O primeiro golo do Benfica na vitória frente ao Gil Vicente foi mesmo de António Silva. Liga Portugal admite erro no processamento dos dados estatísticos.
Durante vários minutos, a Liga Portugal deu a Vangelis Pavlidis o primeiro golo do Benfica diante do Gil Vicente. O golo foi, como à primeira vista aparentou, de António Silva, e o organismo justificou a falha.
Em causa está, de acordo com a Liga Portugal, «um erro no processamento automático de dados estatísticos, entretanto resolvido». Situação resolvida, o central soma o primeiro golo da temporada.
Recorde-se que o Benfica viria a vencer o Gil Vicente por 2-1, num jogo que fechou a 24.ª jornada da Primeira Liga. Recorda o golo.
Eis o comunicado da Liga Portugal:
«A Liga Portugal informa que um erro no processamento automático de dados estatísticos, entretanto resolvido, provocou a inserção automática de informação não correspondente às incidências da partida entre o Gil Vicente FC e SL Benfica, desta noite, a contar para a jornada 24 da Liga Portugal Betclic.
Por essa razão, a Liga Portugal apresenta um pedido de desculpa público e confirma que o encontro terminou com a vitória da equipa visitante, por 2-1, com golos de António Silva e Schjelderup, enquanto o tento dos gilistas foi assinado por Hector».
O Benfica superou uma das deslocações mais difíceis desta temporada 2025/26 na Primeira Liga. A equipa de José Mourinho venceu o Gil Vicente por 2-1, em jogo relativo à 24.ª jornada. O técnico encarnado promoveu duas alterações face ao último encontro frente ao Real Madrid: Gianluca Prestianni rendeu Richard Ríos e António Silva ocupou o lugar de Tomás Araújo. Já César Peixoto não pôde contar com Gustavo Varela, por estar emprestado pelo Benfica, e lançou Héctor para o seu lugar, além de apostar em Agustín Moreira e Marvin Elimbi em detrimento de Joelson Fernandes e Antonio Espigares, após a derrota frente ao Estoril Praia.
As duas equipas apresentaram muitas semelhanças estruturais. A partir de um bloco médio, alternavam entre um 4-4-2 e um 4-3-3, dependendo sobretudo dos movimentos de Rafa Silva no Benfica e de Santi García no Gil Vicente. Na primeira fase de pressão, ambas procuravam condicionar a saída adversária com uma estrutura de 2+3. Perante organizações muito compactas e com prioridade em fechar o corredor central, os corredores laterais assumiam-se como fundamentais para criar superioridades e, consequentemente, perigo.
Como explicou José Mourinho em resposta ao Bola na Rede, parte da estratégia do Benfica passava por explorar o corredor direito através dos movimentos interiores de Gianluca Prestianni e das projeções constantes de Amar Dedic, quer por fora, quer – como tanto gosta – em condução para zonas interiores. O objetivo era obrigar Ghislain Konan a acompanhar o extremo argentino e aproveitar os rasgos de Dedic, tendo em conta que Agustín Moreira poderia não acompanhar ou chegar atrasado, conhecendo-se as características ofensivas do extremo uruguaio. Ainda assim, Konan foi conseguindo anular várias dessas tentativas e, no processo de construção, tem evoluído significativamente na saída de bola do Gil Vicente, tornando-se uma opção viável para a equipa sair apoiada pelo lado esquerdo. Surgiu em vários momentos projetado no corredor, oferecendo apoio a Agustín e acrescentando profundidade ao flanco.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Destaque também para Luís Esteves, um jogador que transmite segurança com bola à equipa de César Peixoto. Na dupla com Facundo Cáseres no meio-campo, assumiu um papel móvel na construção: baixava para construir na primeira fase, mas tinha igualmente liberdade para surgir em diagonais em zonas mais adiantadas. É importante sublinhar a coragem de César Peixoto ao apostar neste tipo de dinâmica, mesmo tratando-se de uma posição nevrálgica. A equipa não tem receio de adiantar vários elementos, quer em movimentos de rutura, quer na chegada à área. Em resposta ao Bola na Rede, o treinador explicou que a equipa não fica desequilibrada porque o lateral do lado contrário fecha por dentro e Facundo Cáseres assume uma função mais posicional para garantir o equilíbrio. Ainda assim, surpreende a forma como Luís Esteves, apesar do seu porte físico, consegue dar uma boa resposta também em organização defensiva num meio-campo a dois.
A verdade é que o Benfica aumentou o nível a partir dos 30 minutos e começou a criar as melhores oportunidades, curiosamente pelo corredor esquerdo, com Schjelderup e Samuel Dahl. Importa destacar a evolução do lateral sueco que, não sendo um jogador de grande agressividade no transporte ou no ataque constante ao último terço, associa-se muito bem naquele corredor. A equipa encarnada chegou mesmo ao golo aos 35 minutos, por Vangelis Pavlidis, na sequência de um pontapé de canto.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Depois das dificuldades sentidas nos minutos finais da primeira parte, o intervalo acabou por beneficiar o Gil Vicente. A equipa de César Peixoto restabeleceu a igualdade logo aos 51’, por Héctor Hernández, e passou também a explorar, com mais precisão, os corredores laterais, sobretudo através de Murillo, que encontrou algum espaço para manobrar.
Ainda assim, o Benfica – que na primeira parte recorreu algumas vezes à bola longa, sem grande sucesso, também pela ausência de Tomás Araújo (o central mais forte nesse capítulo) – passou, na segunda metade, a apostar mais nas variações de flanco para explorar o lado contrário, onde estava o verdadeiro ‘ouro’. Mesmo perante a competência do Gil Vicente a bascular para o lado da bola, era fundamental que extremos e laterais acelerassem já no último terço, potenciando situações de 1×1 para Andreas Schjelderup confrontar Zé Carlos no corredor. As águias voltaram à vantagem após uma excelente execução do extremo norueguês: com Zé Carlos a antecipar o movimento para dentro, Schjelderup puxou para fora e, de pé esquerdo, colocou a bola no fundo das redes.
O Gil Vicente ainda ameaçou, mas o resultado não se alterou até ao apito final. O Benfica soma três pontos muito importantes numa fase fulcral da temporada, numa altura em que começam a surgir jogos particularmente exigentes para os três grandes, mantendo-se na luta pelos primeiros lugares e sem aumentar a desvantagem pontual que tem para o primeiro e segundo classificados. Já a equipa de César Peixoto, apesar de ter perdido terreno para o quarto lugar – com o Braga agora cinco pontos à frente -, deixou sinais muito positivos, tanto na organização como na coragem competitiva demonstrada perante um Benfica obrigado a ganhar.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Rodrigo Lima
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: Quando o Gil Vicente tem bola, o Luís Esteves acaba por ser um jogador muito móvel, capaz de participar na construção, mas também, aparecer em zonas mais adiantadas através de diagonais. Gostaria de lhe perguntar como é que se gere o risco e o benefício de o ter, por vezes, numa posição mais ofensiva? E pergunto-lhe também que papel tiveram os corredores laterais, sobretudo o direito, na estratégia da sua equipa para este jogo?
César Peixoto: O nosso meio-campo é muito móvel, temos timings para acionar a bola, para acionar tudo e mais alguma coisa. Eles jogam uns em função dos outros, jogam quase os três de olhos fechados ali no meio. A equipa está sempre equilibrada, nós temos uma equipa coesa defensivamente, muito organizada, não permitimos muito ao adversário, embora hoje, com estas equipas, seja natural que essas situações aconteçam mais. Mas o Luís, quando vai, os outros sabem o que têm de fazer para equilibrar a equipa. A equipa dificilmente está desequilibrada. Faltou-nos aqui ou ali matar uma jogada ou outra com falta para parar a transição do Benfica, mas quando o Luís vai a equipa sabe como equilibrar. Nós temos sempre o lateral do lado oposto fechado, temos os dois centrais, com o Facundo Cáseres logo ali preocupado com a vigilância do número 10, que hoje era o Rafa. Ou seja, a equipa está sempre muito equilibrada, não há nenhum problema. Nós queremos que a equipa seja ofensiva, que o Luís não tenha problemas em chegar lá à zona de finalização. Queremos colocar três, quatro homens na zona de finalização para fazermos golos. A equipa está trabalhada para isso desde o início, tem sido sempre assim e nós conseguimos estar sempre equilibrados e dificilmente permitimos muito ao adversário. Por isso, a equipa está mecanizada para essa situação e não vejo qualquer problema. Em relação aos corredores laterais, nós hoje queríamos que, no do lado direito, quando o Murilo depois viesse procurar bola no pé, porque sabíamos que os centrais do Benfica ficavam muito agarrados no corredor central e eram os médios que acompanhavam as diagonais. Aqui ou ali não conseguimos executar da forma como pretendíamos. O Konan conseguiu desbloquear várias vezes, chegou lá à frente muitas vezes. Acho que a equipa funcionou bem, sinceramente. Aqui ou ali tivemos uma dificuldade ou outra, mas é natural, estávamos a defrontar o Benfica. Acho que tivemos capacidade para ter bola, circular de um lado, circular do outro, empurrar o Benfica para trás. Jogámos por dentro, jogámos por fora, tivemos essa capacidade. Se calhar faltou-nos atacar um pouco mais o espaço em alguns momentos. O Benfica hoje procurou muito o jogo direto nas costas da nossa linha defensiva. Nós temos o jogo apoiado, que é a nossa ideia de jogo, mas eles sabem que, em quatro, uma tem de meter lá para abrir o espaço entre linhas, para termos mais capacidade de ligar, mas nunca foi muito preciso. Acho que podíamos ter sido mais agressivos nesse momento, podíamos ter metido uma ou outra, mas a equipa encontrou sempre soluções por dentro, com os nossos médios a circularem a bola para depois acelerarem por fora e criar situações de perigo. Acho que fizemos um bom jogo, acabámos por não concretizar.
Bola na Rede: Tendo em conta que o Gil procurou defender num bloco compacto e a fechar o corredor central, como é que foi gerindo as diferentes formas da equipa atacar, nomeadamente através do recurso à bola longa e às variações de flanco para explorar o corredor contrário? E, nesse sentido, pergunto-lhe também se a criação de maior perigo do Benfica poderia surgir na aceleração pelos corredores laterais?
José Mourinho: Há aí uma vaga nalguns países europeus de defesa ao homem que há duas décadas começou a ser completamente démodé. O Benfica e o Gil são das equipas que melhor defendem à zona. O Gil defende bem, bascula muito bem o lado da bola, fecha muito bem os espaços interiores. Nós tentámos abrir muito com o Dedic, com o Luca [Prestianni] a ir para dentro, a levar com ele o Konan, e depois a criar dificuldades ao ala, que é um ala ofensivo, e que tinha de vir obrigatoriamente com o Dedic, mas, muitas vezes, atrasado. Na 1.ª parte, começámos a criar por aí, sob o ponto de vista estratégico, mas, depois, sob o ponto de vista das qualidades individuais, começámos a desequilibrar muito pelo lado esquerdo, onde o Dahl tem… é muito longe de onde eu estou, mas tenho a sensação de que tem 2 situações muito boas, ou para marcar, ou para assistir, porque, por aquele lado, começámos a ir com 2 e com 3 jogadores, com Dahl, com Schjelderup, com Rafa, que aparecia ali. O Pavlidis também fez um trabalho extraordinário, é por isso que eu digo que há atacantes que só são bons quando marcam golos, mas há outros atacantes que também são bons quando não marcam golos. Acho que o Pavlidis fez um trabalho fantástico a esticar o jogo, a procurar as costas dos defesas, bolas longas como você diz. Equipas que jogam zonalmente bem como joga o Gil, e compactos como eles jogam, também temos de os obrigar a correr para trás, e acho que fizemos bem. O que eu não gostei no jogo foi a maneira como nós não gerimos o início da 2.ª parte, porque obviamente o Gil reage imediatamente. Nós temos a substituição, depois há ali uma acumulação de lançamentos, de pontapés de canto. Temos de saber gerir com outro tipo de maturidade. Inclusive a tentativa de reposição rápida do Trubin, numa situação como aquela, não se deve fazer, porque, quando a equipa está num momento difícil, e foi o primeiro momento difícil que tivemos no jogo, temos de saber gerir de outra forma. Não quero dizer com mais inteligência, mas menos naive.
Portugal recebe a Finlândia esta tarde na primeira jornada do apuramento para o Mundial Feminino 2027. Já há onzes oficiais das duas seleções.
Portugal e a Finlândia defrontam-se esta tarde na primeira jornada do apuramento para o Mundial Feminino. Já são conhecidos os onzes oficiais para o jogo da Liga B, a “segunda divisão”, que terá também impacto na qualificação para o Mundial 2027. Numa primeira fase, as três primeiras classificadas (de quatro), seguirão para uma nova ronda de playoffs.
Finlândia: Anna Koivunen; Emma Koivisto, Maaria Roth, Eva Nystrom, Julia Tunturi; Eveliina Summanen, Miljia Kiviranta, Oona Siren; Katariina Kosola, Paulina Nystrom e Lotta Lindstrom.
Vítor Pereira realizou a antevisão do Manchester City x Nottingham Forest. O treinador ainda procura a primeira vitória na Premier League.
Vítor Pereira fez a antevisão do Manchester City x Nottingham Forest. Ainda à procura da primeira vitória na Premier League pelos tricky trees, o técnico fez um pedido aos adeptos.
«Eles precisam de sentir a energia dos nossos adeptos. Os nossos adeptos podem fazer a diferença entre ganhar e perder. Nestes momentos, sentir a confiança deles é importante. Se jogarmos como uma família, se realmente sentirmos que somos uma família a trabalhar em conjunto para manter este clube histórico na Premier League, então podemos conseguir. Quando estamos unidos, podemos conseguir, porque juntos podemos fazer qualquer coisa na vida», começou Vítor Pereira, que falou na união e na sua importância.
«É assim que vivo a minha vida. Podemos alcançar qualquer coisa quando temos as pessoas certas à nossa volta. Pessoas que nos apoiam, confiam em nós e nos dão a energia de que precisamos. É exatamente isso que precisamos dos nossos fantásticos adeptos», destacou ainda o técnico.
O Manchester City x Nottingham Forest joga-se esta quarta-feira, dia 4 de março. O jogo tem apito inicial marcado para as 19h30. Recorda a antevisão de Pep Guardiola ao jogo.
O Al Nassr confirmou os detalhes da lesão de Cristiano Ronaldo. Avançado a contas com uma lesão no tendão.
O Al Nassr confirmou a lesão de Cristiano Ronaldo. Num curto comunicado, o emblema saudita deu conta de uma lesão no tendão sofrida pelo avançado português.
«Cristiano Ronaldo foi diagnosticado com uma lesão no tendão após o último jogo contra o Al Fayha. Ele iniciou um programa de reabilitação e será avaliado diariamente», escreve o Al Nassr em comunicado.
Recorde-se que o estado físico do avançado português já preocupava o Al Nassr e motivou, de resto, a substituição do avançado diante do Al Fayha.
«Sentiu cansaço muscular. Depois de fazermos o 2-1, não quis arriscar e substituí-o. O departamento médico vai avaliar a sua condição, mas o que ele sentiu foi apenas fadiga muscular», havia referido Jorge Jesus, treinador do Al Nassr depois do jogo.
Cristiano Ronaldo tem 41 anos e esta temporada soma 22 golos e quatro assistências em 26 jogos pelo Al Nassr. Recorde-se que esta época termina com o Mundial 2026.
O Manchester City recebe o Nottingham Forest de Vítor Pereira na Premier League. Jogo realiza-se a meio da semana.
O Manchester City e o Nottingham Forest defrontam-se na 29.ª jornada da Premier League, disputada a meio da semana. Vítor Pereira, que se estreou com uma vitória na Europa League, procura voltar às vitórias depois de três derrotas consecutivas, duas em Inglaterra.
O Manchester City x Nottingham Forest joga-se esta quarta-feira, dia 4 de março. O jogo tem apito inicial marcado para as 19h30 e tem transmissão televisiva na DAZN 2.
O Manchester City é segundo classificado com 59 pontos, menos cinco que o Arsenal, que tem um jogo a mais. O Nottingham Forest é 17.º com 27 pontos. Recorda a antevisão de Pep Guardiola ao jogo.
O Sporting recebe o FC Porto na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal. Jogo tem transmissão televisiva em canal aberto.
É em Alvalade que o Sporting e o FC Porto abrem as meias-finais da Taça de Portugal. O duelo joga-se em casa dos leões e abre uma eliminatória que é decidida em 180 minutos.
O Sporting x FC Porto joga-se esta noite, dia 3 de março, a partir das 20h45. O jogo tem transmissão televisiva em canal aberto na RTP 1 (e na RTP Play através da internet), podendo ainda ser assistido na Sport TV 1.
Pep Guardiola fez a antevisão do Manchester City x Nottingham Forest. Técnico elogiou Vítor Pereira, técnico adversário.
Pep Guardiola fez a antevisão do duelo da Premier League entre o Manchester City e o Nottingham Forest de Vítor Pereira, que assumiu recentemente o clube. O técnico catalão deixou rasgados elogios ao treinador português.
«Lembro-me dele no FC Porto. Foi na Supertaça Europeia, no Mónaco e lembro-me perfeitamente. Lembro-me de jogar contra o Wolverhampton na época passada, eles foram superiores na primeira parte, tivemos muita sorte. É um treinador de classe mundial. Eles estiveram vivos contra o Brighton e o Liverpool. Quando jogámos contra eles com Sean Dyche, eles tinham jogadores de qualidade como Morgan Gibbs-White e Callum Hudson-Odoi. Eles têm jogadores de topo e um grande plantel», destacou Pep Guardiola, que falou na corrida pelo título.
«Eles jogam por coisas importantes tal como nós, e esta vai ser uma parte decisiva da temporada. Temos dois jogos na Premier League antes da pausa internacional. Não podemos perder pontos porque estamos cinco pontos atrás do Arsenal», avançou ainda o treinador do Manchester City.
O Manchester City recebe o Nottingham Forest esta quarta-feira, dia 4 de março, a partir das 19h30. O jogo vigora para a 29.ª jornada da Premier League.
Kevin De Bruyne regressou aos treinos do Nápoles. O internacional belga esteve afastado dos relvados após uma lesão na coxa direita, mas já trabalha às ordens de Antonio Conte.
O jogador anunciou o seu regresso partilhando imagens nas redes sociais. A longa ausência chegou a gerar receios de que o médio de 34 anos pudesse falhar o Mundial’2026, no entanto, esse cenário parece agora afastado.
Antes de se lesionar o médio levava nove golos e cinco assistências em 15 jogos para todas as competições.
Gabri Veiga soma 34 jogos nesta temporada pelo FC Porto e está prestes a igualar a melhor época da carreira. Eis o comparativo.
Apesar dos 46 jogos na última época, pelo Al Ahli, a melhor temporada da carreira de Gabri Veiga deu-se ainda antes da mudança para o Médio Oriente, no Celta de Vigo. Neste momento, faltam apenas cinco jogos para o espanhol igualar, em 2025/26, os 39 jogos feitos pelos galegos ao leme do português Carlos Carvalhal.
Eis as estatísticas em 2022/23:
Jogos: 39
Golos: 11
Assistências: 4
Eis as estatísticas em 2025/26:
Jogos: 34
Golos: 4
Assistências: 8
No total, foram 15 contribuições para golo em 2022/23 e são, até ao momento, 12 em 2025/26. Importa realçar que, a nível de minutos, há também alguma diferença: 2.479 face a 1.772, explicados pelos cinco jogos de diferença e pelas várias substituições. Nesta época, o médio também já sofreu com uma paragem física por lesão.
A diferença nos números tem algumas explicações: no Celta de Vigo, Gabri Veiga era o principal médio a pisar a área, enquanto no FC Porto reparte o papel com Victor Froholdt. As assistências explicam-se também pela influência na bola parada, onde o galego se assume como o principal batedor nos dragões.
Recorde-se que, em 2022/23, Gabri Veiga cresceu de rendimento e influência no Celta de Vigo com a chegada de Carlos Carvalhal ao clube em novembro, evitando a descida de divisão. Agora, o médio é habitual titular no FC Porto de Francesco Farioli que luta pelo regresso ao título da Primeira Liga e continua vivo na Taça de Portugal e na Europa League.