«Responsabilizo o selecionador nacional por esta derrota», referiu Zlatan Ibrahimovic na condição de comentador da Fox Sports. O antigo futebolista lamentou a decisão de substituir Thibaut Courtois (lesionado) por Senne Lammens, aos 71 minutos.
«Será porque Lammens joga no Manchester United e [Mike] Penders no Estrasburgo? Não é assim que se seleciona um guarda-redes para uma seleção nacional. Especialmente quando se vê o que acontece a seguir», referiu e apontou Lammens como «sobrevalorizado».
O momento que muitos ansiavam chegou com um travo agridoce. A saída de Roberto Martinez do comando técnico da seleção de Portugal estava marcada para o fim do mundial e era vista como um alívio pela maioria dos adeptos, mas, ainda assim, chegou 13 dias antes do que seria ideal. Dos vários nomes considerados para a sucessão, a escolha recaiu sobre Jorge Jesus, que fez na passada sexta-feira a sua primeira conferência de imprensa como selecionador de Portugal.
O técnico português de 71 anos realçou que a média de idades do plantel atual não é um problema e que não planeia pôr em marcha um processo de remodelação. No entanto, e como seria de esperar, afirmou que estará atento ao talento emergente e às figuras que, não tendo participado neste último mundial, poderão constituir mais-valias para o futuro. Neste artigo, falamos de cinco jogadores que se encaixam nesse perfil.
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Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Anísio Cabral – As dúvidas sobre a continuidade de Cristiano Ronaldo na seleção pairam no ar e, se o camisola nove na calha é claramente Gonçalo Ramos, será eventualmente necessário considerar mais opções para essa função. Para os lados da luz, há um jovem que pode ter um lugar nos convocados debaixo de olho, apesar de ainda ser júnior. Todavia, é provável que passe ainda pelos sub-21 antes de ter oportunidade de jogar sob orientação de Jorge Jesus.
Anísio Cabral passou a temporada 2025/26 a alternar entre os sub-19, equipa B e equipa principal das águias e apontou dois golos na Primeira Liga em apenas 42 minutos em campo. Foi também o segundo melhor marcador do mundial de sub-17 conquistado por Portugal em 2025. Um ponta-de-lança clássico com toques de modernidade no que toca à mobilidade, Anísio tem tudo para ser o futuro homem-golo da seleção nacional: presença física, boa ocupação de espaços e, mais importante que tudo, finalização forte.
Afonso Moreira – O jovem extremo natural de Lamego é simultaneamente um dos melhores negócios recentes do Lyon e um dos maiores erros de gestão do Sporting. Vendido ao emblema francês por apenas dois milhões no mercado de verão de 2025, Afonso Moreira demonstrou toda a sua qualidade na Ligue 1, tornando-se peça fulcral no onze de Paulo Fonseca. Os oito golos e 10 assistências em 37 partidas foram também uma ajuda para o investimento do Bayer Leverkusen, que garantiu recentemente a sua contratação por 29,5 milhões de euros.
Portugal não tem falta de qualidade nos flancos, mas por vezes parece haver uma falta de raça característica de quem pensa ter o lugar assegurado. Nada como um jovem decidido a mostrar o que vale para puxar pelo grupo e aumentar os níveis de esforço. Com magia no drible, boa aceleração e condução de bola em espaços curtos, Afonso Moreira pode ajudar a desbloquear jogos e criar algo de diferente quando as ideias escassearem.
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Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Geovany Quenda – Ainda no âmbito dos extremos, a nova contratação do Chelsea também tem necessariamente de estar em cima da mesa. Quenda tem características bastante diferentes das de Afonso Moreira e isso pode ser importante. A aceleração e ataque à profundidade são duas das armas mais perigosas de Geovany Quenda, que muitas vezes aproveita desatenções do adversário para criar individualmente lances de muito perigo.
Com uma leitura de jogo passível de melhorias, o jovem ex-Sporting é ideal para momentos de transição ofensiva e jogo direto. Com potencial de elite e níveis de confiança elevados, tem tendência para partir frequentemente para o drible e pode, com a orientação adequada, ganhar o discernimento que lhe vai permitir resolver jogos com frequência.
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Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Rodrigo Mora – Na fila para a posição de médio criativo com bola, Rodrigo Mora já se estreou pela seleção principal e até não seria uma surpresa absoluta se tivesse viajado até à América do Norte para participar no Mundial. Depois de causar grande impacto no FC Porto de Anselmi (onde faltavam claramente ideias consistentes ou maneiras de as pôr em prática), o jovem dragão perdeu algum protagonismo na primeira época com Francesco Farioli.
A qualidade na circulação de bola do meio-campo português está assegurada, mas neste mundial a capacidade de quebrar linhas adversárias foi escassa. Mora é uma excelente opção para desequilibrar a defesa com bola nos pés, arrastando marcações em espaços curtos e libertando colegas para a finalização. Habituado a partir da esquerda para acabar em zonas mais interiores ou mesmo dentro da área, o prodígio portista pode acrescentar explosão que por vezes falta ao ataque nacional.
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We are delighted to announce the signing of Mateus Fernandes ✍️
Mateus Fernandes – As duas despromoções consecutivas ao Championship, ao serviço de Southampton e West Ham, podem esbater ligeiramente o valor que o médio olhanense acrescentou às duas equipas. Os observadores mais atentos, no entanto, conseguem ver para lá dos resultados coletivos e facilmente concluem que Mateus Fernandes é um dos jogadores portugueses em melhor momento de forma. Os olheiros do Tottenham incluem-se nesse grupo e aconselharam a direção a desembolsar a módica quantia de 99 milhões de euros para garantir os serviços do médio português.
Aos 22 anos, Mateus combina qualidade com bola, inteligência e experiência significativa num dos campeonatos mais intensos do mundo. Sendo um jogador muito versátil, poderá ser visto com bons olhos por Jesus, que afirmou querer um meio-campo mais dinâmico. Martinez preferiu Rúben Neves e Samu Costa, mas as portas da seleção podem voltar a abrir-se em breve para Mateus, depois da estreia feita em Atlanta, em março deste ano.
Diogo Leite recusou uma proposta do Al Diriyah, de Bruno Lage. Futuro do defesa-central português continua incerto.
Diogo Leite rejeitou uma proposta do Al Diriyah, garante o jornalista Gianluca Di Marzio. De acordo com a fonte, o emblema orientado por Bruno Lage apresentou uma oferta forma, mas o defesa português decidiu não prosseguir as negociações.
Gianluca Di Marzio refere que o futuro de Diogo Leite continua, desta forma, incerto. O defesa-central de 27 anos esteve, nos últimos anos, ao serviço do Union Berlin (Bundesliga) e registou 25 jogos nesta passada temporada 2025/26.
Diogo Leite passou pela formação do FC Porto, subiu à equipa principal e chegou a ser emprestado ao Braga. Pelo Union Berlin, o defesa português somou 136 jogos oficiais disputados, nos quais apontou dois golos e efetuou três assistências.
«Após reunião do Comité Executivo da FSF, no sábado, decidiu-se iniciar o procedimento para a destituição do selecionador nacional, Pape Thiaw, e de todo o seu corpo técnico», pode ler-se no comunicado da Federação Senegalesa de Futebol, que aborda a decisão.
«A decisão surge na sequência da eliminação da seleção senegalesa» e «após uma exaustiva avaliação aos resultados desportivos e às perpetivas da equipa», lê-se ainda.
O Senegal terminou em 3.º lugar no Grupo I com três pontos, atrás da Noruega (6P) e da França (9P). Nos 16 avos de final do Mundial 2026, os ‘Leões de Teranga’ foram eliminados pela Bélgica, num jogo em que estiveram a ganhar por 2-0 e perderam por 3-2, já no prolongamento.
Merci, Coach Pape Thiaw.
Les chemins se séparent aujourd’hui, mais les souvenirs et l’héritage que vous laissez continueront d’inspirer.
Nous vous souhaitons pleine réussite pour la suite de votre parcours.
A chegada de Jorge Jesus à seleção representa o início de um novo ciclo, marcado por grandes expectativas e pela necessidade de tomar decisões exigentes. Conhecido pela sua personalidade forte, pela exigência e por uma identidade de jogo bem definida, terá como missão potenciar o talento disponível e construir uma equipa competitiva. Para alcançar esse objetivo, terá pela frente cinco desafios fundamentais que poderão definir o sucesso da sua passagem pela seleção.
O primeiro passa por colocar os estatutos em segundo plano, privilegiando a meritocracia na escolha dos jogadores. As convocatórias e as opções para o onze inicial deverão assentar no momento de forma, no compromisso e no rendimento de cada atleta, independentemente do nome, da experiência ou do estatuto que possuam dentro do grupo.
Em seguida, será essencial encontrar uma simbiose entre a qualidade técnica e a capacidade de trabalho. A equipa terá de conseguir conciliar o talento individual com intensidade, rigor tático e espírito de sacrifício, garantindo um equilíbrio sólido entre criatividade ofensiva e compromisso defensivo.
Outro desafio decisivo é criar uma identidade e uma forma de jogar clara. Jorge Jesus terá de implementar um modelo de jogo reconhecível, sustentado em princípios bem definidos, para que a seleção apresente consistência, personalidade e capacidade de adaptação aos diferentes contextos competitivos.
Fonte: Al Nassr
Paralelamente, será importante definir as lideranças dentro do grupo. Identificar os jogadores que assumirão o papel de referências, tanto dentro como fora de campo, permitirá criar uma hierarquia saudável e fortalecer um balneário unido, preparado para responder nos momentos de maior pressão.
Por fim, a aposta na renovação através dos jovens será determinante para assegurar a continuidade e o futuro da seleção. A integração gradual de novos talentos, como Rodrigo Mora, Mateus Fernandes e Geovany Quenda, deverá ser feita sem comprometer a competitividade imediata, encontrando um equilíbrio entre a experiência dos jogadores mais veteranos e a irreverência das novas gerações.
Em conclusão, a chegada de Jorge Jesus representa uma oportunidade para iniciar um novo ciclo na seleção, assente na exigência, na meritocracia e numa identidade de jogo bem definida. A forma como conseguir gerir os estatutos, equilibrar talento e capacidade de trabalho, criar uma equipa com princípios claros, definir lideranças e integrar os jovens talentos será determinante para o sucesso deste projeto. Se superar estes desafios, poderá construir uma seleção mais forte, unida e preparada para competir ao mais alto nível.
O Galatasaray fechou a contratação de Lesley Ugochukwu ao Burnley. Mudança acontece com um pacote abaixo dos 30 milhões de euros.
Lesley Ugochukwu vai ser jogador do Galatasaray, garante Fabrizio Romano. De acordo com a fonte, o médio de 22 anos deixa o Burnley ao fim de uma temporada e vai reforçar o emblema da Turquia, num pacote abaixo dos 30 milhões de euros.
Em 2025/26, Lesley Ugochukwu registou 38 jogos, marcou três golos e deu duas assistências ao serviço do Burnley, clube que foi despromovido da Premier League. Antes dessa experiência, o médio de 22 anos também jogou no Southampton e no Chelsea, em Inglaterra.
Lesley Ugochukwu foi formado no Rennes e chegou a jogar na equipa principal, antes de reforçar o Chelsea a troco de 27 milhões de euros.
🚨🟡🔴 Here we go, confirmed: Lesley Ugochukwu will sign his contract at Galatasaray shortly.
João Prates está na Tribuna VIP do Bola na Rede. É treinador de futebol, licenciado em Psicologia do Desporto e está no seu espaço de opinião no nosso site. O técnico de 52 anos já orientou o Dziugas da Lituânia, o Vaulen da Noruega e o Naft Maysan, do Iraque, e esteve na formação do Al Batin e Hajer Club da Arábia Saudita.
A eliminação de Portugal no Mundial foi recebida como uma enorme desilusão e é compreensível. Quando uma seleção apresenta jogadores de excelência, muitos deles protagonistas nos melhores campeonatos do mundo, a expectativa não pode ser baixa.
Mas talvez seja necessário fazer uma pergunta mais incómoda, Portugal foi verdadeiramente uma desilusão ou fomos nós que vivemos demasiado tempo dentro de uma ilusão perante aquilo que sempre foram as ideias de Martinez e a forma como geriu o grupo?
Portugal chegou ao Mundial com qualidade individual para disputar a competição até ao fim, mas nunca apresentou uma identidade coletiva suficientemente clara. Em demasiados momentos, não se percebeu que equipa queria ser, como pretendia atacar, de que forma queria pressionar ou como desejava controlar os diferentes momentos do jogo.
Uma seleção pode variar a estrutura, adaptar-se ao adversário e alterar comportamentos, isso faz parte do futebol de alto nível, o que não pode acontecer é ir para um mundial sem uma identidade definida.
Existiram problemas evidentes na interligação entre as várias fases do jogo. A construção nem sempre tinha continuidade na criação, passes para o lado e para trás. A pressão ofensiva não estava devidamente ligada à organização defensiva e faltava definição de como pressionar e Portugal não tem jogadores com características para perseguições longas. Fruto de Martinez ao querer fazer a posse, fazia com jogadores muito afastados e quando a equipa perdia a bola, os setores ficavam demasiado expostos e distantes.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
A forma como uma equipa ataca condiciona a forma como defende. A forma como pressiona condiciona a capacidade de recuperar a bola. A ocupação dos espaços com bola influencia aquilo que acontece no instante da perda.
Portugal raramente conseguiu estabelecer essas ligações de forma consistente.
Também houve um problema na escolha dos perfis para executar determinadas funções. Em vários momentos, as tarefas pedidas aos jogadores não pareciam compatíveis com as suas características.
Como treinador defendo que um modelo de jogo não deve ser construído apenas a partir de uma ideia teórica do treinador, deve ser construído a partir daquilo que os jogadores conseguem executar com qualidade tirando o melhor das suas características. Esse princípio parece simples, mas é decisivo.
Bruno Fernandes é um dos melhores médios portugueses da sua geração, tem visão, qualidade de passe, chegada à área, remate e capacidade para acelerar o jogo, mas Bruno não é, na sua essência, um segundo avançado. Bruno precisa de ver o jogo de frente.
Fonte: Edmilson Monteiro / Bola na Rede
Precisa de participar na construção, receber entre linhas, enquadrar-se com a baliza e ter liberdade para encontrar passes que eliminem adversários. Quando é colocado demasiado perto dos avançados, perde influência na organização e passa a receber muitas vezes de costas, em zonas onde as suas melhores características ficam limitadas.
Portugal dizia ter um dos melhores meios-campos do mundo. Talvez tivesse, em termos individuais e nos seus clubes, mas na seleção é preciso algo diferente. Joga-se através de relações, posicionamentos, timings e complementaridade.
Apesar da qualidade existente, Portugal apresentou frequentemente um jogo monótono, de baixo ritmo, baseado em sucessivos passes laterais e para trás, circular a bola não é um problema, o problema surge quando a circulação não tem intenção.
Ter posse não é apenas manter a bola, ter posse é mover o adversário, criar dúvidas, atrair pressão e encontrar o momento certo para acelerar. Portugal circulava, mas raramente feria.
Faltou jogo interior, faltaram passes verticais, faltaram jogadores capazes de receber entre linhas e, sobretudo, faltou coragem coletiva para procurar passes que quebrassem a estrutura adversária.
Fonte: Edmilson Monteiro / Bola na Rede
A bola chegava muitas vezes aos corredores laterais, regressava para trás e voltava ao lado contrário, sem que existisse uma verdadeira alteração do cenário ofensivo. Posse sem objectivo de ferir o adversário, controlo aparente, mas sem criar perigo real.
Perante blocos organizados defensivamente, Portugal revelou dificuldades em criar desequilíbrios através de movimentos coordenados. Faltaram combinações por dentro, tabelas, movimentos de atração e rutura, entradas dos médios em zonas de finalização e melhores relações entre laterais, extremos e jogadores interiores.
Também a pressão alta mostrou fragilidades, pressionar alto não significa apenas colocar jogadores perto da área adversária e correr na direção da bola.
Uma pressão eficaz exige mecanismos definidos, é necessário saber quem inicia, quem fecha a linha de passe interior, quem controla o lateral, quem protege o espaço atrás da primeira linha e qual é o sinal coletivo para avançar. Portugal pressionava, muitas vezes, de forma individual e não coletiva.
Fonte: FIFA
Defensivamente, Portugal foi uma equipa demasiado vulnerável para quem ambicionava conquistar um Campeonato do Mundo. As exibições de Diogo Costa não demonstraram apenas a qualidade do guarda-redes, demonstraram também quantas vezes Portugal permitiu que os adversários chegassem a zonas de finalização.
Quando o guarda-redes se torna uma das figuras constantes da equipa, isso deve obrigar-nos a olhar para aquilo que acontece à sua frente.
Faltou controlo da profundidade, faltou agressividade na zona da bola, faltou proteção à entrada da área, e faltou capacidade para impedir que o adversário chegasse com demasiada facilidade ao último terço.
Por fim, deve ser analisada a leitura de jogo e a gestão dos jogadores por parte de Roberto Martinez. Um selecionador não é apenas responsável pela ideia inicial, é responsável pela capacidade de perceber o que o jogo está a pedir.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Tem de identificar quando a equipa perdeu o controlo, quando um jogador deixou de oferecer o que o plano exige, quando é necessário acelerar, mudar a estrutura, corrigir uma relação posicional ou alterar o perfil de quem entra.
A gestão dos jogadores também deve ser feita com base na complementaridade e não apenas na hierarquia ou no estatuto, uma seleção não pode ser construída para acomodar todos, tem de ser construída para competir melhor.
Isso exige decisões difíceis, exige escolher quem serve o coletivo, quem se adapta à função e quem oferece as características necessárias para cada contexto do jogo.
Portugal tinha talento suficiente para ir mais longe, por isso, talvez esta eliminação não tenha sido apenas uma desilusão, talvez tenha sido o fim de uma ilusão. A ilusão de que ter grandes jogadores é o mesmo que ter uma grande equipa. Não é.
Uma grande equipa reconhece-se pela identidade, pela ligação entre os momentos do jogo, pela clareza das funções, pelas relações interpessoais criadas, pela intensidade competitiva e pela capacidade de encontrar soluções quando o plano inicial deixa de funcionar. Portugal tinha os jogadores mas não construiu a equipa.
Carlos Carvalhal foi oficializado como o novo treinador do Famalicão. Técnico português assinou um contrato válido por apenas uma temporada.
Com a saída de Hugo Oliveira para o Estrasburgo já confirmada, o Famalicão anunciou a contratação de Carlos Carvalhal como sucessor. O treinador português de 60 anos assinou um contrato válido por apenas uma temporada.
Carlos Carvalhal estava livre no mercado desde que deixou o comando do Braga em 2024/25, possuindo já uma vasta experiência na Primeira Liga, com passagens por Aves, Belenenses, Beira-Mar, Vitória FC, Marítimo, Rio Ave e Sporting.
O novo treinador do Famalicão será apresentado aos adeptos numa conferência de imprensa agendada para as 12h15 desta segunda-feira, dia 13 de julho, no Auditório do Centro de Treinos do Futebol Clube de Famalicão.
𝗖𝗮𝗿𝗹𝗼𝘀 𝗖𝗮𝗿𝘃𝗮𝗹𝗵𝗮𝗹 é o novo treinador do FC Famalicão Bem-vindo Mister 💙
Este sábado, o Estrasburgo anunciou a contratação de Hugo Oliveira. Treinador português deixou o Famalicão ao fim de duas temporadas.
Hugo Oliveira foi anunciado como o novo treinador do Estrasburgo. O técnico português de 47 anos prepara-se para iniciar a sua primeira experiência no comando de uma equipa fora de Portugal, depois de dois anos na liderança do Famalicão.
Depois de uma primeira fase carreira como treinador de guarda-redes em clubes como o Benfica, Everton e Fulham, Hugo Oliveira teve primeira oportunidade como treinador principal no clube minhoto, acabando por superar todas as expectativas com um quinto lugar histórico na Primeira Liga em 2025/26.
Em entrevista aos meios do clube, Hugo Oliveira prestou as primeiras declarações como técnico do Estrasburgo:
«É uma honra estar aqui em Estrasburgo e fazer parte de um projeto tão bonito, onde a história e a ambição se combinam na perfeição. Quero proporcionar emoções, criar memórias e dar o meu melhor para ajudar o clube a continuar a crescer. Vamos lá!!».
Hugo Oliveira nommé entraineur du Racing Club de Strasbourg Alsace 🆕💙
Le communiqué 👇
— Racing Club de Strasbourg Alsace (@RCSA) July 12, 2026
No dia seguinte à derrota no Algarve frente ao Flamengo, Gianluca Prestianni deixou uma mensagem nas redes sociais.
Gianluca Prestianni foi alvo de várias entradas duras dos jogadores do Flamengo, durante a derrota do Benfica por 2-1 no Troféu do Algarve. Através de uma história no perfil de Instagram, o internacional argentino abordou o assunto:
«Não responder a uma provocação também pode ser uma questão de caráter. Não por falta de força, mas porque aprendemos que algumas discussões só pretendem fazer-nos perder a calma, a dignidade e o respeito por nós próprios. A elegância consiste também em não descer ao nível de qualquer pessoa».
Nas entrevistas rápidas após o encontro, Samuel Lino e Emerson Royal comentaram a intensidade dos duelos com Gianluca Prestianni, relembrando o caso do jovem de 20 anos com Vinícius Júnior na Champions League.
Fonte: Instagram de Gianluca Prestianni (@gianlucaa_11)