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Transformar uma lacuna em arma!

Filipa Mesquita · 1 min

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No dia em que o FC Porto se apresentou aos trabalhos, ficou bem claro a falta de jogadores. As saídas estavam evidenciadas, mas as chegadas ainda eram uma miragem. Entretanto as coisas estão a levar outro rumo e os reforços começam a chegar ao Olival. Ainda assim, e com o mercado de verão ainda longo, há outros jogadores que também podem ir embora.

O setor ofensivo é tão alarmante como os restantes setores, a diferença está na rentabilização. Isto é, apesar de ultimamente o FC Porto estar a concretizar com maior frequência, a verdade é que ainda necessita de fazer muitos remates para conseguir um golo. Esse lado evidência a necessidade de encontrar um matador como em tempos recentes teve.

André Pereira está de saída para o Vitória SC
Fonte: FC Porto

Marega, Soares, Aboubakar e André Pereira eram os homens da frente de ataque da equipa portista na última época. A lesão de Aboubakar afastou-o dos relvados durante muito tempo. No caso de Marega e Soares, que também enfrentaram problemas físicos, nem sempre conseguiram ter a rentabilidade que a equipa precisava. Já André Pereira, nas poucas oportunidades que teve, não conseguiu ser uma solução.

Esta temporada, certa é a continuidade de Aboubakar apenas. Marega e Soares já foram associados a outros emblemas e continuam na incerteza. Já André Pereira será emprestado ao Vitória SC. Para já, o FC Porto apenas contratou um ponta de lança, Zé Luís. As expetativas são altas, mas só o tempo dirá se correspondem à realidade.

No entanto, e face à incerteza da continuidade de peças chaves, torna-se necessário reforçar este setor de forma vincada. Porque, até ao momento, tem sido a maior lacuna do clube.

Foto de Capa: Diogo Cardoso / Bola na Rede

artigo revisto por: Ana Ferreira

Filipa Mesquita

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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