Se tudo correr como previsto (o que é de duvidar, neste ano estapafúrdio), o apito inicial da partida final da época 19/20 será dado às 20h45 de sábado, 1 de agosto do malfadado ano de 2020. A época que por mais tempo se estendeu culmina com a primeira final da Taça de Portugal disputada fora dos dois grandes polos urbanos portugueses – Lisboa e Porto.

O Estádio Cidade de Coimbra, sito, imagine-se, em Coimbra, recebe, então, a 80ª final da história da prova-rainha do futebol (aquele que temos por cá ainda tem este nome, não é? Estranho…) luso. Um número redondo, que encontra companhia num outro: 10. A final 19/20 será a 10ª disputada entre águias e dragões, clubes que têm, respetivamente, 36 e 30 finais da Taça de Portugal no currículo.

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No palmarés, o SL Benfica tem 26 troféus e o FC Porto menos dez, 16. No total, são 42 Taças de Portugal que estarão em campo, o correspondente a cerca de 53% das disputadas em 79 anos de história. Mas, então, quem tem a vantagem histórica e quem tem a vantagem do momento? Seguem cinco dados que podem ajudar a responder a essa dupla questão.

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O desporto bem praticado fascina-o, o jornalismo bem feito extasia-o. É apaixonado (ou doente, se quiserem, é quase igual – um apaixonado apenas comete mais loucuras) pelo SL Benfica e por tudo o que envolve o clube: modalidades, futebol de formação, futebol sénior. Por ser fascinado por desporto bem praticado, segue com especial atenção a NBA, a Premier League, os majors de Snooker, os Grand Slams de ténis, o campeonato espanhol de futsal e diversas competições europeias e mundiais de futebol e futsal. Quando está aborrecido, vê qualquer desporto. Quando está mesmo, mesmo aborrecido, pratica desporto. Sozinho. E perde.                                                                                                                                                 O Márcio escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.