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Núcleo Semanal

Penso não estar enganado quando digo que uma das melhores sensações de ir ver um jogo de competição do nosso clube, seja ele qual for, é abraçar um desconhecido depois da marcação de um golo.

Estamos ali num completo estado de nervos por amor, paixão e devoção ao nosso clube. E estes sentimentos têm a sua apoteose quando um dos nossos jogadores põe a bola na baliza. Entramos em loucura, uma total histeria, e perdendo um pouco a noção dos nossos atos, começamos a abraçar a pessoa que está ao nosso lado. Pouco importa se é alto ou baixo, gordo ou magro, africano ou chinês, dread ou betinho. Se está ali a sofrer pela mesma razão que nós, então é um dos nossos.

Depois de ver o resumo do Benfica 4 – 3 Sporting filmado da bancada de leões, fiquei viciado no momento dos festejos do 3º golo leonino. Ali estava espelhada a loucura e a histeria. O alívio por juntos termos conseguido um objetivo comum que 20 minutos antes pareceu tão difícil. Éramos milhares de pessoas que, no auge da nossa felicidade, nos abraçávamos uns aos outros, fossemos compinchas de longa data ou totais desconhecidos, por precisarmos de agarrar com força o próximo e dizer “já está, meu amigo. Já está. Conseguimos.”

Estes abraços fizeram-me lembrar a quantidade de amigos que já fiz graças ao Sporting. Não são conhecidos, são amigos. Fosse através do convívio nas bancadas ou nas rulotes, no seio das claques, no Facebook ou em blogs, pelo Sporting já fiz muitos amigos, de Porto a Faro, que vou mantendo com o tempo. E eu podia até desconhecer os seus nomes, as suas idades, os seus valores e ideologias políticas, os cursos que estudavam ou onde trabalhavam, se eram solteiros ou casados, a viver em Lisboa ou no estrangeiro. A verdade é que tínhamos em comum o amor ao Sporting. E essa é uma união tão forte que poucas diferenças podem separar.

Hoje, quando vou a Alvalade, um local de reunião familiar, já não o faço sem apertar a mão a dezenas de conhecidos e conviver com muitos amigos. Muitas amizades que se formaram por puro Sportinguismo. E todas começaram com um forte abraço.

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