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Um mês e meio depois da última vitória em casa, a Académica voltou a vencer em casa fruto de um golo de Balogun e um auto-golo de Ricardo Alves, que premiaram o esforço e a vontade da Briosa em superar um Leixões bem organizado.

Apesar do mau tempo que se fez sentir, o ambiente no Cidade de Coimbra era agradável. Não só pela calor humano trazido pela boa afluência ao reduto da Académica, mas também pelos bons espíritos que embalavam Briosa e Leixões, depois de na jornada passada terem goleado os respectivos adversários.

Esta situação começou por beneficiar a Académica, que se adiantou no marcador por volta dos dois minutos de jogo, por intermédio de Femi Balogun, aproveitando um ressalto proveniente de um remate de Djoussé.

O Leixões não se deixou abater. Ainda teria na memória a goleada aplicada ao Cova da Piedade na jornada anterior e sabia do seu valor. Manteve-se fiel ao plano de jogo gizado por Francisco Chaló e, para além de não conceder espaço à Académica soube atacar com critério e foi assim que igualou a partida. Numa bela jogada de entendimento entre Breitner e Evandro Brandão, com o primeiro a cruzar com conta, peso e medida para a cabeça do segundo, que fez o 1-1 registado ao intervalo.

Houve forte apoio à Académica nas bancadas Fonte: Bola na Rede
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O Leixões entrou com a mesma personalidade no segundo tempo, segurando um resultado que lhe era favorável. Ricardo Soares, apercebendo-se disto, foi ao banco buscar Luisinho para dar maior frescura ao flanco direito do ataque (saiu Marinho, desgastado) e deu-se bem com a aposta: no primeiro lance em que interveio, o 77 da Briosa combinou com Femi Balogun e levou perigo à baliza do Leixões; mais tarde, combinou com Chiquinho e Nélson Pedroso antes de cruzar, tenso, a solicitar um desvio que acabasse na baliza leixonense… e viu o seu esforço recompensado – Ricardo Alves, central leixonense, introduziu a bola na própria baliza, devolvendo a liderança do marcador à Académica.

Chaló reagiu de pronto e tentou tudo. Fez entrar Lamas e Ricardo Barros, avançados, para os lugares de João Silva, lateral direito e Jaime Silva, defesa-central. Mas isto não teve resultados práticos. A Académica não teve, propriamente, a baliza ameaçada nos instantes finais e o resultado não se alterou até final.

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