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Continuar a fazer história, agora nos Açores

Ricardo Anselmo · 2 min

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“Sérgio Conceição, o que significa esta 12.ª vitória consecutiva?”
“Significa que temos de ir à procura da 13.ª”

Foi desta maneira que terminou a última conferência de imprensa do técnico portista na última terça feira, depois de mais um brilhante resultado alcançado na Liga dos Campeões, na Turquia, o que deixa, de alguma maneira, pistas sobre a forma como no balneário azul e branco, todos se comportam como uns ‘eternos insatisfeitos’. Ora, ir, portanto, em busca de uma marca histórica, é algo que deve ser visto como um acréscimo, já que a vitória, em qualquer jogo, é o foco principal. A motivação, essa, está em alta.

João Henriques, a “besta negra”

Nos Açores mora, contudo, um adversário que vai merecer a maior atenção por parte do FC Porto. Começando pelo comando técnico é de ressalvar que João Henriques já conseguiu a proeza de travar, por duas vezes, a equipa de Sérgio Conceição, na época passada.

Na Taça da Liga, ao serviço do Leixões, o técnico arrancou um empate a zero em pleno Estádio do Dragão e mais tarde, já a orientar o Paços de Ferreira, fez os dragões saborearem pela primeira vez a derrota no campeonato. Um jogo que, de resto, motivou muitas críticas por parte de Sérgio Conceição ao agora técnico dos insulares, por considerar que este usou e abusou do anti-jogo para conseguir ser a primeira de duas equipas (a outra foi o Belenenses) a derrotar o FC Porto campeonato.

Maxi, Diogo Leite e Sérgio Oliveira jogaram de início na Turquia, mas só Danilo deve repetir a titularidade frente ao Santa Clara
Fonte: FC Porto

Os açorianos subiram este ano à Primeira Liga e, a par no Nacional, estariam desde logo condenados à descida, tendo em conta a opinião generalizada dos mais variados analistas desportivos. No entanto, a caminhada do Santa Clara tem sido tudo menos sufocante e o 9.º lugar que ocupa deixa antever isso mesmo.

São neste momento 17 pontos conquistados em 12 jornadas, fruto de cinco vitórias e dois empates, com 20 golos marcados e 19 sofridos. É uma equipa que, na contabilidade geral apresenta melhores resultados fora do que em casa (três vitórias como visitantes e duas como visitado), algo que pode ser explicado com o facto de já ter recebido SC Braga e Sporting CP.

Também aí os dragões podem encontrar exemplos das dificuldades que os podem esperar. Os arsenalistas saíram de São Miguel com apenas um ponto depois de estarem a vencer 0-3.

Dragões tentam imitar leões

O Sporting conseguiu uma vitória arrancada a ferros por 1-2, depois de estar a perder e com o golo da reviravolta a ser alcançado já depois de os açorianos estarem reduzidos a dez jogadores.

Não faltam, pois, motivos de alarme para que a equipa de Sérgio Conceição, que vai entrar em campo, muito provavelmente, com o SC Braga ‘à perna’. Do outro lado estará uma formação claramente motivada e à procura de pôr fim ao ciclo incrível de 12 vitórias consecutivas dos azuis e brancos que, recorde-se, vêm de um jogo intenso e desgastante a nível físico.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Ricardo Anselmo

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O Estádio Municipal de Braga recebe, esta sexta-feira, 9 de outubro, às 20h15, um dos encontros mais aguardados da oitava jornada da Primeira Liga portuguesa 26/27. Braga e Sporting estão separados por quatro pontos, num duelo que pode ter consequências importantes nas ambições das duas equipas. Os leões ocupam o terceiro lugar, com 15 pontos, ainda sem derrotas, mas já a seis do líder FC Porto. Os arsenalistas seguem na sexta posição, com 11 pontos e um jogo em atraso, procurando aproveitar o fator casa para se aproximar dos lugares cimeiros. A equipa de Carlos Vicens chega ao encontro depois de um empate sem golos diante do Santa Clara, numa temporada em que tem revelado consistência defensiva, mas também algumas dificuldades na concretização. Com apenas sete golos marcados em seis jornadas, o Braga apresenta números ofensivos modestos para as suas ambições. Do outro lado, o Sporting de Rui Borges continua invicto, mas os empates consecutivos frente a Famalicão e Arouca impediram os leões de acompanhar o ritmo do FC Porto. A formação leonina soma 17 golos em sete partidas, mas já consentiu oito, um indicador das dificuldades que tem sentido para controlar determinados momentos dos encontros.

Tiago Campos · 4 min de leitura
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