Luis de la Fuente, selecionador da Espanha, anteviu o jogo contra Portugal. Duelo acontece já esta segunda-feira pelas 20h00.
Luis de la Fuente já fez a antevisão ao Portugal x Espanha, jogo a contar para os oitavos de final do Mundial 2026. Em conferência de imprensa, entre os vários temas, o selecionador de Espanha mostrou-se rendido a Cristiano Ronaldo:
«Sou um confesso admirador de Cristiano, de pessoas e de futebolistas como ele, com caráter, com ambição, com vontade de crescer e de ser melhor todos os dias. Incansável. É um exemplo para os jovens e para os menos jovens. Rendo-me ao Cristiano. Acredito que não deu tudo o que tinha a dar, que vai continuar a dar mais. É um futebolista que pode ser perigoso em qualquer circunstância. Isso não significa que temos de lhe fazer marcação individual, mas, em determinadas zonas temos de nos preocupar com ele. Com o talento e a classe que tem, é o melhor nas zonas onde se decidem os jogos. Prefiro que não jogue, mas acredito que vai jogar. Desfrutaremos do espetáculo de um dos melhores jogadores da história. Vamos tentar fazer o nosso jogo, ser superiores a eles, e a ele».
Luis de la Fuente, selecionador da Espanha, anteviu o jogo contra Portugal. Duelo acontece já esta segunda-feira pelas 20h00.
Luis de la Fuente já fez a antevisão ao Portugal x Espanha, jogo a contar para os oitavos de final do Mundial 2026. A partida está marcada para esta segunda-feira, dia 6 de julho, pelas 20h00 e será disputada no Dallas Stadium (Estados Unidos).
«O motivo de uma troca não é só por aquilo que tenha Portugal, que tem uma enorme equipa. Neste caso, também temos de ter o adversário em conta, mas queremos que eles estejam mais preocupados connosco, com quer que esteja na direita, seja o Marcos [Llorente], o Porro, o Lamine, quem quer que jogue. Tenho absoluta confiança em todos os nossos jogadores», referiu, quando questionado se Pedro Porro continuará no 11.
Luis de la Fuente deixou vários elogios a Cristiano Ronaldo:
«Sou um confesso admirador de Cristiano, de pessoas e de futebolistas como ele, com caráter, com ambição, com vontade de crescer e de ser melhor todos os dias. Incansável. É um exemplo para os jovens e para os menos jovens. Rendo-me ao Cristiano. Acredito que não deu tudo o que tinha a dar, que vai continuar a dar mais. É um futebolista que pode ser perigoso em qualquer circunstância. Isso não significa que temos de lhe fazer marcação individual, mas, em determinadas zonas temos de nos preocupar com ele. Com o talento e a classe que tem, é o melhor nas zonas onde se decidem os jogos. Prefiro que não jogue, mas acredito que vai jogar. Desfrutaremos do espetáculo de um dos melhores jogadores da história. Vamos tentar fazer o nosso jogo, ser superiores a eles, e a ele».
Luis de la Fuente abordou o crescimento da Espanha:
«Sim, mas não é uma liga, não há 38 jornadas. Amanhã é uma final. Pode ser o último jogo, se não acertarmos e se Portugal acertar, ou podemos fazer mais três jogos. As melhorias têm de ser progressivas, constantes, mas imediatas. Estamos nesse caminho. Creio que há margem de melhoria. Sou tão otimista e tenho tanta fé nestes futebolistas que acredito que podemos melhorar todos os dias. Amanhã, com respeito ao último jogo, vai-nos exigir sermos um pouco melhores do que fomos».
Luis de la Fuente falou sobre Lamine Yamal:
«Está sempre disposto a trabalhar mais, mas não temos de lhe pedir mais. Estamos encantados com o que nos dá. Sabe que o crescimento passa por esses aspetos. Quero que faça sofrer a defesa adversária. Se eles tiverem a iniciativa, todos terão de sofrer. Vejo o Lamine mais motivado a cada dia que passa, com mais vontade. Fica encantado com estes jogos, com a responsabilidade. Isso é bom, mas tem de estar para lá da ansiedade. Zero ansiedade e 100% de motivação. Um futebolista assim dá muita tranquilidade aos treinadores».
Luis de la Fuente recordou a final da Liga das Nações:
«A nossa ideia é facilmente reconhecível. Vamos tentar fazer o que temos feito, mas de maneira a causarmos dano ao adversário. Na Liga das Nações [do ano passado, perdida para Portugal] fiquei com a sensação de que podíamos ter conseguido algo mais. Foi um jogo de um grande nível técnico e tático. Portugal pode ganhar por vezes sem fazer as coisas bem, tal como nós. Queremos ser fiéis à nossa ideia. Queremos ganhar a Portugal. Essa é a nossa ideia».
Luis de la Fuente falou sobre Pau Cubarsí e uma marcação a Cristiano Ronaldo:
«Com Cristiano nunca podemos estar tranquilos, tal como com Lamine ou Oyarzabal. Mas tenho total confiança nos meus jogadores. Temos de superar o adversário em todas as áreas. Mostraram, ele e o Laporte, total capacidade. São excecionais. É uma luta e vamos ver quem consegue mais. O futebolista não é futebolista só pelas suas condições, mas também por outros mil fatores. E meninos como o Cubarsí, o Lamine, o Nico [Williams] têm um controlo genial dessas situações. Essa é a diferença. São muito bons tecnicamente, mas a diferença está na forma como controlam esses momentos. Em momentos pontuais, um jogador como Laporte dá a experiência. Completam-se de forma fantástica».
Luis de la Fuente foi questionado sobre dificuldade de Lamine Yamal contra Nuno Mendes na Liga das Nações:
«Nuno Mendes já causou dificuldades a muitos, é muito bom. Tal como o Lamine, que já provocou noites desagradáveis a muitos defesas. Temos de o acalmar, ainda que não precise muito, é muito seguro. Não pode ter ansiedade. Que pense nele e na equipa, tal como faz. Cada jogo é diferente. Não pensemos que, por um adversário te ter ultrapassado uma vez, ultrapassar-te-á sempre. Esperemos que nos dê uma tarde de glória».
Luis da la Fuente abordou a situação de Nico Williams:
«Veremos como vai a jogo. Logo se vê se terá minutos ou não. Pensaremos no melhor para ele e para a equipa. Poderá participar mesmo com as limitações, mas não é o mesmo entrar em vantagem ou em desvantagem. Veremos. Podemos ter uma ideia, mas o futebol leva e traz, como o mar. Vamos ver, tanto com ele como com o Victor [Muñoz]».
«Vivemos por eles, através das famílias e dos amigos chegam centenas de mensagens. Não somos ignorantes. Não conhecemos a magnitude, mas agradecemos. Temos orgulho de sermos espanhóis. Que continuem a apoiar-nos, que precisamos. É muito importante ter esse motorzinho, que é um impulso quando cai a gasolina», referiu ainda.
Se alguém trocasse as duas camisolas, muitos pensariam que, exceção feita à altura e à predominância de cabelos loiros, o Brasil jogaria de amarelo e a Noruega de vermelho. Mantendo as camisolas na tonalidade certa, o Brasil equipou de amarelo, mas jogou como muitos esperavam que a Noruega jogasse e a Noruega, vestida de vermelho, jogou como o Brasil outrora já jogou. Também por aí se explicam crescimentos e momentos de crise.
O Brasil nunca tinha passado tanto tempo sem vencer um Mundial. A luta pelo hexa faz-se desde 2006, há 20 anos e seis edições. Desde então, sempre que a canarinha apanhou um adversário europeu, foi eliminada. Há raízes disseminadas e sintomas identificados, mas a sensação de constante frustração mantém-se. O 7-1 diante da Alemanha continua a ser uma marca dolorosa, mas a sequência de eliminações com Bélgica, Croácia e Noruega é um distintivo mais pesado. O peso histórico da camisola amarela vai-se perdendo. O que não é uma desvalorização, pelo contrário, das gerações belga, croata e norueguesa.
Com Carlo Ancelotti, o Brasil esteve sempre mais confortável na versão que explora espaços e privilegia transições do que na versão que prolonga posses e encontra espaços. Entre o explorar e o criar, a canarinha, que não tem uma essência bem definida neste período, transformou-se numa versão diferente. Já contra Marrocos, por exemplo, se tinham denotado problemas na capacidade de ter a bola. Ao longo do Mundial, os destaques brasileiros foram precisamente Bruno Guimarães, lançador por excelência, e Vinícius Júnior, a acelerar e atacar espaços em transição.
Fonte: Federação Norueguesa de Futebol
Diante da Noruega, nem se pode falar de uma exibição inferior. Antes dos golos sofridos, Bruno Guimarães falhou um penálti e Endrick foi isolado sem concretizar. Notou-se que o Brasil tentou ao máximo impedir que Erling Haaland atacasse espaços nas costas dos defesas, mas para isso, entregou a bola à formação europeia e abdicou de correr riscos na pressão, precisamente uma das maiores armas para recuperar bolas e chegar à baliza adversária. Nesta estratégia, falhou nas duas áreas e viu a derrota chegar. Ao contrário do que aconteceu com o Japão, do banco chegou o caos em vez da ordem e tudo ficou mais complicado a cada mexida de Carlo Ancelotti.
Nada disto apaga o mérito da Noruega que chega aos quartos de final com méritos próprios. Era evidente que os noruegueses fariam um bom Mundial, mas já passaram qualquer expectativa de melhor ordem. Houve, novamente, Erling Haaland, cada vez mais uma consensualidade. Alia o carisma com a personalidade e capacidade para decidir. Na seleção, joga por todo o lado e tem influência redobrada. Voltou a deixar Gabriel Magalhães nas covas e, com um remate de fora da área, decidiu o resultado. Tem à sua volta um ecossistema de alto nível. Andreas Schjelderup entrou para melhorar a Noruega, Martin Odegaard toca na bola em todas as alturas e Patrick Berg ganha protagonismo como médio de chegada e qualidade técnica. Até o desajeitado Alexander Sorloth, saído ao intervalo, foi fundamental no duelo com Douglas Santos.
Nada seria possível não fosse a exibição de resistência defensiva, num cenário delicado. É muito mais fácil aos defesas noruegueses defender a área, pela superioridade física e imposição nos duelos, que cobrir vários metros atrás. Quando tudo falhou, apareceu Orjan Nyland. Defendeu um penálti, reduziu todo o ângulo a Endrick e, para lá do papel nas duas grandes oportunidades canarinhas, fartou-se de defender. Impressionante a quantidade e, principalmente, a qualidade face à exigência de momentos positivos do guarda-redes suplente do Sevilha. São coisas de Mundial.
Não sendo certo que, mediante certos contextos ou adaptações estratégicas, tal não possa vir a acontecer, a Inglaterra dificilmente voltará a jogar contra um bloco baixo. Também não foi isso que aconteceu diante do México, embora há umas semanas fosse o cenário mais provável. Mas, precisamente por não ter sido esse cenário, a seleção inglesa conseguiu marcar três golos num jogo de muita dificuldade de imposição no meio-campo ofensivo. Também não é esse o principal objetivo de Thomas Tuchel e companhia.
Foi um jogo louco e de loucos pelo roteiro, mas a primeira parte é demonstrativa de como a Inglaterra pode ameaçar qualquer adversário. Estava a ser dominada pelo México quando vislumbrou espaço, primeiro vindo muito rápido desde trás, com Declan Rice a fazer o campo todo numa questão de segundos, e depois aproveitando o nervosismo de Gilberto Mora, ainda meio atabalhoado com o golo sofrido, para recuperar e, em menos de nada, estar na baliza adversária.
Em ambos os golos, eis Jude Bellingham na sua melhor versão. Por muito que, em certos contextos, seja interessante tê-lo também em zonas de criação, é perto da baliza adversária, aproveitando os espaços criados para encontrar zonas de ninguém na área e antecipando cruzamentos que mais consegue oferecer. Desta vez, nem foi preciso Harry Kane na sua versão lançadora para a bola chegar lá. O México passou de ameaçar e cheirar o golo para estar a perder por 2-0. Em menos de nada, o Azteca foi Iluminado.
Fonte: Federação Inglesa de Futebol
Já antes, a tendência do jogo passava pela predominância defensiva da seleção inglesa, e assim continuou. Excetuando as falhas de Ezri Konsa, que entregou um golo e esteve perto de estar mal noutro lance, ainda no primeiro tempo, foi uma exibição sólida dos ingleses que, na segunda parte, viriam a ter, entre guarda-redes e defesas centrais, metade dos jogadores em campo. Quando tudo se complicou, apareceu Jordan Pickford. Por mais que não seja um guarda-redes de regularidade, tem todos os argumentos para torneios curtos.
De resto, a segunda parte reforça a candidatura inglesa ao título. O cenário era de dificuldade, num Azteca lotado de mexicanos, com os minutos a reforçarem os metros acima da linha do mar e jogando diante da história que dizia que nunca o México tinha perdido um jogo naquele palco, muito menos contra um Europeu. A expulsão de Jarell Quansah seria definidora não fosse, no minuto seguinte, Anthony Gordon acelerar até mais não e conquistar um penálti. Harry Kane levou o jogo para a organização defensiva e, sem bola, Inglaterra foi feliz.
Ao México, faltou gestão emocional. Aos dois momentos mais importantes do jogo – o primeiro golo e a expulsão do inglês – respondeu com golos sofridos. Imperdoável neste contexto. Ainda assim, o Mundial 2026 foi muito mais interessante do que se poderia perspetivar há uns meses. Não só o México competiu como provou que está bem longe de ser apenas uma equipa pragmática. Há mérito para Javier Aguirre, pela forma como foi respondendo ao longo do torneio – a dinâmica mudou à direita, Luis Romo cresceu por dentro – mas também de alguns jogadores na forma como se impuseram. Raúl Jiménez continua por aí, agora rodeado de Julián Quiñones, Roberto Alvarado ou Erik Lira.
Continuam a ser jogados os jogos dos oitavos de final do Mundial 2026. Sabe onde ver os jogos da noite desta segunda-feira, 6 de julho.
Continuam os jogos dos oitavos de final do Mundial 2026. Nesta segunda-feira, 6 de julho – e pela madrugada – há espaço a dois jogos desta fase da prova, a segunda das rondas a eliminar.
Eis o calendário das transmissões televisivas:
Portugal x Espanha (6 de julho, 20h): LiveMode TV, RTP 1 e Sport TV 1/5
Já são conhecidos dois dos quatro jogos dos quartos de final do Mundial 2026. Noruega e Inglaterra juntam-se ao chaveamento já conhecido.
Ao fim de dois dias de oitavos de final, passam a ser conhecidos dois jogos dos quartos de final do Mundial 2026. Noruega e Inglaterra têm encontro marcado na próxima fase.
Inglaterra venceu o México nos oitavos de final do Mundial 2026 e está na próxima fase da prova. Jogo histórico no Azteca.
Grande jogo de futebol nos oitavos de final do Mundial 2026. Em pleno Azteca, a Inglaterra foi capaz de vencer o México por 3-2 e de confirmar o apuramento para a próxima fase da competição.
Primeira parte absolutamente louca. Depois do período de domínimo mexicano, os ingleses procuraram e souberam ser felizes. Em dois minutos, Jude Bellingham (36 e 38′) bisou, mas as contas não estavam fechadas. Julián Quiñones (42′) reduziu a desvantagem.
Na segunda etapa, Jarell Quansah (53′) foi expulso, mas logo a seguir Harry Kane (57′) marcou de penálti. A resposta chegou na mesma moeda por Raúl Jiménez (69′)
Na próxima fase, vai defrontar a Noruega, que provocou a surpresa e eliminou o Brasil com uma vitória por 2-1. Esta foi, recorde-se, a primeira derrota de sempre do México no Estádio Azteca na história dos Mundiais.
A Noruega venceu o Brasil por 2-1 e apurou-se para os quartos de final do Mundial 2026. Neymar confirmou o adeus à seleção.
A Noruega derrotou o Brasil por 2-1 e garantiu o apuramento para a próxima fase do Mundial 2026, os quartos de final. Neymar marcou o golo do brasileiro e, em declarações à Globoesporte TV, confirmou que foi o último jogo pela seleção brasileira.
«Tentei, tentei. Agora acabou. Comecei aqui, fechei aqui», disse Neymar. Em 2010, num encontro amigável, o avançado brasileiro fez a estreia pela seleção precisamente no MetLife Stadium, o mesmo estádio da despedida.
No total, foram 130 jogos do brasileiro pela seleção. O percurso lendário termina sem qualquer Mundial, o grande sonho da seleção canarinha.
Davide Ancelotti reagiu à eliminação canarinha.A Noruega venceu o Brasil por 2-1 e apurou-se para os quartos de final do Mundial 2026.
A Noruega derrotou o Brasil por 2-1 e garantiu o apuramento para a próxima fase do Mundial 2026, os quartos de final. No primeiro momento de reação, em flash interview, não foi Carlo Ancelotti quem apareceu, mas o filho e adjunto Davide Ancelotti.
«Ausência de Carlo Ancelotti? Isso não sei, será pelo momento do jogo, não é uma pergunta para mim».
«Penálti para Bruno Guimarães? É uma decisão definida como em todos os jogos. Combinamos sempre isso antes. É uma decisão da equipa técnica. E depois, os penáltis falham-se. São coisas que acontecem no futebol».
«Jogo de Haaland? É um jogador de nível mundial. Podemos pagar por pequenos erros numa competição destas. E hoje aconteceu connosco. Assumimos esta responsabilidade, estamos muito em baixo».
No fim do jogo, a assessoria de imprensa de Carlo Ancelotti explicou que a decisão de enviar o adjunto à flash interview tinha sido tomada antes do jogo e era independente do resultado final.
A Noruega venceu o Brasil por 2-1 e apurou-se para os quartos de final do Mundial 2026. Seleção brasileira continua registo negativo de eliminações contra europeus.
A Noruega derrotou o Brasil por 2-1 e garantiu o apuramento para a próxima fase do Mundial 2026, os quartos de final. Desde 2002, quando ganhou o Mundial, que a canarinha foi sempre eliminada por seleções europeias.
O registo ainda é mais surpreendente quando é estendido. Em jogos a eliminar, a seleção brasileira venceu todas as seleções não europeias, mas perdeu todos os jogos diante de adversários europeus.
Eis o registo de eliminações:
2006: França
2010: Países Baixos
2014: Alemanha
2018: Bélgica
2022: Croácia
2026: Noruega
A história da Seleção Brasileira é feita de grandes conquistas, mas também de momentos que fortalecem nosso caminho.
Hoje nos despedimos da Copa do Mundo, certos de que voltaremos ainda mais fortes.
O México x Inglaterra foi adiado por uma hora devido ao mau tempo. Jogo tem início previsto para as 02h da manhã.
Os piores cenários confirmaram-se e, tal como já havia sido adiantado, o mau tempo está a afetar o México x Inglaterra. A hora do jogo não foi alterada previamente, mas o início não foi à hora prevista, com o jogo adiado pelo mau tempo na Cidade do México.
A FIFA já confirmou o adiamento do jogo e estabeleceu uma nova hora para o início do jogo: este tem início previsto às 02h, uma hora depois do horário inicial.
Quem vencer, entre México e Inglaterra, já sabe que vai defrontar a Noruega nos quartos de final. Os noruegueses venceram por 2-1 o Brasil e já confirmaram o apuramento.
⚠️ Debido a las condiciones climatológicas, el inicio del partido entre la Selección Nacional de México e Inglaterra se retrasa.