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Rui Mota explica sucesso de Leonardo Jardim: «É um líder que consegue aglutinar, que consegue trazer para o grupo e acho que em qualquer contexto ele acaba por ter sucesso por isso»

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O técnico trabalhou com Leonardo Jardim e elogiou o técnico.

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Em entrevista, o treinador, atualmente no Waldhof Mannheim da Alemanha, falou de Leonardo Jardim, atual treinador do Flamengo, com quem trabalhou no Sporting em 2013/14.

«É verdade que o Leonardo acaba por ter no Sporting o seu primeiro clube grande, mas aquilo que ele já havia evidenciado, a sua ideia de jogo, a forma de trabalhar, era de alguém que tinha qualidade para estar no Sporting. Aprendi muito com ele, assim como com o Marco Silva com o Jorge Jesus. Todos eles aportaram para a minha forma de ver o jogo, a minha forma de interpretar o jogo, de treinar, de liderar, de estar dentro de um balneário. O Jardim é, por exemplo, aquilo que destaco, além da sua forma de jogar, é como ele trabalha no balneário. Há bocado eu dizia que o adjunto era importante no balneário, mas o Leonardo naquele ano era ao contrário. Era ele que estava dentro do balneário, ele que criou uma relação. Vi essa proximidade com os jogadores, a importância que aquilo tem e, sem dúvida alguma, que ele tem essa capacidade. Ele é um líder que consegue aglutinar, que consegue trazer para o grupo e acho que em qualquer contexto ele acaba por ter sucesso exatamente por isso. No Campeonato Brasileiro ele já demonstrou aquilo que é capaz. Acho que este ano tem mais ferramentas do que tinha o ano passado, sinceramente, em termos da qualidade de jogadores que tem ao seu nível. Agora, é sempre um campeonato muito difícil, muito difícil. É um campeonato muito volátil em termos das performances das equipas. É um campeonato muito grande, muito exigente do ponto de vista de calendário. É super, super denso. E depois o Brasil é um continente», destacou Rui Mota, que falou das dificuldades do futebol brasileiro.

«As deslocações, as temperaturas. Nós achamos no Brasil que é só t-shirt e calções. Vai jogar tu a São Paulo, na altura do inverno, e vais ver. Ou vais lá jogar para baixo, para o sul de Florianópolis na altura do inverno, e vais ver. É inverno rigoroso. Nós achamos sempre que é só t-shirt e calçãozinho, mas não é. Depois a qualidade dos relvados. Agora, sem dúvida alguma, aquilo tem jogadores de qualidade por tudo o que é sítio. Acho que disso também tem vindo muito o sucesso do treinador português. Com todo o devido respeito ao treinador brasileiro, acho que aportámos não só em termos de estrutura, como também em premissas táticas e técnicas para a construção do jogador e para melhorar o jogador. Um bocadinho como quando acabam por vir para Portugal. Portugal sempre foi um veículo para esses jogadores. Já vários treinadores como o Klopp e o Guardiola, falam de jogadores que passam por Portugal, e não só os portugueses, e quando chegam à Premier League são diferentes. E isso tem a ver com a nossa abordagem, a nossa forma de treinar e de ver as coisas em Portugal», enquadrou ainda o técnico.

Recorda a entrevista de Rui Mota na íntegra.

Rui Mota chegou ao Sporting em 2012/13, a época do 7º lugar: «Mudámos quatro vezes de treinador e a verdade é que a equipa pouco deu para um clube como o Sporting»

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O técnico recordou a época 2012/13, onde foi analista no Sporting.

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Em entrevista, o treinador, atualmente no Waldhof Mannheim da Alemanha, falou sobre a temporada 2012/13, quando chegou ao Sporting, que terminou em 7.º lugar, como analista.

«Eu diria que esses momentos menos positivos são muito importantes também para nós, porque o futebol não é só ganhar, o futebol não são só rosas. Tem muitas fases em que as coisas não correm bem. Entrei para o Sporting nesse ano, tivemos uma série de treinadores diferentes, as coisas não começaram bem e não acabaram bem. Foram tantas as situações, porque isto não é só um fator. Quando as coisas não correm bem, por norma muda-se o treinador. Nessa época mudámos quatro vezes de treinador, foi o Ricardo [Sá Pinto], foi o Oceano, foi o [Franky] Vercauteren e foi o Jesualdo Ferreira e a verdade é que a equipa pouco deu para um clube como o Sporting. Isso dá que pensar. Houve uma onda negativa por não se ter ganho a Taça de Portugal contra a Académica e acho que isso penalizou muito o início do campeonato. Depois, também os problemas financeiros que o Sporting atravessava na altura, e como é óbvio, isso mexe com muita coisa. Há também aspetos do dia-a-dia que nós vemos, sinais que captando. E estar desperto para esses sinais, para essas situações, é importante para que, mais tarde, quando eles apareçam novamente, nós sabermos interpretá-los e sabermos o que fazer. Agora, não há receitas. Cada grupo é um grupo, cada contexto é um contexto, cada problema é um problema. Ali acho que havia um grande número de situações que não foram favoráveis. Mas sim, acho que as coisas negativas que nós passamos nos preparam muito para o futuro. Sobretudo, estar num clube enorme, com uma pressão enorme por parte da massa associativa, e ter que lidar com isso. Como é que nós damos a volta? Só há uma forma, é trabalhar. Trabalhar, acreditar, procurar soluções, não desistir. Acho que isso é fundamental, não só para o futebol, mas para a vida em geral», referiu Rui Mota, que prosseguiu a reflexão.

«Vive-se com muita intensidade, mas é preciso ter essa capacidade, e muito bem o que referiste, que é conseguir abstrair-se um pouco daquilo que está a acontecer e tentar ter um espectro maior para o perceber. Mas nem sempre é fácil. Depois, no futebol, isto muda de forma muito rápida. Tivemos isso e, no ano seguinte, tivemos um ano fantástico, em que houve muita coisa a mudar. Houve a entrada de um novo presidente, de um novo treinador, um plantel muito remodelado, e depois as coisas começaram bem. Às vezes o futebol é a bola entra ou não entra, a bola bate no poste ou não, o jogador mete o passo certo ou errado. São pequenas coisas. Quando às vezes os treinadores dizem os detalhes, é verdade, às vezes são coisas no detalhe. Esse detalhe não foi trabalhado ou não foi pensado? Muitas vezes foi, só que mais uma vez, isto é um jogo. Quando temos um jogo, não só temos as forças da equipa adversária que encontram as nossas, como também há variáveis muito grandes, porque o futebol é muito díspar. Há muitas variáveis que têm influência no resultado do jogo. Agora, como é óbvio, a reflexão é fundamental. Refletir, perceber, interpretar, mas nunca desesperar. Quando as coisas não estão a correr bem acho que não devemos ir contra a parede. Se as coisas não estão a correr bem, alguma coisa não está bem. A gente até acha que a parede é muito bonita, mas se nós não estamos a conseguir, não é ir contra a parede, vamos por outro lado e tentar de outra forma dar estratégias para a melhoria, mas também dar tempo para essa estratégia. Às vezes, no futebol falta tempo. Isto não como crítica, mas como reflexão. Reparem nas equipas que têm os seus treinadores, época após época, se essas equipas porventura não terão mais sucesso. Porquê?», destacou ainda o treinador.

Recorda a entrevista de Rui Mota na íntegra.

Rui Mota descreve Ricardo Sá Pinto: «Tem um coração enorme e é uma pessoa a quem jamais posso agradecer o suficiente por aquilo que fez por mim»

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O técnico deixou palavras elogiosas para Ricardo Sá Pinto.

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Em entrevista, o treinador, atualmente no Waldhof Mannheim da Alemanha, falou dos vários anos que passou na equipa técnica de Ricardo Sá Pinto.

«Estou muito grato por todos os momentos que passámos juntos. O Ricardo é uma pessoa extremamente apaixonada, primeiro pelo seu trabalho, e depois é uma pessoa super divertida, que também sabe usufruir daquilo que a vida nos dá. Para mim também foi importante, porque nós não podemos estar só a trabalhar, trabalhar, trabalhar, embora não há como fugir a isso, até porque é aquilo que nos preenche. Muitas vezes já estávamos fora do horário de trabalho, juntos em algum lugar, e íamos falando sobre algumas coisas, mas inevitavelmente, porque somos uns apaixonados, acabávamos sempre por discutir questões do futebol e do nosso trabalho. Isso não há forma de evitar. Sobretudo é uma pessoa que me diz muito, não só do ponto de vista profissional, mas também humano. Tem um coração enorme e é uma pessoa a quem jamais posso agradecer o suficiente por aquilo que fez por mim», agradeceu o treinador.

Recorda a entrevista de Rui Mota na íntegra.

Sporting: imprensa italiana liga saída de Francisco Trincão a possível chegada de Yeremay Hernández

O Sporting voltou a ter interesse em Yeremay Hernández. O espanhol pertence aos quadros do Deportivo de A Coruña.

De acordo com Gianluigi Longari, o Sporting voltou a estar interessado em Yeremay Hernández depois de ter selado a venda de Francisco Trincão ao Al Ahli. O espanhol, ainda que não atue precisamente no lugar do internacional português, deve ser comprado com o dinheiro que o conjunto saudita vai pagar pelo médio ofensivo.

Yeremay Hernández atua pela esquerda do ataque, deixando o posto atrás do ponta de lança para Rodrigo Zalazar. Ainda assim, para convencer o Deportivo de A Coruña a libertarem um dos seus craques pode ser uma missão complicada, até porque os galegos estão de volta à La Liga.

O Sporting vai receber quase 40 milhões de euros fixos por Francisco Trincão e o Deportivo de A Coruña pode não ficar satisfeito com a verba. Ainda assim, os leões podem incluir passes de outros atletas na negociação.

Portugal: Cristiano Ronaldo entra nos planos de Jorge Jesus para a Liga das Nações

Jorge Jesus conta com Cristiano Ronaldo para a Liga das Nações. É a próxima competição oficial da Seleção Nacional e começa em setembro.

Cristiano Ronaldo entra nos planos de Jorge Jesus para a Liga das Nações, garante o Maisfutebol. De acordo com a fonte, o técnico de 71 anos, que é o novo selecionador nacional, «está pronto para gerir melhor a utilização do capitão na próxima competição oficial».

A Liga das Nações começará em setembro e Portugal inicia a participação nesta edição, a 24 de setembro contra o País de Gales. Haverá depois jogos contra a Noruega (fora; 27 de setembro), Dinamarca (fora; 1 de outubro) e Noruega (casa; fora de outubro).

A Seleção Nacional jogará depois em novembro as restantes jornadas da fase de grupos da Liga das Nações, diante da Dinamarca e Paíse de Gales.

Jorge Jesus
Fonte: FPF

Rui Mota elogia 2 características no jogador português e destaca: «Quem está na formação não é tão valorizado como deveria ser»

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O técnico falou nas características definidoras do jogador português.

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Em entrevista, o treinador, atualmente no Waldhof Mannheim da Alemanha, falou na importância da adaptabilidade e formação no jogador português.

«A formação dos nossos jogadores, do jogador português, é muito rica. É notório. Nós trabalhamos muito bem desde a formação e acho que, muitas vezes, quem está na formação se calhar não é tão valorizado como deveria ser. Fazemos trabalhos incríveis. E depois o jogador português também tem outra coisa, tem uma capacidade de adaptação muito grande, assim como nós, como treinadores portugueses. Somos normalmente pessoas que cativam, que puxam pelos outros, que trazem energia positiva para o grupo. Gosto de contar com eles. Mas tem que caber depois no perfil do jogador, no perfil do clube e no perfil da cultura também. Obviamente que nós temos capacidade de adaptação, mas há sítios em que é francamente difícil. Faz parte e nós temos de estar preparados para isso. Estive agora no Noah com três portugueses que muito nos ajudaram: o Gonçalo [Silva], o Hélder [Ferreira] e o Bruno [Almeida]. Foram também marcos importantes, mas mais do que serem portugueses, foi pelo seu carácter, pelo seu profissionalismo e por aquilo que deram em termos de qualidade à equipa», elogiou Rui Mota.

Recorda a entrevista de Rui Mota na íntegra.

Rui Mota e a construção do plantel: «Mais do que ter um jogador que seja realmente muito bom, eu prefiro ter dois com qualidade e que sei que vão rivalizar um com o outro»

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O técnico falou na importância da competitividade na construção de um plantel.

Rui Mota foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Em entrevista, o treinador, atualmente no Waldhof Mannheim da Alemanha, falou falou na importância da competitividade nos plantéis que orienta.

«Para mim é fundamental e nos meus projetos procuro sempre passar essa mensagem a quem tem de decidir, porque é importante que haja competitividade em cada uma das posições, ou seja, que ninguém sinta que o lugar é dele. Torna todo o processo muito mais fácil, os próprios exigem muito mais uns aos outros e acaba por haver com muita naturalidade essa competitividade. Depois, quando nós temos que fazer essa gestão, é importante para que a equipa não diminua a sua qualidade também. Para mim, mais do que ter um jogador que seja realmente muito bom, eu prefiro ter dois com qualidade e que sei que vão rivalizar um com o outro, que quando sai um e meto o outro a equipa não quebra. Como é óbvio, quanto mais jogadores nós temos no balneário, maior a insatisfação. O jogador quer jogar, e o jogador normalmente acredita nele, e acha sempre que é melhor que o outro. Nós temos que perceber isso. Normalmente, eu procuro sempre dar oportunidades a todos. Se eu tenho alguém no plantel com quem acho que não vou contar, normalmente procuro sempre arranjar uma solução para esse jogador. Às vezes não é possível, como é óbvio, mas procuro fazer isso para que sinta essa capacidade de resposta em todos os jogadores do plantel, e que eles realmente sintam que eu acredito neles. Mais uma vez vai bater na transparência máxima com quem está à nossa frente», destacou o treinador.

Recorda a entrevista de Rui Mota na íntegra.

Benfica com novidade garantida para a camisola de 2027/28

O Benfica já sabe que a sua camisola de 2027/28 vai contar com pelo menos uma novidade, ainda que falte quase um ano para o anúncio do dorsal.

A Emirates prepara-se para realizar algumas alterações na sua publicidade. De acordo com a Footy Headlines, a companhia de aviação vai retirar o ‘Fly Better’ da estampagem do seu patrocínio.

Assim sendo, os clubes que contam com a publicidade da Emirates, vai contar somente com o nome da marca novas camisolas. O Benfica é um dos emblemas que conta com tal patrocínio, tal como o Real Madrid ou o Arsenal.

Será assim uma das grandes mudanças no que diz respeito ao ‘mundo das camisolas’ no futebol. Porém, durante a época 2026/27 não se vai verificar nenhuma alteração.

PSG renova com internacional espanhol: eis a situação

Fabián Ruiz renova contrato com o PSG por mais uma temporada (com opção de mais um ano). Médio entra na sua quinta época.

Fabián Ruiz renova contrato com o PSG por mais uma temporada com um ano adicional, garante o jornalista Fabrice Hawkins. De acordo com a fonte, já em abril, o médio espanhol de 30 anos prolongou o vínculo e continua assim no clube.

Oficialmente Fabián Ruiz tem contrato válido com o PSG por mais uma temporada até ao verão de 2027. O internacional espanhol chegou em 2022/23 numa transferência a rondar os 22,5 milhões de euros e prepara-se assim para entrar na sua quinta época pelo clube.

Na mente de Fabián Ruiz, o foco deverá estar agora no França x Espanha, pois é já esta terça-feira que as seleções se encontram para as meias-finais do Mundial 2026. O duelo está marcado para as 20h00 e quem passar estará na final.

Regresso ao trabalho no Barcelona trouxe pesadelo: médio descobre que está lesionado e deve falhar os próximos meses de competição

Frenkie de Jong apresentou-se esta terça-feira em Barcelona e os exames médicos realizados trouxeram más notícias.

A pré-temporada do Barcelona arrancou durante esta terça-feira, com os jogadores a realizarem exames médicos. De acordo com o jornal Marca, os testes revelaram uma má notícia. Frenkie de Jong tem uma lesão no joelho direito e pode parar durante quatro meses, falhando parte da La Liga.

O médio neerlandês tem 29 anos e passou por alguns períodos de lesão ao longo da sua carreira. Existe a suspeita de que Frenkie de Jong tenha jogado pelos Países Baixos no Mundial 2026 infiltrado. O Barcelona deve emitir em breve um comunicado a abordar o tema.

Frenkie de Jong está no Camp Nou desde 2019, ano em que foi comprado ao Ajax por 86 milhões de euros. Na última temporada realizou 38 encontros, com um golo marcado e oito assistências.