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A contar para a Jornada 25 da Liga NOS, Boavista e Marítimo enfrentaram-se no Estádio do Bessa Século XXI numa partida arbitrada por Jorge Ferreira. Com a manutenção teoricamente garantida, a equipa orientada por Miguel Leal procurava regressar às vitórias, prosseguindo o segundo objetivo da temporada – a conquista da melhor classificação desde o regresso das panteras ao patamar máximo do futebol profissional português. Por outro lado, Daniel Ramos pretendia manter a sua equipa na rota europeia.

Com um inicial encaixe tático, Éber Bessa pretendeu quebrar o gelo aos seis minutos, na sequência de um canto seguido de um alívio de Idris, mas o esférico saltitou, sem grande perigo, para fora da baliza à guarda de Vágner. Na resposta, ao minuto 13, Fábio Espinho executou um livre e Philipe Sampaio, em posição privilegiada, escorregou na receção, desaproveitando uma oportunidade de inaugurar o marcador.

A partir do primeiro quarto de hora, o Boavista pecou por alguma falta de visão de jogo e de frieza nas ações protagonizadas por Fábio Espinho, Iuri Medeiros e Renato Santos no último terço de terreno. Os verde-rubros, mais robustos fisicamente, aproveitaram as perdas de bola do adversário para se lançarem no contra-ataque, essencialmente através de António Xavier. Porém, no minuto 28, Iuri Medeiros teve o seu primeiro momento de magia. Na marcação de um livre, o jogador emprestado pelo Sporting tirou as medidas à baliza defendida por Charles Silva e, aproveitando alguma confusão existente na formação da barreira, rematou com régua e esquadro para o 1-0.

O ligeiro ascendente dos axadrezados teve continuidade na segunda metade e acentuou-se rapidamente. Passados apenas cinco minutos, Iuri Medeiros dispôs de nova ocasião para fazer o gosto ao pé na cobrança de uma bola parada e, exemplarmente, bateu novamente o guardião maritimista. No desfecho de uma história feliz conduzida pelo suspeito do costume, Iuri tirou Raúl do caminho e serviu criteriosamente Iván Bulos. O peruano contratado no mercado de inverno não desperdiçou e fixou o resultado final aos 63 minutos.

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Mesmo sem nenhum remate enquadrado com a baliza de Vágner, os insulares estiveram próximos do golo de honra na fase terminal da partida. Contudo, o cabeceamento de Donald Djoussé depois da marcação de um canto não tomou a direção desejada.

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