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Portugal 1-2 Inglaterra: “Vamos regressar mais fortes”

Rúben Tavares · 2 min

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Cabeçalho modalidadesMelissa Antunes e Suzane Pires eram as alterações no 11 inicial da formação orientada por Francisco Neto, tomando os lugares de Amanda e Vanessa Marques, respetivamente.

Iniciada a partida, ainda as equipas se encaixavam quando Patrícia Morais, aos 7 minutos, comete um erro ao pontapear a bola após um atraso de Ana Borges, deixando a bola à mercê de Toni Duggan, que fez a bola sobrevoar a guardiã portuguesa.

Abalada pelo golo consentido, a seleção deixou o impulsivo sentimento depressivo e foi avançando no terreno, alcançando mesmo o empate à passagem dos 17 minutos numa jogada que envolveu primeiro Cláudia Neto a soltar a bola para Diana Silva no interior da área e esta a colocar, à segunda tentativa, para Carolina Mendes assinar o golo nacional.

Depois da avançada ter assinado o primeiro golo numa grande competição da seleção nacional feminina, fez também o primeiro tento deste europeu a esta poderosa Inglaterra. Com este golo e após no outro jogo do grupo D, a Escócia se ter adiantado à Espanha, Portugal estava nos quartos de final.

Até ao regresso aos balneários, as ‘quinas’ não foram nada inferiores ao adversário, com destaque para mais uma oportunidade de Carolina Mendes (25’) para bisar…e outra vez a passe de Diana Silva.

Pressão e intensidade a meio-campo foram apostas estratégicas da seleção lusa, perante o poderio físico e aéreo inglês Fonte: UEFA
Pressão e intensidade a meio-campo foram apostas estratégicas da seleção lusa, perante o poderio físico e aéreo inglês
Fonte: UEFA

Mais madrugador que o da primeira parte foi o golo da Inglaterra na segunda. Nikita Parris furou a defesa portuguesa em força e velocidade e Patrícia Morais no remate final. Este segundo golpe foi mais rude e difícil de recuperar para as atletas lusas.

Ana Leite entrou para o lugar de Carolina Mendes e, poucos minutos depois, aos 70’, Dolores Silva bate um livre que deu a ilusão de ter passado perto da baliza de Chamberlain. Aos 79’, Amanda da Costa entra para o lugar de Suzane Pires e, no último suspiro do jogo, Laura Luís (substitui Diana Silva), a terceira mexida portuguesa, atira, no coração da área, à figura da guarda-redes britânica.

No outro jogo, já havia soado o apito final. Escócia 1-0 Espanha. O apito final deste soou pouco depois. Perdemos. Faltou-nos um golo apenas. Triste fado o nosso.

No final, em círculo a meio-campo, o audiovisual televisivo foi percetível no que toca à mensagem que Francisco Neto passava às suas jogadoras. “Não baixem a cabeça, vamos regressar mais fortes…não se esqueçam disso!”.

É isso mesmo, mister! Parabéns guerreiras!

 

A FIGURA:

Fonte: UEFA
Fonte: UEFA

Nikita Parris – A atacante do Manchester City mostrou, no golo que marcou, o cartão de visitas da seleção inglesa. Força e técnica juntas constituem uma súmula de qualidade futebolística. A força da técnica e a técnica da força confundem-se.

O FORA-DE-JOGO:

Fonte: UEFA
Fonte: UEFA

Patrícia Morais – É claro que custa fazer este destaque negativo. Custa ainda mais ver a guarda-redes portuguesa destroçada após o fim da partida. Mas, a verdade é que o erro no início do jogo veio a revelar-se decisivo no desfecho da partida. Patrícia, também vais regressar mais forte!

Foto de Capa: UEFA

Artigo revisto por: Beatriz Silva

Rúben Tavares

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Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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