dos encarnados. Consumada a decisão, o rapaz, que para muitos era visto como sobrevalorizado, saiu para o clube francês em janeiro por 35 milhões de euros. O Benfica encheu os cofres com esta transferência e o PSG ganhava um ativo jovem e de grande potencial para o plantel.

O Benfica apresentava, já desde muito cedo esta época, um boletim clínico de lesionados considerável. Até há bem pouco tempo, os encarnados, embora contassem com seis pontas de lança na equipa, viam-se reduzidos a     dois ou três, limitando as opções a Rui Vitória. Guedes foi um dos mais ativos, ganhando depressa um lugar de destaque na frente ofensiva do clube da Luz. Após a sua saída, já o boletim clínico ficava mais leve, dando assim continuidade aos bons resultados que apareciam com Guedes no onze. Mas será que ficou tudo igual?

Fonte: PSG
Fonte: PSG

Ninguém pode negar que a primeira metade da época, o Benfica era a equipa que mais bem sabia jogar em Portugal. Mesmo com tantas lesões, havia sempre um substituto à altura para fazer exatamente o que o outro estava lá a fazer e a qualidade de jogo, ora mantinha-se, ora aumentava. Salvo raras exceções, o Benfica sabia jogar, tinha opções, mesmo quando as lesões as limitavam.

Agora, a quebra que tanto se previa acontecer nos encarnados parece ter aparecido. No entanto, esta prolonga-se por mais tempo do que aquilo que era suposto. Uma equipa de tamanho calibre, tem de manter as rédeas na mão com todos os cavalos, sem nenhuma vez se deixar cair, apesar de se permitir um balanço na cela.

Foto de Capa: SL Benfica

Pedro Afonso Estorninho
Pedro Afonso Estorninhohttp://www.bolanarede.pt
Desde pequeno que o Benfica faz parte da vida do Pedro Estorninho. Avô e pai benfiquistas deixaram-lhe no sangue a chama das águias. A viver nos Açores nunca teve muitas oportunidades de ver o clube ao vivo, mas os estudos trouxeram-no à capital, onde pode assistir de perto aos jogos do tricampeão. A paixão pela escrita sempre foi algo dentro dele que nunca conseguiu mostrar e surge agora a oportunidade de juntar o melhor dos dois mundos.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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