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A quarentena podia estar a ser pior, confesso. As expectativas quanto a uma possível diversão foram, durante os primeiros tempos, diminutas – repare-se nesta palavra – e o estado de parafuso parecia querer irromper antes do clique. Porém, este período, que mescla um descanso inconsciente e uma irrefutável aptidão para realizar tarefas nunca antes equacionadas, tem servido para explorar as fraquezas que se situam no âmago de cada desportista acérrimo defensor das suas cores e moldá-las ao riso, ao reavivar de algo caricato. Exatamente! Acertou! As linhas que se avizinham retratam flops, o pergaminho distende-se até Faro e estou a meio da leitura…

Simbologias como “prata da casa” ou “em casa sai mais barato” arrecadam um significado acrescido quando nos referimos ao Sporting Clube de Portugal, campeão permanente e irremediável. Que o diga o Google porque, aquando da digitalização das primeiras palavras, completou a frase num ápice. As pesquisas deviam ser todas assim, eficazes e objetivas, mas a minha queixa não passa por aí. O meu parecer recai sobre a generosidade que o vocábulo emprega: sei lá, remete para algo positivo, é um nome carinhoso e terno. “O Spéhar é o meu flop preferido”! (muito amigável para o que aqui se trata, quando o objetivo é precisamente o contrário).

A lista é interminável e a seleção foi dificultada pelas (ausência de) qualidades que cada um adquire. E, de 2010 até à data, muita trampa se abeirou do clube. Nauseabundos, limitadíssimos e nem no “Carcavelinhos tinham lugar”. Apodere-se das pipocas!

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