António Silva já tem acordo com o Bournemouth para este mercado de transferências de verão, deixando o Benfica.
António Silva já chegou a acordo com o Bournemouth para se juntar aos ingleses neste mercado de transferências, com a equipa do Vitality Stadium ainda a tentar chegar a um acordo com o Benfica. De acordo com o Record, o emblema da Luz quer manter o jogador por mais alguns dias.
Existe a esperança de que António Silva ainda possa ser opção para Marco Silva no primeiro encontro frente ao St. Gallen, jogo relativo à primeira mão da segunda eliminatória de acesso à Europa League. Já para a segunda partida, será praticamente impossível reter o internacional português.
A dupla António Silva-Clément Lenglet deverá estar presente em campo frente à Suíça, com Tomás Araújo ainda com baixa condição física para o dia 23 de julho, situação que deve mudar no dia 30 de julho. O Benfica deve vender António Silva por 25 milhões de euros.
Daniel Bragança continua a ser um nome importante para o projeto do Sporting, ainda que esteja no último ano de contrato com os leões.
Daniel Bragança fez dois golos na vitória do Sporting contra o Celtic, num encontro particular, mostrando que tem espaço no plantel dos leões. De acordo com o jornal O Jogo, o emblema de Alvalade está tentado em manter o jogador, ainda que o mesmo esteja no seu último ano de contrato.
O médio apresentou uma oferta de renovação que não cobriu os desejos de Daniel Bragança, o que lhe abriu inclusivamente a porta de saída, sendo que o português foi mesmo apontado ao Valência. O bom trabalho na pré-temporada do jogador pode assim mudar o seu futuro.
Daniel Bragança tem 27 anos e passou parte da última época lesionado. Em 2025/26 realizou 24 encontros, com seis golos marcados e uma assistência.
Geny Catamo pode abandonar o Sporting no mercado de transferências de verão. O extremo conta com interessados.
Geny Catamo pode ser mais um dos nomes a abandonar o Sporting no mercado de transferências de verão. De acordo com o jornal A Bola, o extremo soma emblemas interessados na Arábia Saudita e Inglaterra. Porém, uma eventual negociação promete ser complicada.
Os leões não querem perder o internacional moçambicano, mas não encerram completamente a porta de saída ao extremo, caso chegue a proposta correta. Geny Catamo tem um contrato válido até 2029, o que traz alguma segurança à estrutura, além de uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.
O jogador é um indiscutível na posição de extremo direito, ainda que tenha a concorrência de Luis Guilherme. Geny Catamo tem 24 anos e na última temporada fez 47 encontros, com oito golos marcados e quatro assistências.
Flávio Gonçalves vai manter-se na equipa principal do Sporting. O médio ofensivo convenceu Rui Borges com as suas qualidades.
Flávio Gonçalves prepara-se para se manter na equipa principal do Sporting. De acordo com o jornal Record, o jovem português convenceu Rui Borges durante a pré-temporada e vai mesmo ser aposta em 2026/27. A mesma fonte indica que os leões rejeitaram propostas pelo médio ofensivo.
O jogador de 19 anos pode atuar nas três posições atrás do ponta de lança, onde conta com uma concorrência feroz. O Sporting também tem o seu atleta bastante blindado, com um contrato válido até 2030 e uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.
Flávio Gonçalves chegou ao Sporting em 2019, proveniente da formação do Rio Ave. Na última temporada realizou sete partidas pela equipa principal, com uma assistência. Já pelos B’s, somou 24 jogos, seis tentos e uma assistência. Também passou pelos Sub-19 com números interessantes: sete encontros, cinco golos e uma assistência.
Ibrahima Ba não vai ser jogador do Benfica na próxima temporada. O defesa central preferiu juntar-se ao Estrasburgo.
Ibrahima Ba prepara-se para ser reforço do Estrasburgo, negando a possibilidade de rumar ao Benfica neste mercado de transferências. A informação está a ser avançada pelo jornal Record, que revela que o próprio Marco Silva falou com o defesa central, mas não o conseguiu convencer.
Hugo Oliveira levará assim o seu pupilo para França, com o Estrasburgo a ter de pagar 20 milhões de euros ao Famalicão, com os minhotos a reservarem 15% de uma futura venda. O Benfica terá assim de avançar para uma outra alternativa, com o objetivo de suceder a António Silva.
O internacional português está perto de se juntar ao Bournemouth e o plantel das águias ficará assim desfalcado, apenas com Tomás Araújo e Clément Lenglet como defesas centrais, com Gabriel Índio a estar entre a equipa A e a equipa B.
Falar em campos de batalha é sempre delicado quando o assunto envolve, em simultâneo, Inglaterra e Argentina. As recordações da Guerra das Malvinas, em 1982, continuam a estar presentes, fizeram questão de relembrar os jogadores argentinos depois do jogo. Ainda assim, e saltando, por dois segundos, o peso histórico das expressões bélicas, a meia-final do Mundial 2026 foi, por mais de 90 minutos, um campo de batalha com três frentes diferentes. Na mais importante, a última, a que decidia a guerra, a Argentina foi amplamente superior. Por aí se explica uma vitória com um roteiro que respeitou as duas seleções, mas congratulou os albicelestes.
O Mundial da Argentina é uma espécie de cliché em constante construção. Começou com tudo, esteve perto de cair contra os mais fracos, mas encontrou sempre forma de se reerguer com Lionel Messi, solto depois de quebrar o enguiço há quatro anos, a aparecer sempre nos momentos mais delicados. Foi, novamente – e agora contra uma seleção do mesmo patamar – o que aconteceu, mais coisa, menos coisa. Em termos clichés, tudo certo. Tudo, até a típica frase das duas partes distintas.
Os primeiros 45 minutos, retomando o belicismo, foram um exercício de choque mútuo, de confrontação física e de duelos por toda a linha. A bola, essa, ficou relegada para segundo plano, como se o objetivo do jogo fosse, ao final de contas, ver quem conseguia atingir mais vezes o adversário. Também aí houve estratégia e a Inglaterra foi mais feliz na sua marcação individual. Com Anthony Gordon e Morgan Rogers de fora para dentro a marcar os centrais, Harry Kane sobre Leandro Paredes, Jude Bellingham sobre Enzo Fernández e Declan Rice sobre Alexis Mac Allister, num encaixe mais longo, os médios argentinos ficaram condicionados e a bola chegou por poucas vezes a Lionel Messi, desta feita como falso 9. Com superioridade estratégica e os corredores mais dinâmicos, os ingleses tiveram o controlo territorial da partida, mas nem por isso sorriram. Aos 30 minutos, não havia um único remate. Coisa pouca.
Fonte: Federação Argentina de Futebol
Na segunda parte, o jogo mudou de figura, com o crescimento da Argentina. Logo nos primeiros minutos, Diego Simeone conseguiu uma aceleração a partir de posições mais interiores e Julián Álvarez, da esquerda para se deslocar em toda a largura, criaram perigo. Neste momento, foi Inglaterra a marcar. Não é incomum ver a seleção inglesa aproveitar estas sequências de aparente inferioridade para conseguir chegar ao golo, o mais fiel retrato – excetuando a ausência de Jude Bellingham da jogada – da intenção dos Três Leões para este Mundial.
Não demoraram muito segundos para a bola passar de estar no meio-campo inglês para fazer balançar as redes da baliza argentina. Harry Kane veio cá atrás e lançou a jogada. Perante a tentativa acrobática de Nicolás Tagliafico, mais um lance que correu mal por ser jogado no limite do risco, Declan Rice apanhou a bola e deu-lhe sequência numa das sequências de trás para a frente em condução. Depois, a procura do extremo no segundo poste, com uma jogada feita pelos dois jogadores do corredor, não é inocente. O cenário que já tinha acontecido noutros jogos, nomeadamente contra o México repetiu-se.
Aos 55 minutos, Thomas Tuchel cometeu o erro que definiu o rumo do jogo. Embora o selecionador dos ingleses tenha negado qualquer intenção em baixar linhas e abdicar do 2-0, o campo diz uma coisa totalmente diferente. Imediatamente a seguir ao golo, Djed Spence fez com que um desequilíbrio não redundasse no golo do empate. Depois do susto, chegou a aparente solução. Baixar linhas, defender a área e proteger ao máximo a baliza de Pickford. O 4-4-2 deu lugar ao 5-3-2 e ainda viria a experimentar o 5-4-1. Do banco, vieram Ezri Konsa, para permitir juntar os cinco defesas e, mais tarde, Dan Burn, o mais alto dos ingleses, e Nico O’Reilly, não para ser médio, mas para ser um segundo lateral. Ainda bem que Thomas Tuchel não quis defender o resultado. Imaginem se o quisesse.
Fonte: Federação Argentina de Futebol
Mais do que a estratégia, o problema foi a sua aplicação em campo. Do ponto de vista ofensivo, Inglaterra deixou de existir. Anthony Gordon, a melhor opção para esticar, foi o primeiro a sair. Jude Bellingham e Harry Kane, nomes maiores do Mundial inglês, passaram a jogar bem longe da baliza adversária. Entre os 55 minutos e os 90+2, altura da reviravolta, os ingleses tiveram 12% da posse de bola. Em cada minuto, Inglaterra tinha a bola por sete segundos. Os outros 53 foram passados nos pés dos argentinos. Uma estratégia deste tipo não é nova nem inovadora, mas tem de ser perfeita. Curiosamente, diz-se que a seleção que as tenta, procura evitar ao máximo os riscos. Pelo contrário. Joga consciente do risco que é a bola andar por tanto tempo a rondar a própria baliza. E, tamanho risco, não foi bem acautelado.
Lionel Messi não marcou, mas assistiu por duas vezes. Na estratégia inglesa, houve pouca clareza para pensar nas consequências que é deixar o 10 da Argentina jogar de frente para a baliza adversária, nas imediações da área e com pouca ou nenhuma pressão. Ficou mais fácil para o argentino das 1.001 soluções encontrar maneiras para a bola chegar à área. Depois, Lionel Scaloni, dentro do conservadorismo e da repetição das substituições, conseguiu aproximar a equipa da área adversária. Rapidamente chamou Nico González ao jogo para aproveitar o espaço entre John Stones e Reece James. Também por aí caiu Alexis Mac Allister, outra referência para as situações de cruzamento.
O principal mérito da Argentina esteve na forma como procurou meter a bola na área. Resistiu à tentação de acelerar o jogo, de cruzar sem ordem nem sentido e de ficar demasiado insaciável. Soube colocar pausa e cabeça. Aí, Enzo Fernández também fez uma exibição para encher o campo, recuperando bolas, preenchendo o meio-campo e dando saídas. Tentou, tentou, tentou até marcar um grande golo. Antes, brilhou Jordan Pickford e brilharam os postes, a adiar ao máximo um golo que era cada vez mais certo. Depois, ainda apareceu Lautaro Martínez. A redenção, iniciada na Copa América, ficou completa. Era estranha a alergia ao golo que vinha demonstrando um dos avançados com mais faro para a celebração no futebol mundial. O último passo, depois do melhor jogo dos argentinos desde que tudo começou a ser a eliminar, não é a final. É a Finalíssima. O futebol arranja sempre maneira de fazer cumprir os destinos.
A Argentina venceu a Inglaterra por 2-1 nas meias-finais e está na final do Mundial 2026. Lionel Scaloni já reagiu.
A Argentina está na final do Mundial 2026, depois de bater a Inglaterra por 2-1. Lionel Scaloni, que guiou a albiceleste à segunda final de Mundial consecutiva, já reagiu a mais um passo dado.
«Não tenho palavras, é pura emoção. É uma alegria imensa para o povo, para o país, para este grupo. Vamos tentar vencer a final e fazer tudo o que pudermos, mas é muito difícil».
«Estamos muito unidos, sem qualquer arrogância. É simplesmente de coração. Só temos que agradecer a estes jogadores. Esta camisa foi conquistada. Temos que dar tudo até o fim e cumprirmos o nosso sonho de voltar a vencer o Mundial».
Na final, a Argentina defrontará a Espanha, que venceu a França por 2-0 e já tinha assegurado a presença na derradeira partida. A final está agendada para Nova Jersey no domingo, dia 19 de julho.
A Argentina venceu a Inglaterra por 2-1 nas meias-finais. Thomas Tuchel já reagiu à derrota da seleção inglesa e assumiu desapontamento.
A Argentina está na final do Mundial 2026, depois de bater a Inglaterra por 2-1. Thomas Tuchel já reagiu à derrota, explicou as alterações que levaram a equipa para trás e respondeu às críticas.
«Estamos desapontados. Estivemos tão perto mas tornámo-nos muito passivos depois do golo e permitimos demasiadas ocasiões de golo ao adversário. Não conseguimos controlar a posse de bola e eles tiveram muitos cruzamentos à disposição. Não mantivemos o nível depois do 1-0».
«Fiz alterações ofensivas nos últimos jogos. Apenas tentámos ajudar os jogadores. Decidimos voltar ao sistema de cinco defesas porque havia muito espaços abertos, eles ganharam todos os duelos de cabeça e continuaram a tirar cruzamentos para a nossa área. Claro que a responsabilidade é do treinador caso as coisas não corram bem».
«Se não consegues ter bola também não ajuda. Não conseguimos sair com perigo. Queríamos ir atrás do 2-0, mas não tinha a certeza que substituições mais ofensivas fossem ajudar a equipa. Mantivemos a estrutura, só que tornámo-nos passivos. Não ganhámos quaisquer bolas e o jogo mudou por completo. Percebo todos os debates que existem por aí e certamente há milhões de treinadores depois do jogo terminar».
Na final, a Argentina defrontará a Espanha, que venceu a França por 2-0 e já tinha assegurado a presença na derradeira partida. A final está agendada para Nova Jersey no domingo, dia 19 de julho.
A Argentina venceu a Inglaterra por 2-1 nas meias-finais e vai marcar presença na final com Espanha. Jogo é a reedição da Finalíssima.
A Argentina está na final do Mundial 2026, depois de bater a Inglaterra por 2-1 e tem encontro marcado com a Espanha. Este jogo vai colocar frente a frente os vencedores do Euro 2024 e da Copa América 2024, que se deveriam ter defrontado em março.
Aí, o jogo que reuniria os vencedores das duas provas continentais, seria disputado sob forma da Finalíssima. No entanto, como o jogo seria disputado no Catar, no Médio Oriente, acabou por ser cancelado em virtude do agravar do conflito. Terá assim possibilidade de ser jogado, num contexto ainda mais decisivo.
Na final, a Argentina defrontará a Espanha, que venceu a França por 2-0 e já tinha assegurado a presença na derradeira partida. A final está agendada para Nova Jersey no domingo, dia 19 de julho.
A Argentina venceu a Inglaterra por 2-1 nas meias-finais. Depois do golo sofrido, argentinos tiveram 88% da posse de bola.
A Argentina está na final do Mundial 2026, depois de bater a Inglaterra por 2-1. O resultado até começou por ser favorável aos ingleses, mas os argentinos conseguiram a reviravolta… e há um dado que o explica.
Desde que Anthony Gordon marcou, aos 55 minutos, e até ao golo do 2-1 de Lautaro Martínez, já nos minutos de desconto, a seleção albiceleste teve 88% da posse de bola. Os ingleses, tiveram apenas 12%, tendo sido remetidos a um bloco defensivo que não teve resultado.
Na final, a albiceleste defrontará a Espanha, que venceu a França por 2-0 e já tinha assegurado a presença na derradeira partida. A final está agendada para Nova Jersey no domingo, dia 19 de julho.
12% – Average possession between Anthony Gordon's opener and Lautaro Martínez's winner (55th to 92nd minute):