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Sérgio Oliveira, jogador e capitão “à Porto”

Flávio Fernandes · 2 min

Sérgio Oliveira, jogador e capitão “à Porto”
Foto: Diogo Cardoso/Bola na Rede

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Sérgio Oliveira vive, atualmente, o melhor ano da sua carreira, a nível individual. Formado no Olival, sente o clube desde pequeno. Entre saídas, regressos e empréstimos, os últimos anos foram capitais para a sua afirmação.

É, sem dúvida, uma peça crucial no xadrez de Sérgio Conceição. A sua entrega em campo aliada à mentalidade batalhadora e consistência exibicional tornaram-no num elemento imprescindível ao plantel azul e branco. Para além disso, esta época, o médio tem contribuído com muitos golos, sendo mesmo, até ao momento, o melhor marcador do plantel.

O internacional português, em 38 jogos, faturou por 18 vezes e assistiu sete. Números nunca antes vistos na sua carreira. Dentro de campo, é um exemplo e, a par de Pepe, carrega a braçadeira e enverga o símbolo com um orgulho e vontade que há muito tempo não se via no Dragão.

Foto: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Para além de cumprir de forma exímia os compromissos defensivos do esquema tático implementado pelo treinador, o próprio já admitiu que o mesmo o tem ajudado a aparecer com mais frequência em zonas de finalização. É conhecido pelo seu remate forte e colocado de fora de área, mas o principal destaque desta época vai para a sua eficácia nos livres diretos, com especial atenção para aquele que derrotou a Juventus e permitiu ao FC Porto estar presente nos Quartos de final da Champions League.

Tudo isto não tem passado despercebido ao Mister Fernando Santos, que o tem vindo a incluir constantemente na sua lista de 23 convocados da Seleção Nacional. Disputa a posição com nomes como João Moutinho, Bruno Fernandes ou Danilo Pereira, mas Sérgio tem vindo a encontrar o seu espaço num lote que mete inveja a qualquer seleção do mundo.

Atualmente, é, sem discussão, dos melhores e mais completos médios a atuar na Primeira Liga. Posto tudo isto, só nos resta apreciar, desfrutar e, a cada jogo, proferir as famosas palavras: “Jogas tanto, Oliveira”.

Artigo revisto por Mariana Plácido

Flávio Fernandes

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João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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