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Cabeçalho Futebol NacionalMais um domingo de jogo no estádio de São Miguel. Um domingo chuvoso que prometia trazer animação ao povo açoriano numa disputa de três pontos entre o CD Santa Clara e o FC Porto B, equipas que vinham de vitórias moralizadoras e que procuravam somar nova vitória.

A primeira parte começou com o Santa Clara a assumir o jogo, a jogar com as linhas bem subidas e a causar muitos dificuldades aos pupilos de Folha. O FC Porto B tentava explorar as costas da defensiva açoriana mas a verdade é que nunca o conseguiu fruto de uma pressão muito intensa, por parte da equipa de Carlos Pinto, que asfixiava à nascença qualquer tentativa de jogada da equipa azul e branca. A toada do jogo manteve-se e culminou no primeiro golo da equipa da casa. Jogada coletiva de belo efeito, depois de mais uma boa recuperação de bola em zonas perigosas e João Reis, na área, inaugura o marcador.

Era de esperar que a partir daí surgisse um FC Porto B mais ofensivo, a tentar remeter a equipa da casa mais para trás mas foi precisamente o contrário a acontecer. A pressão do Santa Clara intensificou-se e os jovens azuis e brancos iam sentindo muitas dificuldades para fazer face à dinâmica imposta pelos homens da frente dos açorianos.

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Já perto do final da primeira parte, nova recuperação e no coração da área, Rafael Batatinha atira forte para o segundo e último golo da partida.

Fonte: CD Santa Clara
Fonte: CD Santa Clara

Na segunda parte era de esperar que o Porto viesse com uma atitude renovada e que, sobretudo, criasse mais perigo para as redes de Marco Pereira. O Porto B veio, efetivamente, com outra atitude, ainda assim insuficiente para poder mudar o rumo do jogo. A equipa azul e branca tentava colocar mais ritmo no jogo e tentava chegar ao golo mas a estratégia dos encarnados dos Açores condicionou a ideia de jogo da equipa de Folha. O Santa Clara na segunda parte acabou por baixar as linhas e por oferecer a iniciativa de jogo ao FC Porto B. A equipa de Folha não conseguiu aproveitar a maior percentagem de posse de bola e acabou por não criar nenhuma jogada digna de registo nesta segunda parte. Aliás, foi o Santa Clara a dispor da melhor oportunidade desta segunda parte, quando Pineda arrancou em direção à baliza do jovem guardião Diogo Costa, falhando o golo por pouco.

O resultado não mereceu contestação alguma. O Santa Clara conseguiu bloquear o Ferrari de Folha com uma estratégia consertada, conseguindo vencer os dois primeiros classificados do campeonato de forma consecutiva.

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