Até dia 2 de setembro podem sempre surgir movimentações de mercado, ainda mais num mercado louco como o deste ano, mas neste momento o FC Porto tem o plantel definido e não se encontra no mercado para contratar qualquer jogador. O plantel azul e branco conta, atualmente, com 29 jogadores (excluindo Casillas embora esteja inscrito pelo clube), por isso, os próximos dias podem servir para Sérgio Conceição reduzir este número para 26/27 jogadores sendo que, Diogo Queirós e Fernando Andrade estão próximos da saída por empréstimo.

O setor defensivo tem um excesso de atletas, mas foi o próprio treinador portista a dizer que Diogo Leite vai continuar no plantel. Sendo assim o número de centrais, cinco, é algo pouco usual e sem sentido, na minha opinião. Faria mais sentido rodar numa equipa competitiva para ganhar minutos e continuar a sua evolução portista. O trio de guarda-redes está definido com Marchesín, Diogo Costa e Vaná (não é de excluir um possível empréstimo). Nas laterais as opções são o insubstituível Alex Telles e na direita a luta vai ser interessante com Manafá, Saravia e o jovem Tomás Esteves. Manafá será a alternativa a Alex Telles na esquerda.

Marchesín teve estreia de sonho
Fonte: FC Porto

Com a chegada de Uribe o meio-campo está “fechado”. As saídas de Herrera e Óliver foram bem colmatadas com o colombiano e o regresso de Sérgio Oliveira. Os jovens Bruno Costa e Romário Baró podem vir a ter um papel importante no decorrer da época. No setor ofensivo a qualidade aumentou significativamente. Perdeu-se um jogador influente que foi Brahimi, mas as soluções encontradas com Luis Díaz e Nakajima não ficam a perder para o internacional argelino. Manter Marega foi muito importante para Sérgio Conceição que vê no maliano um peça chave no seu modelo de jogo e a contratação de Zé Luís (um pedido expresso do treinador portista) reforça ainda mais o já poderoso ataque portista.

O FC Porto inicia a época com um plantel muito competitivo e, se o tivesse de o comparar com o da época transata, diria que no setor defensivo perdeu alguma qualidade, no setor intermédio manteve o nível e que no setor ofensivo ganhou qualidade. No entanto, esta análise é feita no dia 8 de agosto e até ao fecho do mercado muito pode mudar, embora, eu não acredite nesse cenário.

Foto de capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

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