Quo vadis Nacional? ou: A Lei de Murphy não é só um clichê

- Advertisement -

Cabeçalho Futebol Nacional2002 foi o ano que marcou o regresso do CD Nacional à elite do futebol português, onze anos depois da última presença na I Divisão. José Peseiro – em estado de graça na Choupana – era então o treinador e o plantel continha os desconhecidos Rossato, Paulo Assunção e Adriano Louzada, além de Jokanović, Ivo Vieira e Filipe Gouveia – futuros técnicos na Primeira Liga. O presidente era, desde 1994, Rui António Macedo Alves, um dos grandes obreiros da ascensão do Nacional. 15 anos volvidos, o clube alvinegro vê-se despromovido ao segundo escalão e o homem que durante duas décadas fora visto como figura intocável é agora apontado como o rosto do fracasso. Na formação do plantel, na abordagem aos maus resultados e nas trocas de treinadores, vários foram os erros que marcaram a última campanha do clube e o somatório acabou por mostrar-se fatal. Diz a Lei de Murphy que “se algo pode correr mal, vai correr (mesmo) mal” e o Nacional versão 2016/17 revelou-se prova real do adágio. Poucos previam no início do campeonato o desfecho que se acabou por verificar, numa época em que os madeirenses conheceram três treinadores diferentes. O annus horribilis da turma insular foi mesmo penoso a todos os níveis, acabando a equipa com a pior defesa e o pior ataque, tudo culminado com a descida de divisão.

Marco António Milho
Marco António Milhohttp://www.bolanarede.pt
Nascido no Funchal, licenciou-se em Ciências da Comunicação, antes de passar pela redação do Diário de Notícias da Madeira. Dividido entre a rádio e a escrita, é amante incorrigível do jornalismo, do cinema, da história e do desporto em geral, onde o futebol e o basquetebol ocupam o lugar de destaque.                                                                                                                                                 O Marco escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Subscreve!

Artigos Populares

Alejandro Rego assina novo contrato com o Athletic Club até 2030

Alejandro Rego prolonga o vínculo com o Athletic Club após uma temporada de estreia em que somou 41 jogos.

Mário William assina contrato profissional com o Sporting

Mário William, de 16 anos, formalizou o primeiro vínculo profissional com o Sporting após uma temporada de sucesso.

João Oliveira é o primeiro reforço do Belenenses

O avançado João Oliveira, assinou por duas épocas pelo Belenenses, clube onde regressa após ter concluído a formação nos juniores.

Carolina Correia despede-se do Torreense, com Fiorentina como destino

A defesa Carolina Correia deixa o Torrense após três temporadas de ligação, com a transferência para a Fiorentina em negociações avançadas.

PUB

Mais Artigos Populares

FPF distribui verba recorde de 8,5 milhões de euros aos clubes da Primeira Liga

A FPF anunciou a distribuição de uma verba a clubes da Primeira Liga sem participação nas competições europeias em 2025/26.

César Peixoto no Wolves | Missão: regresso à Premier League

Os Wolves das West Midlands vão voltar a disputar o Championship, nove épocas após a última subida à Premier League.

Pau Víctor relembra experiência na equipa principal do Barcelona: «Flick pediu ao Lewandowski para ser como o meu pai»

Pau Víctor analisou a sua temporada de estreia ao serviço do Braga e relembrou a passagem pela equipa principal do Barcelona.