Ricardo Horta esteve presente em conferência de imprensa e falou sobre vários temas. Lê as declarações do jogador do Braga.
Ricardo Horta deu a cara na primeira conferência de imprensa desta pausa internacional. O internacional português do Braga, que regista esta época 19 golos e 10 assistências, está de regresso à convocatória da Seleção Nacional e falou sobre a convocatória de Paulinho:
Ricardo Horta esteve presente em conferência de imprensa e falou sobre vários temas. Lê as declarações do jogador do Braga.
Ricardo Horta deu a cara na primeira conferência de imprensa desta pausa internacional. O internacional português do Braga, que regista esta época 19 golos e 10 assistências, está de regresso à convocatória da Seleção Nacional, reagiu a elogios de Roberto Martínez e foi questionado sobre o primeiro jogo de Portugal, que é contra o México:
«É sempre bom ouvir os elogios do selecionador, também concordo que é a minha melhor fase na temporada. Acho que se deve também ao percurso que temos tido no clube e é com muito apreço que ouço esses elogios e também concordo com eles. Em relação ao primeiro jogo, ainda não falámos nada acerca do adversário, chegámos e juntámo-nos há pouco tempo e certamente iremos falar sobre isso. A expetativa é de fazer um bom jogo, ver como estamos nas condições climatéricas do México e vai ser para isso».
O FC Porto passou num dos testes mais difíceis da Primeira Liga e, talvez, no mais exigente a nível teórico desta fase final da temporada no panorama nacional. A equipa de Francesco Farioli derrotou o Braga por 2-1, no encontro relativo à 27.ª jornada da competição, e consolidou a liderança da tabela classificativa, com mais sete pontos do que Sporting (menos um jogo) e Benfica, que ocupam o segundo e terceiro lugar.
Perante duas equipas muito semelhantes no que toca à pressão homem a homem e à forma como condicionam a primeira fase de construção adversária com vários jogadores, esperava-se um jogo particularmente parecido ao da primeira volta, no Estádio do Dragão. Ainda assim, a grande diferença entre ambas está na forma como encaram a posse de bola: o FC Porto apresenta-se como uma equipa mais camaleónica, capaz de se ajustar às diferentes fases do jogo, enquanto o Braga privilegia a posse, sendo através dela que se sente mais confortável.
No plano tático, Carlos Vicens ajustou a equipa na primeira fase de pressão. O Braga é uma equipa que procura pressionar alto desde o início da construção adversária, mas, perante o FC Porto, adaptou-se, posicionando Pau Víctor e Rodrigo Zalazar na primeira linha. Conhecendo a qualidade de Diogo Costa com os pés e a sua importância na construção – muitas vezes criando um losango para garantir superioridade e linhas de passe -, o treinador espanhol optou por direcionar a pressão aos centrais. Quando a bola chegava ao guarda-redes português, este raramente era pressionado de forma agressiva, surgindo apenas uma pressão de fora para dentro, com o objetivo de o forçar ao jogo direto e impedir a ligação com o central do lado contrário ou com Alan Varela, que foi sendo vigiado por Ricardo Horta.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Por sua vez, o FC Porto também alterou a sua forma de pressionar a primeira fase de construção. Em vez da habitual primeira linha com dois jogadores (ponta de lança e extremo) para orientar a pressão para um dos lados, apresentou uma abordagem mais agressiva ao portador. Sabendo da qualidade técnica do Braga e da sua capacidade de manter a posse, Francesco Farioli optou por uma primeira linha de quatro jogadores a pressionar alto, com os extremos e Gabri Veiga a juntarem-se a Deniz Gul.
Perante este cenário, Florian Grillitsch (um dos melhores elementos do Braga no encontro) desceu várias vezes entre os centrais para iniciar a construção. Ainda assim, perante a marcação individual e a pressão homem a homem do FC Porto – que também incluía o guarda-redes Lukas Hornicek, pressionado por Oskar Pietuszewski de fora para dentro -, o Braga optou frequentemente pelo jogo direto, mas de forma trabalhada, procurando explorar o espaço nas costas da linha defensiva portista. Com Pau Víctor a baixar muitas vezes até ao meio-campo bracarense e Jakub Kiwior a acompanhar essa referência, Rodrigo Zalazar assumiu-se como o jogador mais adiantado, com a missão de esticar a equipa e atrair Jan Bednarek, criando maior distância entre setores e promovendo situações de 1×1, potenciadas também pela sua capacidade física.
Para além das diagonais de Rodrigo Zalazar, o Braga procurou explorar, através do jogo direto, o espaço nas costas do corredor esquerdo do FC Porto. Víctor Gómez e, por vezes, o próprio Pau Víctor tentaram tirar partido do posicionamento mais adiantado de Zaidu, que estava envolvido na pressão à construção bracarense.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Apesar destas nuances, foi o FC Porto a entrar mais forte no encontro, conseguindo várias vezes aproximar-se da baliza de Lukas Hornicek, ainda que sem grande eficácia na finalização. A partir dos 15 minutos, o Braga conseguiu equilibrar a partida, muito por ação de um Rodrigo Zalazar mais interventivo, a conduzir bola até zonas mais adiantadas e foi tendo também as suas chegadas à área azul e branca.
Outra nuance evidente foi a menor mobilidade de Diego Rodrigues, em comparação com o jogo frente ao Sporting. Nesse encontro, partindo da ala esquerda, procurava frequentemente zonas interiores e até o corredor contrário para gerar superioridades. Frente ao FC Porto, apesar de também aparecer em zonas interiores (com Rodrigo Zalazar na largura), teve menos envolvido no processo ofensivo da equipa. Essa menor dinâmica acabou por retirar alguma imprevisibilidade ao jogo ofensivo do Braga na primeira parte.
Ainda assim, a equipa minhota entrou mais forte na segunda parte e chegou à vantagem aos 54 minutos, por Rodrigo Zalazar, na conversão de uma grande penalidade assinalada por falta de Gabri Veiga sobre Niakaté. Perante a adversidade, o FC Porto respondeu como uma equipa candidata ao título. Na sequência de um passe longo de Jakub Kiwior, Oskar Pietuszewski ganhou as costas de Gabriel Moscardo e assistiu William Gomes para o empate ao minuto 69′.
Fonte: FC Porto
Destaque para o posicionamento de Terem Moffi, que baixou no momento do passe de Kiwior, arrastando consigo o central do Braga. Esse movimento abriu espaço para a progressão de Pietuszewski em direção à área. Uma das grandes diferenças do FC Porto nesta fase da temporada, face a momentos anteriores, tem sido a maior participação dos extremos em diagonais e ruturas, ao invés de uma dependência dos médios interiores, algo que já cheguei a mencionar num dos textos anteriores sobre a importância dos extremos terem o papel mais ativo nesse sentido para maior variabilidade.
Os dragões concretizaram a reviravolta no marcador ao minuto 80′, com Seko Fofana a aproveitar uma segunda bola para colocar a equipa em vantagem pela primeira vez no encontro. Apesar das tentativas de ambas as equipas, o marcador manteve-se até ao final, garantindo ao FC Porto mais três pontos importantes na luta pelo título de campeão nacional.
No final do encontro, tive a oportunidade de colocar uma questão a Carlos Vicens, onde abordei a intenção do jogo direto. O técnico destacou a forte capacidade do FC Porto na pressão individual e a importância de ter jogadores na segunda linha a explorar a profundidade através de movimentos diagonais.
Infelizmente, não foi possível questionar Francesco Farioli, mas a intenção passaria por perceber o objetivo das alterações na primeira fase de pressão, com uma linha composta por mais jogadores, e também o papel de Diogo Costa na construção, tendo em conta a menor agressividade na pressão sobre o guarda-redes dos azuis e brancos.
Rodrigo Lima
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: O FC Porto pressionou a primeira fase de construção do Braga com uma linha de quatro e vimos várias vezes a equipa a tentar explorar o espaço nas costas. Eu gostaria de lhe perguntar o porquê da preferência pelo jogo direto nessa primeira fase e o objetivo das diagonais do Víctor Gómez e do Rodrigo Zalazar e do Pau Victor nesse sentido?
Carlos Vicens: A pressão do FC Porto é homem a homem e, quando isso acontece, é importante tentar explorar o 11×10 que se cria, aproveitando o Lukas Hornicek como jogador extra. O que procurámos dar à equipa foi, numa primeira fase, opções de passe que permitissem explorar o jogo entre linhas e, depois, em determinados momentos, que um jogador da segunda linha atacasse a profundidade. Outra solução passou por utilizar o Rodrigo Zalazar, que hoje foi o jogador mais adiantado, tirando partido da sua capacidade física para nos fixarmos no meio-campo adversário. Foi uma abordagem diferente daquela que preparámos frente ao Ferencvaros, onde utilizámos mais o Gabri Martínez nesse tipo de diagonais. Desta vez, optámos por guardar essa solução para o decorrer do jogo, procurando tê-lo mais fresco numa fase mais adiantada. Ainda assim, conseguimos criar algumas situações de potencial perigo e estar mais tempo no meio-campo adversário. No entanto, na primeira parte não conseguimos encontrar o Diego Rodrigues com regularidade. Tivemos de esperar pelo intervalo para ajustar e tentar potenciar melhor o seu contributo nos primeiros minutos da segunda parte. Mais tarde, lançámos o Gabri para acrescentar uma opção na profundidade, no 1×1 e na presença em zonas de finalização. Apesar disso, acabámos por conseguir explorar menos vezes essas situações do que gostaríamos. Ainda assim, é por aí que faço a análise às questões que me colocaste.
Infelizmente, não nos foi concedida a oportunidade de fazer uma questão a Francesco Farioli, treinador do FC Porto.
Ricardo Horta esteve presente em conferência de imprensa e falou sobre vários temas. Lê as declarações do jogador do Braga.
Ricardo Horta deu a cara na primeira conferência de imprensa desta pausa internacional. O internacional português do Braga, que regista esta época 19 golos e 10 assistências, está de regresso à convocatória da Seleção Nacional e foi questionado sobre o que preferia: vencer a Europa League pelo Braga ou ser campeão do mundo por Portugal.
«Se uma delas acontecer já é muito bom. Não vou responder para não comprometer nada, claro que seria um orgulho ganhar a Europa League pelo Braga, mas acho que ganhar o Campeonato do Mundo pelo país acho que é algo inigualável. Portanto, se metermos isto por percentagem, meto 60% para ganhar o Mundial e 40% para a Europa League», disse, num ambiente descontraído.
Ricardo Horta esteve presente em conferência de imprensa e falou sobre vários temas. Lê as declarações do jogador do Braga.
Ricardo Horta deu a cara na primeira conferência de imprensa desta pausa internacional. O internacional português do Braga, que regista esta época 19 golos e 10 assistências, está de regresso à convocatória da Seleção Nacional e foi questionado sobre se está confiante de que poderá integrar a lista final para o Mundial 2026:
«Vou fazer por isso. Tal como após essa não chamada para o Euro, eu continuei a trabalhar, procurei tentar fazer o meu melhor para voltar a este espaço. Agora digo o mesmo. Voltei passado 2/3 anos, claro que é uma ambição de estar novamente a participar num Mundial pela Seleção Nacional. É um objetivo pessoal e é para isso que vou trabalhar no clube, para poder ser chamado na convocatória final».
Ricardo Horta esteve presente em conferência de imprensa e falou sobre vários temas. Lê as declarações do jogador do Braga.
Ricardo Horta deu a cara na primeira conferência de imprensa desta pausa internacional. O internacional português do Braga, que regista esta época 19 golos e 10 assistências, está de regresso à convocatória da Seleção Nacional e começou por dizer o seguinte:
«Confesso que já tinha saudades de pisar este espaço, voltar a estas instalações, estar com a equipa. Vejo esta chamada com sinal de que estou a fazer bem o meu trabalho, sinal de responsabilidade e de muito orgulho por voltar aqui à Seleção Nacional».
Ricardo Horta foi questionado sobre se está confiante de que poderá integrar a lista final para o Mundial 2026:
«Vou fazer por isso. Tal como após essa não chamada para o Euro, eu continuei a trabalhar, procurei tentar fazer o meu melhor para voltar a este espaço. Agora digo o mesmo. Voltei passado 2/3 anos, claro que é uma ambição de estar novamente a participar num Mundial pela Seleção Nacional. É um objetivo pessoal e é para isso que vou trabalhar no clube, para poder ser chamado na convocatória final».
Vencer a Europa League pelo Braga ou ser campeão do mundo por Portugal?
«Se uma delas acontecer já é muito bom. Não vou responder para não comprometer nada, claro que seria um orgulho ganhar a Europa League pelo Braga, mas acho que ganhar o Campeonato do Mundo pelo país acho que é algo inigualável. Portanto, se metermos isto por percentagem, meto 60% para ganhar o Mundial e 40% para a Europa League», disse, num ambiente descontraído.
Ricardo Horta reagiu a elogios de Roberto Martínez e foi questionado sobre o primeiro jogo de Portugal, que é contra o México:
«É sempre bom ouvir os elogios do selecionador, também concordo que é a minha melhor fase na temporada. Acho que se deve também ao percurso que temos tido no clube e é com muito apreço que ouço esses elogios e também concordo com eles. Em relação ao primeiro jogo, ainda não falámos nada acerca do adversário, chegámos e juntámo-nos há pouco tempo e certamente iremos falar sobre isso. A expetativa é de fazer um bom jogo, ver como estamos nas condições climatéricas do México e vai ser para isso».
«Acho que não há pressão, há sim responsabilidade. Se estamos neste espaço e entre os convocados, é porque de bom e consistente fizemos. É por isso que estou aqui. Tenho feito épocas consistentes, números bons no clube que me levam a estar aqui. Quero disfrutar ao máximo desta chamada. É um objetivo pessoal mostrar ao selecionador que sou capaz de estar na convocatória final para o Mundial», disse também Ricardo Horta.
Ricardo Horta ficou questionado sobre se há algum sentimento de mágoa quando fica de fora e se acredita que Portugal tem, neste momento, o melhor plantel do mundo:
«Não sinto mágoa. Temos uma seleção recheada de qualidade. Somos uma das melhores do mundo, mas dentro do campo é que se mostra isso. Temos grandes individualidades, e não guardo mágoa de não ser chamado porque sei que há muita qualidade, que o selecionador deve ter muitas dores de cabeça quando faz uma convocatória. Tenho de fazer o meu trabalho para estar neste lote restrito. Se estou aqui é porque as coisas correram bem. Portugal tem uma seleção recheada de talento e experiência, que pode ir longe no Mundial. Tive a sorte de participar no Mundial em 2022, acho que ficou algo por fazer e neste Mundial pode ser feito».
Ricardo Horta falou sobre a convocatória de Paulinho:
«Confesso que ainda não falei com ele, mas estou muito satisfeito e feliz pela chamada do Paulinho».
«Sempre acreditei que podia ser chamado. Se as coisas correrem bem e o meu desempenho individual for bom, acho sempre que posso entrar neste lote. As coisas têm corrido bem a nível pessoal. Estou aqui e quero demonstrar neste espaço o que tenho vindo a fazer no clube. Esse é meu objetivo», referiu também Ricardo Horta.
Ricardo Horta foi questionado sobre se acredita que o FC Porto, caso seja campeão, seria um justo campeão:
«Não queria estar muito a falar de clubes. Foi um bom jogo, tive a oportunidade de dar os parabéns ao FC Porto pela vitória, mas quero centrar-me na seleção».
«Conversa com Roberto Martínez? Ainda não tive conversa com treinador, sei que ele me foi observar no jogo da Liga Europa salvo erro, mas certamente que vamos falar», disse também Ricardo Horta.
Ricardo Horta foi questionado sobre o seu atual momento de forma em comparação com a chamada para o último Mundial:
«Sinto que estou mais velho, mais experiente. Em relação a momento de forma, acho que não. As carreiras dos futebolistas são assim, há momentos bons e maus, há altos e baixos Há momentos em que o nosso desempenho não é tão bom como o que esperaríamos. Mas acho que neste momento, tal como no último Mundial, é um momento bom da minha carreira, em que estou a mostrar o meu futebol ao mais alto nível e qualquer uma das duas chamadas são justas».
Ricardo Horta foi questionado sobre o que acredita que poderá oferecer taticamente nesta convocatória, que contou com vários jogadores no ataque:
«Posso acrescentar o que tenho feito no clube. Gosto de jogar perto da baliza, contribuo com golos e assistências para a equipa. Penso mais no coletivo do que na individualidade. É isso que venho demonstrar na seleção. Sou competitivo, que gosta de ajudar a equipa e é isso que podem contar comigo e esperar de mim neste espaço».
Como festejou a Liga das Nações?
«Foi normal. Festejei, como eles festejaram dentro do campo. Estava no Algarve e festejei como eles. Quando não estou convocado sou português, um adepto, que quer sempre que a seleção ganhe, estando ou não na convocatória. Esse meu desejo é o mesmo seja quando sou convocado, seja quando estou a assistir aos meus colegas de fora».
Ricardo Velho vai treinar esta segunda-feira com a Seleção Nacional. Diogo Costa está a ser avaliado pelo departamento clínico da FPF.
Ricardo Velho vai treinar com a Seleção Nacional na primeira sessão de trabalhos deste estágio e sabe-se que Diogo Costa está a ser avaliado pelo departamento clínico da Federação Portuguesa de Futebol. A informação foi transmitida pelo organismo português.
Ricardo Velho está atualmente emprestado pelo Farense ao Gençlerbirligi. O guarda-redes de 27 anos leva 17 jogos pelo emblema da Turquia, tendo ainda realizado três partidas pelo clube português no início da temporada.
Luis Godinho revolta-se contra agressões a árbitros nas distritais e avisa que a impunidade conduzirá a uma tragédia.
Luís Godinho recorreu esta segunda-feira às redes sociais para manifestar a sua profunda indignação face aos recentes episódios de violência contra árbitros nos escalões distritais. Em causa estiveram agressões registadas em Lagoa, Ponte de Frielas e Vieira do Minho, situações que o juiz classificou como um «padrão» inaceitável. Na sua publicação feita no Instagram, o árbitro foi direto e lançou um apelo às autoridades desportivas:
«Basta, basta, basta. O que aconteceu este fim de semana nos campeonatos distritais não é apenas lamentável é vergonhoso. Revoltante. Inaceitável. Mais três árbitros agredidos. Mais três episódios de violência num espaço que deveria ser de formação, respeito e educação», escreveu o português.
Para o árbitro, a sucessão de agressões e ameaças reflete uma normalização da violência que decorre, em larga medida, da falta de policiamento e da consequente impunidade nos campos de futebol. Luís Godinho deixou ainda um aviso sombrio sobre o futuro do futebol caso não existam medidas punitivas e imediatas. Na sua ótica, a integridade física de todos os intervenientes está em risco constante:
«Hoje foi um árbitro. Amanhã pode ser um jogador. Um treinador. Um adepto. Ou pior… uma criança. Se nada mudar, é apenas uma questão de tempo até acontecer uma tragédia», alertou.
Álvaro Arbeloa rendeu-se à exibição de Vinícius Júnior e contestou a decisão do árbitro Munuera Montero ao expulsar Federico Valverde, no dérbi frente ao Atlético de Madrid.
O Real Madrid venceu o rival Atlético de Madrid por 3-2 em jogo relativo à La Liga, após estar a perder por 1-0 em casa. Questionado sobre a prestação da equipa, Álvaro Arbeloa destacou a resposta do plantel à adversidade de jogar em inferioridade numérica.
«Demonstrámos caráter e fortaleza mental. Tivemos de sofrer com um a menos», começou por referir o treinador, em declarações citadas pela imprensa espanhola.
No centro da polémica esteve a expulsão de Federico Valverde, um lance que motivou uma conversa entre o técnico e o árbitro Munuera Montero.
«Tenho uma visão diferente, mas agradeço a José Luis que viesse explicar-me por que o expulsou. Conseguimos levar os três pontos, que é o que queríamos», sublinhou.
Em relação à justificação dada pelo juiz da partida, o treinador foi claro na sua discordância quanto à amostragem do cartão vermelho.
«Ele disse-me que era força excessiva e eu não o considero como tal. Sem opção de fazer dano nem lesionar o rival. É a minha visão, distinta da dele», afirmou Álvaro Arbeloa.
Para além da análise à arbitragem, Álvaro Arbeloa reservou uma parte da conferência de imprensa para avaliar o desempenho de Vinícius Júnior, a grande figura do encontro.
«Mais outro jogaço. Outra demonstração de talento, de valentia, de não ter medo. De falhar e voltar a tentar», referiu o treinador, acrescentando de seguida o peso que o avançado tem no plantel do Real Madrid:
«Como sempre digo, é uma sorte tremenda tê-lo. Pela sua implicação, o seu talento, a sua vontade de puxar pela equipa. Não sei se é o melhor momento da sua carreira, mas pouco faltará», concluiu.
William Saliba e Gabriel Magalhães (Arsenal) estão com problemas físicos e falham ambos os compromissos internacionais nesta pausa.
Gabriel Magalhães não está apto para os jogos da Seleção Brasileira nesta pausa internacional, devido a problemas físicos. Segundo a Federação Brasileira, o defesa-central do Arsenal apresentou queixas no joelho direito, após a final da Taça da Liga Inglesa frente ao Manchester City.
«O defesa Gabriel Magalhães, do Arsenal, está fora dos particulares contra a França e Croácia. Após o jogo nesse domingo (22) contra o Manchester City, pela final da Taça da Liga Inglesa, o atleta queixou-se de dores no joelho direito. Exames de imagem constataram que Gabriel Magalhães não está apto para as partidas desta Data FIFA. Não será convocado outro jogador para substitui-lo», pode ler-se nas redes sociais.
Conforme já noticiado, William Saliba sofreu lesão no tornozelo e também falhará os compromissos internacionais. São más notícias para o Arsenal, pelo que se trata de dois jogadores fundamentais nos planos de Mikel Arteta. Recorde-se que o Sporting enfrenta os Gunners nos quartos de final da Champions League.
O zagueiro Gabriel Magalhães, do Arsenal, está fora dos amistosos contra França e Croácia. Após o jogo nesse domingo (22) contra o Manchester City, pela final da Copa da Liga Inglesa, o atleta se queixou de dores no joelho direito.