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O jogo começou com o golo do Braga. Logo aos 2 minutos, André Ribeiro deu vantagem aos arsenalistas e obrigou os terceiros classificados da II Liga a terem de correr atrás do resultado, numa partida para a qual partiam como claros favoritos contra uma equipa que luta para não descer.

Os pequenos dragões tomaram conta do desafio, instalando-se no meio campo adversário, mas limitando-se a circular a bola sem capacidade para criar lances de perigo. Pelo contrário, a jogada de seguinte em que o golo esteve perto só se deu aos 25 minutos e a favor dos da casa, com Diogo Costa a fazer uma boa defesa após livre direto.

À passagem da meia hora de jogo, Ogana passou pelos defesas portistas a meio do campo e preparava-se para seguir isolado para a baliza adversária, mas foi desequilibrado por um toque de Diogo Leite. Não há dúvidas de que a falta é bem assinalada e o cartão bem mostrado, mas fica a sensação que o avançado poderia ter seguido para tentar marcar, mas deixou-se cair, talvez na esperança de sacar uma expulsão que dificultaria ainda mais a tarefa do Porto.

Na resposta, finalmente os de azul ameaçaram a baliza à guarda de Tiago Sá, com uma bela troca de bola já dentro de área a culminar num cabeceamento que obrigou o guarda-redes da casa a esticar-se. Logo a seguir, Federico Varela a aparecer em posição de remate e o esférico caprichosamente a embater na trave e no poste sem entrar.

E, assim, sem nenhuma das equipas capaz de acrescentar algo mais, o jogo foi para intervalo como praticamente começou, com os da casa a vencer. O Braga voltou a entrar com vontade e esteve pêro de chegar ao segundo tento após canto, mas desta vez a bola passou por cima da barra. Rapidamente, o FCP tomou novamente conta do desafio impôs ao fio de um jogo uma perigosa proximidade com a baliza adversária. No entanto, e apesar de alguns erros, o Braga ia de forma algo atabalhoada conseguindo afastar as incursões portistas.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Aos 58 minutos, finalmente o golo da igualdade. Após muita insistência dos dragões, o tento lá chegou por Galeno que no centro da área deu o melhor seguimento a um cruzamento rasteiro. Após o empate, o jogo abrandou um pouco e, numa tentativa de mudar o rumo dos acontecimentos, João Aroso, que também já havia mexido ao intervalo, lançou para o campo o aguerrido extremo Trincão para incomodar o adversário.

A mexida na equipa teve, pelo menos em parte, o efeito pretendido porque os de Braga voltaram a aproximar-se da baliza de Diogo Costa, depois de bastante tempo sem o conseguir fazer. Realmente, os arsenalistas equilibraram o jogo, mas, quando o empate começava a parecer o cenário mais provável, Varela entrou pela área braguista dentro e estoirou para a reviravolta no resultado.

E foi o suficiente para decidir o encontro, com os dragões a gerirem até ao fim uma partida que os braguistas continuavam incapazes de assumir. O FC Porto B confirmou o favoritismo e nem precisou de deslumbrar para dar a volta ao jogo e seguir em perseguição próxima ao Académico de Viseu.

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