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Bessa Futebol Clube: o novo emblema da Invicta

Diogo Pires Gonçalves · 1 min

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Através de um comunicado publicado na página oficial do Boavista FC, os “axadrezados” anunciaram a criação de um novo clube que já entra em competição na presente temporada.

O acordo entre a SAD e o clube visa um “crescimento a médio/longo prazo” e passará, essencialmente, pela capacidade de reter produtos da formação das “panteras”, o que não se verificou no passado.

Como se lê no comunicado, o clube da cidade do Porto celebrou vários protocolos com outros emblemas e essa foi a razão que levou à dispersão de verbas aquando das transferências milionárias destes atletas para outros clubes.

Os casos mais conhecidos dos axadrezados são os de Bruno Fernandes e André Gomes, atletas que saltaram entre clubes até à afirmação. O médio leonino dividiu a sua formação entre ADR Pasteleira e Boavista FC, até que se mudou para Novara para representar o emblema local.

O caso do médio portuense é semelhante, tendo dividido a sua formação entre FC Porto, Boavista FC, ADR Pasteleira e, finalmente, SL Benfica. O Bessa FC vem acabar com este “carrossel de formação” e garante o talento das “panteras” junto do emblema principal.

Os dois médios internacionais portugueses serviram de exemplo para a nova medida dos axadrezados
Fonte: Sporting CP / Everton FC

Além do talento ao dispor do plantel principal, o Boavista FC assegura, no caso de uma futura transferência avultada, a verba relativa ao mecanismo de solidariedade da UEFA por ser o clube formador.

Ora, quer seja com o produto da formação a render no plantel principal, quer seja a receber os dividendos económicos de uma transferência, esta é uma “win-win situation” para as “panteras” da Invicta e devia ser levada com atenção pelos demais emblemas; para repetir, se correr bem, para melhorar se o resultado não for o desejado.

O Bessa FC vai competir na 2ª Divisão Distrital da Associação de Futebol do Porto com duas equipas destinadas aos atletas sub-15 e sub-17.

Foto de Capa: Boavista FC

Revisto por: Jorge Neves

 

 

 

 

 

Diogo Pires Gonçalves

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