Chegados ao final do jogo podem destacar-se, pela positiva, as exibições de Danilo Pereira e, sobretudo, de Bryan Ruiz. O trinco azul e branco esteve quase sempre irrepreensível no posicionamento e, mesmo ao nível da construção, apresentou-se a um nível superior ao habitual. Já Bryan Ruiz terá sido, provavelmente, o melhor em campo. O costa-riquenho foi acumulando um conjunto de boas decisões ao longo do jogo e, dessa forma, em muito contribuiu para a qualidade apresentada pelo Sporting CP no momento ofensivo. Por outro lado, e pela negativa, o destaque vai para João Palhinha. O jovem médio português esteve quase sempre mal posicionado, tanto defensiva como ofensivamente, constituindo-se sempre como uma fragilidade no momento defensivo e como um elemento dificultador da fase de construção.

Fonte: Facebook Oficial de Iker Casillas
Fonte: Facebook Oficial de Iker Casillas

Apesar de tudo, as palavras de Jorge Jesus no final do jogo relativamente ao futebolista (“O Porto na 1ª parte foi melhor porque o Palhinha não levou o guião certo para se enquadrar com o que estava a acontecer no jogo.“) são apenas (mais uma) demonstração das suas limitações ao nível da gestão de recursos humanos e, sobretudo, ao nível do trabalho com jogadores jovens.

O FC Porto acabou por vencer mas não convencer, tendo mesmo sido uma sombra da equipa que defrontou o SL Benfica em pleno Estádio do Dragão. O Sporting CP foi mais dominador mas não conseguiu converter em golo as ocasiões que foi criando, muito por culpa da tremenda exibição de Iker Casillas. Com esta vitória o FC Porto mantém-se na luta pelo título, luta essa da qual o Sporting CP parece estar definitivamente arredado.

Foto de Capa: FC Porto

 

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