CD Cova da Piedade 1-1 Leixões SC: Evandro Brandão salvou um ponto no último segundo

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BNR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

 

CD Cova da Piedade

BnR: O facto de Cova da Piedade ter tirado o pé do acelerador na segunda parte acabou por virar-se contra a sua equipa?

Miguel Leal: Para já, na primeira parte devíamos estar a ganhar 2-0. Tivemos duas grandes oportunidades: numa fizemos golo, noutra infelizmente não entrou. Depois, logo no primeiro minuto, expulsão e o adversário ficava a jogar com menos um, e isso mudava logo o jogo. Na segunda parte temos de dar mérito ao adversário. É verdade que não fomos suficientemente espertos, especialmente no fim, a gerir o jogo; o adversário faz um golo com sorte, mas na segunda parte esteve por cima do jogo. Nesta altura, qualquer resultado positivo cria muita instabilidade e esta equipa, sempre que se apanha a ganhar, piora o jogo. Tem sido uma característica desde cá cheguei e que se tem mantido. Mas eles fizeram tudo e claramente devíamos ter ganho este jogo, mas é Futebol.

BnR: Como se pode pedir à sua equipa para manter a intensidade quando está em vantagem?

Miguel Leal: Não é a intensidade, tem a ver com o aspeto emocional. Na segunda parte perdemos bolas infantis, situações sem pressão em que entregámos a bola. Isso tem a ver com o aspeto emocional, a insegurança que a equipa sente e que é difícil gerir. É que andar lá no fundo é difícil e agora estamos a tentar respirar, quase com o objetivo cumprido, mas ainda falta o quase e enquanto não estiver o quase não vamos baixar os braços. Estou satisfeito com os meus jogadores – eles têm sido espetaculares no trabalho e fazem o seu melhor.

 

Leixões SC

BnR: O Leixões consegue um ponto ao cair do pano, mas pareceu sempre com grandes dificuldades na finalização. O que falhou ofensivamente na sua equipa?

Jorge Casquilha: Falhou sermos mais objetivos. Estudámos bem o adversário; sabíamos que íamos ter hipóteses a jogar entre linhas e isso conseguimos; conseguimos muito jogo interior, mas estivemos muito mal na decisão. Há que assumir isso, e rematámos pouco à baliza; quando tínhamos oportunidade, nem à baliza rematávamos. O prinicipal é que, mesmo a perder, não perdemos a cabeça, continuámos a acreditar no nosso processo de jogo, a sair de trás, a construir, mas temos  de ser mais eficazes e objetivos no último terço.

 

 

Foto de Capa: Liga Portugal

 

João Reis
João Reishttp://www.bolanarede.pt
Desde de 1993 que a cor que lhe corre nas veias é vermelha e branca! Quando era mais novo, chegou a jogar no clube rival de Lisboa, mas nunca escondeu que o seu grande amor era o Glorioso. Tem uma enorme admiração pelo Liverpool FC. Gostava de um dia ir a Anfield Road e cantar bem alto a canção que imortalizou os Gerry & The Pacemakers: "You'll Never Walk Alone!" A dar os primeiros passos como treinador de futebol, o seu maior sonho é treinar o clube de coração e alma, o Sport Lisboa e Benfica.                                                                                                                                                 O João escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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