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O Moreirense venceu o Vitória SC por 2-1, numa partida da 15ª jornada da Primeira Liga. Os dois golos dos cónegos no primeiro tempo foram suficientes para carimbaram uma vitória diante dos “vizinhos” vimaranenses.

Ainda na ressaca da qualificação “arrancada a ferros” para os quartos-de-final da Taça de Portugal diante do Santa Clara, o Moreirense procurava sair dos lugares de despromoção da Liga NOS. A equipa da casa tentou assumir as rédeas do jogo, perante uma Vitória que vinha de uma série de três vitórias no campeonato.

Num lance oportuno, Cadiz colocou os “verde e brancos” na frente do marcador, à passagem do minuto 16. Douglas demorou a repor a bola em jogo e o avançado venezuelano deu o corpo à bola, introduzindo-a com alguma sorte no fundo das redes vitorianas.

Os “conquistadores” tentaram reagir de imediato, controlando as operações. O xadrez de Pedro Martins começou a construir jogo a partir da linha defensiva, com Heldon e Raphinha a trocarem de alas. O Vitória aproximava-se com algum perigo da baliza de Jhonatan, com Tallo Jr e Raphinha a colocarem o guardião brasileiro à prova.

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O conjunto “preto e branco” mostrava algumas fragilidades no “miolo” do terreno, sucumbindo perante a pressão adversária. Os cónegos, por sua vez, aproveitavam para sair em contra-ataque, fazendo uso da velocidade dos seus jogadores mais avançados. Aos 33 minutos, Cadiz serviu Arsénio na perfeição e dilatou a vantagem da equipa caseira. Os adeptos vitorianos mostravam o seu descontentamento, ainda com a derrota no Estádio do Dragão para a Taça na memória. O Vitória não conseguia quebrar a muralha defensiva do adversário, que se mantinha fortemente estruturada e organizada à entrada da sua área. A vantagem que os homens de Moreira de Cónegos levavam para as cabines era confortável, mas o jogo ainda estava em aberto para os últimos 45 minutos.

Para o segundo tempo, Pedro Martins lançou Rafael Martins e Kiko, em detrimento de Heldon e Francisco Ramos. A equipa vitoriana tinha mais bola e criou mais perigo junto da área da equipa da casa, mas continuava a pecar na finalização. As oportunidades surgiam, com Jhonatan sempre pronto para desviar o esférico da baliza. O Moreirense encostou-se à sua área, quebrando as tentativas de lançamento em profundidade do conjunto forasteiro. Quando a falta de discernimento era um entrave à exibição do Vitória, o vídeo-árbitro também fazia das suas e anulou uma grande penalidade marcado a favor dos vitorianos à passagem do minuto 65. Seis minutos mais tarde, mais um percalço para o Vitória: Kiko levou o segundo cartão amarelo, deixando a sua equipa reduzida a dez unidades. Depois da tempestade, veio a bonança para os “conquistadores”. Raphinha reduziu para 1-2 aos 74, aproveitando um corte incompleto de Sagna no seio da área dos cónegos.

Apesar da inferioridade numérica, os pupilos de Pedro Martins continuavam com maior ímpeto ofensivo, ameaçando chegar à igualdade. No entanto, o Moreirense reorganizou-se e conseguiu fechar os caminhos da sua baliza, tentando também levar a bola para o meio-campo contrário.

O conjunto de Moreira de Cónegos conseguiu, assim, uma vitória que os retira da zona de despromoção da Primeira Liga. Por outro lado, o Vitória quebra a série positiva de resultados na Liga, encontrando-se fora dos lugares europeus.

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