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5.

Dobradinha no futebol – O ano de 2020, tem sido marcado, como já foi dito, por um cenário devastador, mas nem tudo foi negativo, pois no futebol a equipa de Sérgio Conceição conseguiu uma “dobradinha”. Após um início de temporada desanimador, com a eliminação da Liga dos Campeões, bem como uma entrada em falso na liga portuguesa, os portistas terminaram esta época com o título de campeão nacional e com a Taça de Portugal, algo que já não acontecia desde a época de 2010/2011, com Villas-Boas.
4.

Reeleição no FC Porto – Em 2020, a nação azul e branca foi chamada a um ato importante da vida do clube: a designação do novo presidente do clube da invicta. Nas eleições mais concorridas de sempre, desde que Pinto da Costa assumiu os destinos do FC Porto, foi o “eterno” dirigente a levar de vencida todos os outros concorrentes e até 2024, se nenhuma contrariedade acontecer, liderar por mais quatro anos os azuis e brancos.
3.

O azar no Andebol – Desde que Magnus Andersson assumiu o comando técnico da equipa de Andebol dos azuis e brancos, que esta modalidade parece ter renascido a sua veia vencedora, dado que passaram por umas temporadas um pouco à deriva. Por conseguinte, a equipa portista, com o treinador sueco, tinha conseguido um apuramento histórico para o formado de “Final4” da EHF Champions League, que foi modificado, devido ao Covid-19. De um momento histórico para o andebol português, o ano de 2020… terminou com um enorme sabor amargo na boca.
2.

Mais uma no Ciclismo – À semelhança de outros eventos, uma das provas que esteve para não se realizar foi a mítica Volta a Portugal em bicicleta. Normalmente, a “prova rainha” do ciclismo nacional decorre durante o mês de Agosto, mas este ano, após muita indecisão aconteceu entre os meses de setembro e de Outubro, no qual Amaro Antunes foi o grande vencedor, dando assim o “penta” à W52-FC Porto.
1.

Partida do “chefinho” – 2020 ficará marcado para sempre na memória de todos nós por ser o ano de Covid-19, que infelizmente, levou um dos dirigentes históricos do clube, Reinaldo Teles. O “chefinho” ou o “tio Reinaldo”, como era conhecido, de quem conviveu consigo, não resistiu às fortes implicações deste vírus, que agora terá, certamente, o seu camarote para o Dragão lá no céu, de modo a não faltar nenhuma conquista do seu clube do coração.
Artigo revisto por Inês Vieira Brandão












