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Os Óscares do Futebol Português de 2018

Tiago Ferreira · 2 min

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Não quisemos deixar passar em claro mais uma noite de glamour e de fascínio, que sempre pauta a noite de entrega dos Óscares. Assim sendo, também nós quisemos galardoar os que mais se destacaram, nas diferentes categorias, ao longo do último ano no nosso tão amado Futebol. Mesmo por entre polémicas e batalhas fora e dentro do campo, também encontrámos vários feitos meritórios e merecedores da tão desejada estatueta. Passemos então a apresentar os vencedores dos Óscares do nosso Futebol.  A todos os vencedores os nossos mais sinceros parabéns.

Melhor filme: “Caldas SC: a Épica Epopeia”

Melhor realizador: Sérgio Conceição: com um elenco “banal” e sem muitos meios à disposição, criou a película mais atractiva do futebol nacional.

Melhor actor: Jonas – Esplêndida interpretação no filme “Ponta de lança ou segundo avançado tanto faz”.

Melhor actor secundário – Marega: Na película “O novo super-herói do dragão”.

Melhor actriz: Ana Borges

Melhor actriz secundária: Cláudia Neto

Melhor argumento original: “Caldas SC: a Épica Epopeia”

Melhor argumento adaptado: “A ideia de jogo do Rio Ave FC “

Melhor montagem: O VAR e a sua capacidade de ver o que mais ninguém vê e de nos deixar ver somente o que quer que seja visto.

Melhor fotografia: Suzane Pires

Nascida no Brasil, mas com dupla nacionalidade, Suzane tem espalhado beleza sempre que a representa a nossa selecção
Fonte: FPF

Melhores efeitos visuais: O abdómen de Diney que ajeitou a bola e se transformou na sua própria mão, e um consequente penalti contra o CS Marítimo.

Melhor caracterização: O penteado de Matheus Pereira

Melhor guarda roupa: Equipamento alternativo do Rio Ave FC

A camisola alternativa do Rio Ave FC não passa despercebida onde quer que seja envergada
Fonte: Rio Ave FC

Melhor maquilhagem: Luís Castro

Melhor filme estrangeiro: «Shoya Nakajima: como colocar o futebol português com os olhos em bico».

Melhor filme animação:  «Gil Vicente: o regresso à 1.ª Liga em 2019/2020».

Melhor documentário: «Como ser solidário? A FPF e os 2 jogos de Portugal, com as receitas para as vitimas dos incêndios».

Melhor curta metragem: «Krovinovic – o jogador (in)substituível».

Melhor cenografia: A Assembleia Geral do Sporting de 17 de Fevereiro de 2018 – o cenário perfeito para Bruno de Carvalho.

Melhor produção artística: Jorge Jesus – Por mais que se queira a “nota artística” andará sempre de mãos dadas com ele.

Foto de Capa: The Academy

Tiago Ferreira

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José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

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