O Vitória FC defrontou o Rio Ave FC num jogo a contar para a 2ª jornada. A chuva deu tréguas e a partida decorreu com o clima a seu favor.

A primeira parte do jogo teve muito poucas oportunidades de golo para ambos os lados. Com a posse de bola dividida, as equipas focaram-se mais na tática que no ataque. Nota positiva para André Pereira: o sadino percorreu o corredor esquerdo com grande velocidade, criando as melhores oportunidades para o Vitória.

Aos 24 minutos, a equipa da casa pediu penálti, mas o juiz da partida mandou seguir e bem. Vinte minutos depois, o Vitória poderia ter levado perigo à baliza de Cássio, na cobrança de um livre à entrada da área, mas João Amaral rematou contra a barreira vila-condense.

As equipas foram para intervalo empatadas a zero
Fonte: Bola na Rede

O Vitória entrou melhor na segunda metade: mais pressionante e ofensivo. Assim, aos 48 minutos, o jovem André Pereira não perdoou, aproveitando o cruzamento de Arnold para inaugurar o marcador.

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Bem mais emocionante que os primeiros 45 minutos, o jogo contou com mais ataques e mais agressividade. O Vitória não desceu a sua linha e o Rio Ave foi atrás do prejuízo. O clima aqueceu e, aos 74 minutos, o árbitro Hugo Miguel perdoou o segundo amarelo a Pelé, amarelado desde a primeira parte. Logo de seguida, Semedo, num lance sem perigo, faz uma falta dura sobre o homem do Paços,  e viu o segundo amarelo. A um quarto de hora para os final da partida, o Vitória ficou reduzido a 10, graças a uma entrada desnecessária do camisola 29.

Após a expulsão de Semedo, os sadinos viram-se obrigados a recuar no terreno e o Rio Ave tentou aproveitar. Levou, por diversas vezes, o perigo até à baliza de Cristiano, mas, tanto o guardião, como a defensiva verde e branca, não permitiu que os vila-condenses chegassem ao golo do empate.

Jogou-se quatro minutos para lá dos 90 e, devido às circunstâncias, houve muito mais Rio Ave. Ainda assim, o Vitória não baixou os braços e conseguiu segurar o resultado. Final da partida e respira-se mais descansadamente no Bonfim.

Os sadinos fogem da zona de despromoção, para alívio de todos.