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Depois de uma vitória tardia por dois golos na primeira mão, os arsenalistas podiam encarar com maior tranquilidade o caseiro jogo decisivo para passar à próxima eliminatória da Liga Europa. Ainda assim, era preciso não descartar um adversário perigoso, ainda para mais lembrando o fiasco da época transata em que se deixou surpreender em casa e ficou pelo caminho na Europa logo à primeira batalha.

Num quarto de hora inicial com um par de situações de perigo para cada lado destacaram-se mais os visitantes. Num estilo de jogo estruturado e agradável de ver, o seu foco era a troca de bola de pé para pé e conseguiram assim criar mais espaços na defensiva bracarense, mas o trio ofensivo mostrava algum desacerto no último momento das jogadas.

No entanto, de pouco valeria esta entrada mais forte. Aos 19’, Palhinha aproveitou uma sobra de defesa dinamarquesa para rematar colocado e não só inaugurar o marcador, como colocar o adversário numa missão praticamente impossível se ainda quisesse dar a volta à eliminatória.

Apesar de se continuar a aproximar da baliza à guarda de Matheus, o Brondby acusou um pouco o golo e o Braga aproveitou para começar a pressionar mais alto, forçando erros no adversário. E, com este encostar às cordas dos visitantes, os arsenalistas chegariam mesmo ao segundo antes do intervalo, com um belo pontapé de André Horta à entrada da área.

A segunda metade manteve essa tónica do Braga por cima na partida e o terceiro golo esteve muito perto, logo a abrir, tanto por um cabeceamento de Paulinho a centímetros da baliza como com um estouro à barra de Wilson.

Wilson falhou dos 11 metros, mas Paulinho aproveitou a sobra
Fonte: José Baptista/Bola na Rede

O perigo criado pelos Guerreiros do Minho daria finalmente frutos ao minuto 66’. Esgaio sofreu falta dentro da área adversária, Wilson ainda permitiu a defesa da grande penalidade, mas Paulinho não perdoou na recarga.

Até final, o encontro disputou-se a ritmo mais baixo e com ambas as equipas a permitirem mais espaços e a terem possibilidades para dilatar ainda mais o marcador. Acabou por ser o Brondby que a aproveitar, com um tento de honra da autoria de Bjur.

A superioridade bracarense nunca esteve em dúvida e os comandados de Ricardo Sá Pinto terão agora o Spartak como obstáculo final para chegar à fase de grupos.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

SC Braga: Matheus; Esgaio, Pablo (Tormena 70’), Bruno Viana, Caju; Palhinha, Novais, André Horta (Xadas 58’); Wilson Eduardo (Trincão 66’), Murilo, Paulinho

Brondby IF: Schwabe; Gammelby, Hermannsson, Arajuuri, Jung; Borkeeiet, Kaiser (Fisker 45’), Radosevic; Hedlund (Bjur 72’), Lindstrom, Wilczek (Erceg 45’)

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