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Depois de 15 minutos de excelente construção de jogo da equipa visitante, e onde os seus jogadores mostraram bons princípios de jogo, o Sporting começou a tentar controlar os acontecimentos e, após a lesão de Lionn (para a entrada de Monte), aos 18 minutos, a equipa de Alvalade chega ao golo.
Jogada pelo centro do terreno, pelos pés de William, que deixa Gelson com a baliza à sua mercê. O extremo permite a defesa de Cássio, mas na recarga, Alan Ruiz não perdoou e colocou o Sporting na frente do marcador.
O golo acabou por não tranquilizar a equipa da casa e, passados os 20 minutos de jogo, Rúben Ribeiro remata fora da área e Rui Patrício estica-se novamente para uma excelente defesa, mantendo a vantagem do lado da sua equipa. Logo a seguir, Rafa Soares vê o primeiro amarelo da partida.
Depois de cerca de 10 minutos de pressão da equipa visitante, o Sporting voltou a tomar conta do jogo e dispôs de algumas ocasiões para aumentar o marcador, mas nenhuma resultou em verdadeiro perigo para a baliza de Cássio.
Por fim, o primeiro amarelo para a equipa do Sporting saiu do bolso aos 44 minutos, devido a uma entrada perigosa por parte de William Carvalho.
Após esta primeira parte, notou-se que, depois do golo, o Rio Ave controlou o jogo ofensivamente, mas nunca conseguiu superar o guarda-redes do Sporting, que foi a grande figura do primeiro tempo.

Fonte: Sporting CP
Nos primeiros 10 minutos da segunda parte, o Rio Ave voltou a entrar disposto a empatar o jogo e a mostrar muita personalidade dentro de campo, frente a um dos grandes do futebol português e na sua própria casa.
Aos 55 minutos, Adrien Silva vê o cartão amarelo por nova entrada sobre o adversário. A mostrar-se algo nervosa, a equipa do Sporting neste recomeço.
Logo após o amarelo, nova falta e novo amarelo para um jogador do Sporting. Neste caso, amarelo para Alan Ruiz. Um minuto depois, primeira substituição da partida para o lado do Sporting, com a saída de Bruno César e a entrada de Bryan Ruiz. Mal o costa-riquenho entrou, sofreu logo uma entrada da parte de Tarantini, que viu o respetivo amarelo.
Aos 65 minutos, temos a segunda substituição da parte do Sporting, com a entrada do jovem Podence – bastante aplaudida pelas bancadas de Alvalade – e a saída de Alan Ruiz. Dois minutos depois, nova substituição, desta vez do lado do Rio Ave, com a entrada de Jaime e a saída de Pedro Moreira do meio campo da equipa do norte.
Passada a barreira dos 70 minutos, o Sporting voltou a tentar agitar a partida e construiu algumas jogadas dignas de registo, mas que acabaram por não dar em qualquer remate perigoso para a baliza de Cássio.
Até à chegada dos 80 minutos, notas apenas para o amarelo dado a Monte e as substituições de Paciência por Guedes e da saída, por lesão, de Adrien Silva e a entrada de Palhinha para o meio campo leonino.
Antes do final do jogo, Gelson faz um falta no vértice da grande área sportinguista, que dá origem a um livre perigoso. O Rio Ave marca, depois de uma desatenção dos centrais do Sporting, mas o golo não conta: Roderick estava fora de jogo. Os quatro minutos de compensação terminaram com um verdadeiro susto para a equipa leonina, mas a vitória ficou assegurada.
De registar a garra da equipa do Rio Ave, que demonstrou vontade de sair de Alvalade com pontos desde o primeiro minuto. Luís Castro volta a revelar mestria e inteligência no que toca a jogar contra os três grandes.
Foto de Capa: Bola na Rede
Artigo da autoria de Mariana Fernandes e Nuno Raimundo
Artigo revisto por: Francisca Carvalho
A FIGURA:

Rui Patrício – O guarda-redes do Sporting realizou o jogo 400 pela equipa principal e leva deste marco uma bonita memória. Esteve impenetrável e voltou a ser dono e senhor das redes leoninas. Impediu o Rio Ave de estar na frente do marcador e segurou a vantagem quando foi preciso. A voar ou com os pés no chão, foi sempre o “São Patrício”.
Foto de Capa: Bola na Rede
Artigo da autoria de Mariana Fernandes e Nuno Raimundo
Artigo revisto por: Francisca Carvalho
O FORA-DE-JOGO:

Ala esquerda do Sporting – Jefferson e Bruno César estiveram mal no jogo de hoje e tornaram a ala esquerda na maior vulnerabilidade da equipa. Os dois brasileiros não conseguiram ser eficientes na recuperação de bola nem perigosos nas transições ofensivas. Bruno César acabou por ser substituído por Bryan Ruiz, que veio dar uma nova estabilidade ao meio-campo sportinguista.
Foto de Capa: Bola na Rede
Artigo da autoria de Mariana Fernandes e Nuno Raimundo
Artigo revisto por: Francisca Carvalho








