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Sporting prepara oferta que pode chegar aos 30 milhões de euros por Yeremay Hernández

O Sporting está a preparar uma nova oferta por Yeremay Hernández neste mercado de transferências de verão.

O Sporting prepara-se para realizar uma nova oferta por Yeremay Hernández nos próximos dias. De acordo com o jornalista Matteo Moretto, o emblema de Alvalade vai oferecer 25 milhões de euros fixos, com mais cinco milhões de euros em variáveis, com o Deportivo de A Coruña a ter de avaliar a oferta.

Os galegos já apontaram a valores superiores e é possível que a proposta seja rejeitada, uma vez que a equipa regressou à La Liga e Yeremay Hernández é uma peça importante no projeto, sem que o Deportivo de A Coruña tenha uma grande necessidade de vender, bem pelo contrário.

A equipa tem investido alguns milhões de euros, contando como o Abanca como proprietário, o que lhes dá outra margem financeira, o que faz com que não haja pressa para perder os seus principais ativos. Yeremay Hernández tem contrato até 2030 e em 2025/26 fez 39 encontros, com 11 golos e 10 assistências.

Benfica: excedentário sai por cerca de 8 milhões de euros

Tiago Gouveia está perto de deixar de ser jogador do Benfica. O extremo vai juntar-se em breve ao Atlas.

Tiago Gouveia está perto de sair do Benfica a título definitivo, com o Atlas interessado em contar com os seus serviços. De acordo com o jornal A Bola, o conjunto encarnado pode receber uma verba próxima aos oito milhões de euros, valor da cláusula de opção de compra que o Nice tinha pelo luso.

O extremo esteve cedido aos gauleses na última temporada, mas não conseguiu convencer na Ligue 1, com 25 encontros realizados e duas assistências. Tiago Gouveia chegou ao Benfica em 2017 e era uma das promessas da formação, mas não conseguiu mostrar o seu valor no plantel principal.

Tiago Gouveia está a treinar com a equipa principal do Benfica, mas nem saiu do banco de suplentes no particular contra o Flamengo.

Estoril Praia sabe que defesa conta com interessados: preço é de 5 milhões de euros

Felix Bacher soma pretendentes no mercado de transferências. O Estoril Praia quer receber cinco milhões de euros pelo defesa central.

Felix Bacher conta com vários pretendentes no mercado de transferências e podem chegar ofertas nos próximos dias aos escritórios do Estoril Praia. De acordo com o Record, emblemas da Bundesliga e da La Liga observaram várias vezes o defesa central e o conjunto já estabeleceu um preço mínimo.

A turma da Linha quer cinco milhões de euros pelo austríaco, já que também perdeu outro dos seus centrais nesta janela. Kévin Boma mudou-se para o Red Bull Salzburg por oito milhões e meio de euros. A equipa de Vasco Matos pode perder assim dois dos defesas titulares de 2025/26.

Felix Bacher tem 25 anos e um contrato válido até 2028. Chegou à Amoreira em 2024/25, depois de ter passado pelo Tirol. Foi um dos totalistas da temporada, com 35 encontros e dois golos marcados.

Cardoso Varela regressa ao FC Porto: eis os detalhes

Cardoso Varela está muito perto de voltar a ser jogador do FC Porto, deixando a título definitivo o Dínamo Zagreb.

Cardoso Varela está perto de ser reforço do FC Porto, sendo integrado novamente nos escalões de formação, com o Dínamo Zagreb a ficar com 50% do passe do extremo. Já existem novidades em relação ao tema. Segundo o jornal Record, há um acordo entre os dragões e o atleta.

Quando Cardoso Varela chegue aos 18 anos vai assinar um contrato de três épocas de duração, de maneira a ligar-se de uma forma mais segura ao FC Porto. O jogador completa a maioridade apenas no dia 29 de outubro de 2026.

O extremo de 17 anos passou pela formação do FC Porto até 2024, ano em que decidiu romper os laços e rumar à Croácia. Acabou mais tarde por vestir a camisola do Dínamo Zagreb, sendo que na última temporada foi aposta na equipa principal, com 25 encontros, dois golos e três assistências. Tinha sido despromovido aos B’s.

Francesco Farioli estará atento ao seu desenvolvimento, mas Cardoso Varela deve ser integrado no FC Porto B, equipa que atua na Segunda Liga.

António Silva de saída do Benfica: águias pedem tempo ao defesa central

António Silva já tem acordo com o Bournemouth para este mercado de transferências de verão, deixando o Benfica.

António Silva já chegou a acordo com o Bournemouth para se juntar aos ingleses neste mercado de transferências, com a equipa do Vitality Stadium ainda a tentar chegar a um acordo com o Benfica. De acordo com o Record, o emblema da Luz quer manter o jogador por mais alguns dias.

Existe a esperança de que António Silva ainda possa ser opção para Marco Silva no primeiro encontro frente ao St. Gallen, jogo relativo à primeira mão da segunda eliminatória de acesso à Europa League. Já para a segunda partida, será praticamente impossível reter o internacional português.

A dupla António Silva-Clément Lenglet deverá estar presente em campo frente à Suíça, com Tomás Araújo ainda com baixa condição física para o dia 23 de julho, situação que deve mudar no dia 30 de julho. O Benfica deve vender António Silva por 25 milhões de euros.

O ponto de situação de Daniel Bragança no Sporting

Daniel Bragança continua a ser um nome importante para o projeto do Sporting, ainda que esteja no último ano de contrato com os leões.

Daniel Bragança fez dois golos na vitória do Sporting contra o Celtic, num encontro particular, mostrando que tem espaço no plantel dos leões. De acordo com o jornal O Jogo, o emblema de Alvalade está tentado em manter o jogador, ainda que o mesmo esteja no seu último ano de contrato.

O médio apresentou uma oferta de renovação que não cobriu os desejos de Daniel Bragança, o que lhe abriu inclusivamente a porta de saída, sendo que o português foi mesmo apontado ao Valência. O bom trabalho na pré-temporada do jogador pode assim mudar o seu futuro.

Daniel Bragança tem 27 anos e passou parte da última época lesionado. Em 2025/26 realizou 24 encontros, com seis golos marcados e uma assistência.

Geny Catamo soma interessados e porta de saída do Sporting não está fechada

Geny Catamo pode abandonar o Sporting no mercado de transferências de verão. O extremo conta com interessados.

Geny Catamo pode ser mais um dos nomes a abandonar o Sporting no mercado de transferências de verão. De acordo com o jornal A Bola, o extremo soma emblemas interessados na Arábia Saudita e Inglaterra. Porém, uma eventual negociação promete ser complicada.

Os leões não querem perder o internacional moçambicano, mas não encerram completamente a porta de saída ao extremo, caso chegue a proposta correta. Geny Catamo tem um contrato válido até 2029, o que traz alguma segurança à estrutura, além de uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.

O jogador é um indiscutível na posição de extremo direito, ainda que tenha a concorrência de Luis Guilherme. Geny Catamo tem 24 anos e na última temporada fez 47 encontros, com oito golos marcados e quatro assistências.

Sporting: Flávio Gonçalves com futuro definido

Flávio Gonçalves vai manter-se na equipa principal do Sporting. O médio ofensivo convenceu Rui Borges com as suas qualidades.

Flávio Gonçalves prepara-se para se manter na equipa principal do Sporting. De acordo com o jornal Record, o jovem português convenceu Rui Borges durante a pré-temporada e vai mesmo ser aposta em 2026/27. A mesma fonte indica que os leões rejeitaram propostas pelo médio ofensivo.

O jogador de 19 anos pode atuar nas três posições atrás do ponta de lança, onde conta com uma concorrência feroz. O Sporting também tem o seu atleta bastante blindado, com um contrato válido até 2030 e uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.

Flávio Gonçalves chegou ao Sporting em 2019, proveniente da formação do Rio Ave. Na última temporada realizou sete partidas pela equipa principal, com uma assistência. Já pelos B’s, somou 24 jogos, seis tentos e uma assistência. Também passou pelos Sub-19 com números interessantes: sete encontros, cinco golos e uma assistência.

Benfica já procura alternativa: Ibrahima Ba não vai rumar à Luz

Ibrahima Ba não vai ser jogador do Benfica na próxima temporada. O defesa central preferiu juntar-se ao Estrasburgo.

Ibrahima Ba prepara-se para ser reforço do Estrasburgo, negando a possibilidade de rumar ao Benfica neste mercado de transferências. A informação está a ser avançada pelo jornal Record, que revela que o próprio Marco Silva falou com o defesa central, mas não o conseguiu convencer.

Hugo Oliveira levará assim o seu pupilo para França, com o Estrasburgo a ter de pagar 20 milhões de euros ao Famalicão, com os minhotos a reservarem 15% de uma futura venda. O Benfica terá assim de avançar para uma outra alternativa, com o objetivo de suceder a António Silva.

O internacional português está perto de se juntar ao Bournemouth e o plantel das águias ficará assim desfalcado, apenas com Tomás Araújo e Clément Lenglet como defesas centrais, com Gabriel Índio a estar entre a equipa A e a equipa B.

Thomas Tuchel afundou Inglaterra e Lionel Messi voltou a resgatar a Argentina – Diário do Mundial 2026 #32

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026. 

Méritos argentinos, deméritos ingleses | Inglaterra 1-2 Argentina

Argentina Jogadores
Fonte: Federação Argentina de Futebol

Falar em campos de batalha é sempre delicado quando o assunto envolve, em simultâneo, Inglaterra e Argentina. As recordações da Guerra das Malvinas, em 1982, continuam a estar presentes, fizeram questão de relembrar os jogadores argentinos depois do jogo. Ainda assim, e saltando, por dois segundos, o peso histórico das expressões bélicas, a meia-final do Mundial 2026 foi, por mais de 90 minutos, um campo de batalha com três frentes diferentes. Na mais importante, a última, a que decidia a guerra, a Argentina foi amplamente superior. Por aí se explica uma vitória com um roteiro que respeitou as duas seleções, mas congratulou os albicelestes.

O Mundial da Argentina é uma espécie de cliché em constante construção. Começou com tudo, esteve perto de cair contra os mais fracos, mas encontrou sempre forma de se reerguer com Lionel Messi, solto depois de quebrar o enguiço há quatro anos, a aparecer sempre nos momentos mais delicados. Foi, novamente – e agora contra uma seleção do mesmo patamar – o que aconteceu, mais coisa, menos coisa. Em termos clichés, tudo certo. Tudo, até a típica frase das duas partes distintas. 

Os primeiros 45 minutos, retomando o belicismo, foram um exercício de choque mútuo, de confrontação física e de duelos por toda a linha. A bola, essa, ficou relegada para segundo plano, como se o objetivo do jogo fosse, ao final de contas, ver quem conseguia atingir mais vezes o adversário. Também aí houve estratégia e a Inglaterra foi mais feliz na sua marcação individual. Com Anthony Gordon e Morgan Rogers de fora para dentro a marcar os centrais, Harry Kane sobre Leandro Paredes, Jude Bellingham sobre Enzo Fernández e Declan Rice sobre Alexis Mac Allister, num encaixe mais longo, os médios argentinos ficaram condicionados e a bola chegou por poucas vezes a Lionel Messi, desta feita como falso 9. Com superioridade estratégica e os corredores mais dinâmicos, os ingleses tiveram o controlo territorial da partida, mas nem por isso sorriram. Aos 30 minutos, não havia um único remate. Coisa pouca.

Lionel Messi Argentina Elliot Anderson Inglaterra 3
Fonte: Federação Argentina de Futebol

Na segunda parte, o jogo mudou de figura, com o crescimento da Argentina. Logo nos primeiros minutos, Diego Simeone conseguiu uma aceleração a partir de posições mais interiores e Julián Álvarez, da esquerda para se deslocar em toda a largura, criaram perigo. Neste momento, foi Inglaterra a marcar. Não é incomum ver a seleção inglesa aproveitar estas sequências de aparente inferioridade para conseguir chegar ao golo, o mais fiel retrato – excetuando a ausência de Jude Bellingham da jogada – da intenção dos Três Leões para este Mundial.

Não demoraram muito segundos para a bola passar de estar no meio-campo inglês para fazer balançar as redes da baliza argentina. Harry Kane veio cá atrás e lançou a jogada. Perante a tentativa acrobática de Nicolás Tagliafico, mais um lance que correu mal por ser jogado no limite do risco, Declan Rice apanhou a bola e deu-lhe sequência numa das sequências de trás para a frente em condução. Depois, a procura do extremo no segundo poste, com uma jogada feita pelos dois jogadores do corredor, não é inocente. O cenário que já tinha acontecido noutros jogos, nomeadamente contra o México repetiu-se. 

Aos 55 minutos, Thomas Tuchel cometeu o erro que definiu o rumo do jogo. Embora o selecionador dos ingleses tenha negado qualquer intenção em baixar linhas e abdicar do 2-0, o campo diz uma coisa totalmente diferente. Imediatamente a seguir ao golo, Djed Spence fez com que um desequilíbrio não redundasse no golo do empate. Depois do susto, chegou a aparente solução. Baixar linhas, defender a área e proteger ao máximo a baliza de Pickford. O 4-4-2 deu lugar ao 5-3-2 e ainda viria a experimentar o 5-4-1. Do banco, vieram Ezri Konsa, para permitir juntar os cinco defesas e, mais tarde, Dan Burn, o mais alto dos ingleses, e Nico O’Reilly, não para ser médio, mas para ser um segundo lateral. Ainda bem que Thomas Tuchel não quis defender o resultado. Imaginem se o quisesse. 

Lautaro Martínez Argentina Inglaterra
Fonte: Federação Argentina de Futebol

Mais do que a estratégia, o problema foi a sua aplicação em campo. Do ponto de vista ofensivo, Inglaterra deixou de existir. Anthony Gordon, a melhor opção para esticar, foi o primeiro a sair. Jude Bellingham e Harry Kane, nomes maiores do Mundial inglês, passaram a jogar bem longe da baliza adversária. Entre os 55 minutos e os 90+2, altura da reviravolta, os ingleses tiveram 12% da posse de bola. Em cada minuto, Inglaterra tinha a bola por sete segundos. Os outros 53 foram passados nos pés dos argentinos. Uma estratégia deste tipo não é nova nem inovadora, mas tem de ser perfeita. Curiosamente, diz-se que a seleção que as tenta, procura evitar ao máximo os riscos. Pelo contrário. Joga consciente do risco que é a bola andar por tanto tempo a rondar a própria baliza. E, tamanho risco, não foi bem acautelado.

Lionel Messi não marcou, mas assistiu por duas vezes. Na estratégia inglesa, houve pouca clareza para pensar nas consequências que é deixar o 10 da Argentina jogar de frente para a baliza adversária, nas imediações da área e com pouca ou nenhuma pressão. Ficou mais fácil para o argentino das 1.001 soluções encontrar maneiras para a bola chegar à área. Depois, Lionel Scaloni, dentro do conservadorismo e da repetição das substituições, conseguiu aproximar a equipa da área adversária. Rapidamente chamou Nico González ao jogo para aproveitar o espaço entre John Stones e Reece James. Também por aí caiu Alexis Mac Allister, outra referência para as situações de cruzamento. 

O principal mérito da Argentina esteve na forma como procurou meter a bola na área. Resistiu à tentação de acelerar o jogo, de cruzar sem ordem nem sentido e de ficar demasiado insaciável. Soube colocar pausa e cabeça. Aí, Enzo Fernández também fez uma exibição para encher o campo, recuperando bolas, preenchendo o meio-campo e dando saídas. Tentou, tentou, tentou até marcar um grande golo. Antes, brilhou Jordan Pickford e brilharam os postes, a adiar ao máximo um golo que era cada vez mais certo. Depois, ainda apareceu Lautaro Martínez. A redenção, iniciada na Copa América, ficou completa. Era estranha a alergia ao golo que vinha demonstrando um dos avançados com mais faro para a celebração no futebol mundial. O último passo, depois do melhor jogo dos argentinos desde que tudo começou a ser a eliminar, não é a final. É a Finalíssima. O futebol arranja sempre maneira de fazer cumprir os destinos.