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O Vitória recebeu o Paços de Ferreira no Bonfim, nesta tarde com cheiro a Primavera. Ao contrário do tempo, o jogo não estava tão bom. Durante a primeira meia hora, o jogo contou com poucas oportunidades de golo e um ritmo muito àquem do desejado. O primeiro remate de verdadeiro perigo surgir apenas aos 31 minutos, por parte do clube da Capital do Móvel.

O Vitória pareceu querer crescer, começando a apostar na construção do jogo, mas, ainda assim, não conseguiu levar grande perigo à baliza de Defendi. Sem lances com grande interesse ou dignos de análise, foi-se caminhando até ao intervalo, sem grande entusiasmo.

A segunda parte começou como um seguimento da primeira. Jogo lento e bola dividida: assim se pode descrever o que estava a ser o jogo. Assim, cria-se que só um lance de bola parada poderia mudar o placard. E assim foi. Aos 49 minutos, Podstaski sofre falta à boca da área e Patrick Vieira, chamado para bater o livre, abriu um marcador, atirando a bola diretamente para as redes de Rafael Defendi.

O golo não foi o suficiente para dar mais ritmo à partida. O Paços continuou a jogar lento e, o Vitória, mais tranquilo, seguiu o adversário. Aos 61 minutos, Edinho levou perigo até à baliza dos pacenses, mas Defendi negou o golo com uma grande defesa, que resultou num canto a favor dos sadinos. O lance de bola parada não deu em nada e foi batido diretamente para as mãos do camisola número um.

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O Paços de Ferreira, nos últimos vinte minutos de jogo, ficou mais atrevido e tentou procurar o golo do empate, sem sucesso.

Os sadinos acabaram mesmo por vencer a partida e a eficácia foi a melhor amiga do Vitória, num jogo “assim-assim”, com mias de quatro mil adeptos do Bonfim.

Foto de Capa: Bola na Rede

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