Do Porto para Espanha: a transferência que já era certa antes de o ser

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Não seria uma grande surpresa ver Miguel Layún deixar o Dragão. Já era uma saída falada no passado mercado de verão, também no de inverno, e era de esperar que o defesa não se mantivesse de azul e branco. Desta vez, já é oficial. Layún rumou ao Villarreal CF.

Talvez a grande surpresa aqui, desta vez, seja o fluxo de saídas de que a defesa do FC Porto tem sido alvo nesta janela de transferências. Layún pouco se afirmou no Dragão, depois de uma primeira época em que deu nas vistas, 2015/2016, a época da sua chegada, foi a época de mais volume de jogos: 27, num total de 2370 minutos jogados e cinco golos assinalados na primeira liga. Por essa altura, Layún ficou conhecido como o “rei das assistências”, com 19 passes certeiros que terminaram em golos em todas as competições.

Ainda assim, o fulgor inicial foi-se perdendo, ora pela falta de aposta, ora pela troca na sua posição original. A titularidade deixou de ser um posto seguro para o mexicano, que viu os seus dias complicarem aquando da chegada de Alex Telles. Com Sérgio Conceição, Layún continuou a não ser aposta regular e a saída na segunda metade da época fazia prever uma transferência a tempo definitivo.

Layún e um dos compatriotas da equipa, Corona.
Fonte: FC Porto

Apesar de ter sido chamado pelo selecionador mexicano para integrar a comitiva que rumou à Rússia, para disputar o Campeonato do Mundo, o defesa já se tinha demonstrado insatisfeito no plantel portista e seria de prever que saísse para outras paragens. O grande fluxo de saídas poderia impedir que acontecesse, mas não se verificou. Villarreal CF é o destino.

Na última época, Layún realizou apenas sete jogos de dragão ao peito, num total de 258 minutos. Isto, na primeira liga. Alinhou ainda em duas partidas para a Taça de Portugal e três para a Taça da Liga.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Jorge Neves

Joana Quintas
Joana Quintashttp://www.bolanarede.pt
O gosto pela escrita e a paixão pelo desporto, particularmente pelo futebol, tornaram claro que o jornalismo desportivo seria o caminho a seguir. A Joana é licenciada em Ciências da Comunicação, gosta de estar atenta ao que a rodeia e tem, por norma, sempre uma palavra a dizer sobre tudo.                                                                                                                                                 A Joana não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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