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Sporting: leões podem replicar fórmula do Benfica e que já foi sua

Juan Jesus tem sido apontado ao Sporting. Os leões podem apostar num nome mais experiente para o centro da defesa.

Juan Jesus foi recentemente associado ao Sporting, já que se encontra em final de contrato com o Nápoles. O internacional brasileiro tem 34 anos e pode vir a trazer alguma experiência ao centro da defesa dos leões. Os verde e bracos podem repetir assim uma fórmula de sucesso.

O Sporting contratou Jérémy Mathieu em 2017, numa fase em que o francês tinha 33 anos, entrando na última parte da sua carreira, depois de uma vasta experiência na La Liga, principalmente ao serviço do Barcelona, permitindo aos mais jovens ‘beberem’ dos seus conhecimentos.

Mais recentemente, foi o Benfica que apostou num defesa central com mais experiência. Nicolás Otamendi, que já tinha vestido a camisola do FC Porto, assinou pelas águias em 2020, aos 32 anos de idade, após representar o Valência e o Manchester City.

O Benfica pretende manter o mesmo sistema com a mais que provável saída do argentino, com Stefan de Vrij, atualmente no Inter Milão, a perfilar-se como o sucessor de Nicolás Otamendi.

Ousmane Diomande, Gonçalo Inácio, Eduardo Quaresma e Zeno Debast são o quarteto de centrais do Sporting.

Bósnia e Herzegovina é a primeira seleção a revelar os convocados para o Mundial 2026 e Amar Dedic está entre os eleitos

A Bósnia e Herzegovina já revelou os eleitos para o Mundial 2026. Amar Dedic está entre os convocados para a fase final da competição.

A Bósnia e Herzegovina anunciou os 26 convocados para o Mundial 2026. A seleção europeia foi a primeira a revelar os eleitos para a fase final da competição que vai ter lugar nos Estados Unnidos, Canadá e México.

Amar Dedic, do Benfica, figura entre os convocados da seleção da Bósnia e Herzegovina, tal como o capitão, Edin Dzeko, de 40 anos. Já Tarik Karic, Mladen Jurkas, Arjan Malic, Jusuf Gazibegovic, Ifet Djakovac, Dario Saric, Amer Gojak, Haris Hajradinovic ficam na lista de reservas.

A Bósnia e Herzegovina, que está de volta a uma fase final após 12 anos após ter eliminado a Itália nos playoffs, está no grupo B e vai medir forças com o Canadá, o Catar e a Suíça.

Eis os convocados da Bósnia e Herzegovina para o Mundial 2026:

  • Guarda-Redes: Nikola Vasilj, Martin Zlomislic e Osman Hadzikic.
  • Defesas: Sead Kolasinac, Amar Dedic, Nihad Mujakic, Nikola Katic, Tarik Muharemovic e Stjepan Radeljic.
  • Médios: Dennis Hadzikadunic, Nidal Celik, Amir Hadziahmetovic, Ivan Sunjic, Ivan Basic, Dzenis Burnic, Benjamin Tahirovic, Amar Memic, Armin Gigovic, Kerim Alajbegovic e Esmir Bajraktarevic.
  • Avançados: Ermin Mahmic, Ermedin Demirovic, Jovo Lukic, Samed Bazdar, Haris Tabakovic e Edin Dzeko.

Para as equipas portuguesas estarem atentas? Há uma equipa quase despromovida na La Liga

O Real Oviedo está muito perto de ser despromovido à La Liga 2, depois de apenas uma temporada no principal escalão do futebol espanhol.

O Real Oviedo está perto de um regresso à La Liga 2, depois de não ter conseguido melhor que um empate frente ao Getafe, num encontro relativo à 35.ª jornada da La Liga. O emblema das Astúrias encontra-se na última posição com 29 pontos somados e ainda três jogos por disputar.

A descida será consumada caso o Rayo Vallecano consiga pontuar frente ao Rayo Vallecano, jogo que se disputa na noite desta segunda-feira. O Real Oviedo começou a época a ser orientado por Veljko Paunovic, passando por uma fase negativa às ordens de Luis Carrión.

Guillermo Almada assumiu as redes da equipa e até deve manter-se no lugar, mesmo com a mais que provável despromoção. O Real Oviedo é um dos históricos do futebol espanhol e tinha conseguido o regresso à La Liga em 2025.

A equipa conta com vários nomes conhecidos do futebol português. David Carmo passou pelo Braga e pelo FC Porto, enquanto que Santi Colombatto vestiu a camisola do Famalicão. Santi Cazorla, Alberto Reina, Eric Bailly, Ilyas Chaira, Haissem Hassam, Fede Viñas ou Javi López fazem parte do plantel.

O Dragão voltou a rugir na Europa| FC Porto x Barcelona

O FC Porto voltou ao topo da Europa.  E fê-lo com todos os componentes do ADN portista: com personalidade, sofrimento, qualidade competitiva e uma exibição absolutamente gigantesca perante o clube mais titulado da história da competição.

O Barcelona chegava a esta final com 22 Champions League no currículo, mas já não disputava uma final há 8 anos. O FC Porto procurava “apenas” a quarta. Uma diferença curricular abismal em termos históricos, mas que desapareceu completamente assim que a bola começou a rolar.

Porque durante largos períodos da final… só deu FC Porto. Os dragões entraram na partida com uma intensidade absolutamente avassaladora. Ainda antes de concluído o primeiro minuto, Marc Grau viu cartão azul por prender o patim de Gonçalo Alves, oferecendo ao FC Porto a primeira situação de power play.

Sergi Fernández ainda travou Carlo di Benedetto no livre direto, mas pouco depois já nada conseguiu fazer. Aos 2’, Rafa inaugurou o marcador após assistência de Gonçalo Alves, premiando uma entrada fortíssima da equipa de Paulo Freitas.

E o vendaval azul e branco não abrandou. Rafa, Gonçalo Alves e Hélder Nunes obrigaram Sergi Fernández a um autêntico festival de defesas nos minutos seguintes. O guarda-redes catalão começou desde cedo a perceber que estava destinado a uma noite de sofrimento.

Aos 8’ surgiu o segundo golo portista. Uma poderosa stickada de meia distância (provavelmente no único erro de abordagem de Sergi Fernández em todo o jogo) de Gonçalo Alves incendiou definitivamente a bancada azul e branca, que esteve em esmagadora maioria neste jogo.

O mais impressionante nem foi apenas o resultado. Foi a forma como o FC Porto anulou completamente o Barcelona. Os dragões pressionavam alto, defendiam com enorme agressividade e impediam constantemente a circulação da equipa de Ricardo Ares, técnico que tinha sido o timoneiro da última conquista dos azuis e brancos nesta competição, na época 2022/2023. 

O Barcelona parecia perdido, desconfortável e sem soluções perante a intensidade competitiva da equipa portuguesa. Nem mesmo os momentos de inferioridade numérica abalaram os portistas.

Após cartão azul a Telmo Pinto, o FC Porto continuou a criar perigo em under play, obrigando Sergi Fernández a mais duas enormes defesas perante Edu Lamas e Carlo di Benedetto, em lances em que ambos surgiram isolados.

Se Sergi Fernández evitou uma goleada antes do intervalo, do outro lado também surgiu um enorme Xavi Malián. O guarda-redes espanhol respondeu de forma brilhante às tentativas de Pablo Álvarez, Eloi Cervera, Marc Grau e Ignacio Alabart, especialmente durante o período em que Hélder Nunes esteve excluído por cartão azul.

Perto do intervalo, o Barcelona conseguiu travar a avalanche ofensiva portista e dispôs de dois minutos em power play, mas não tirou partido dessa situação. Muito por culpa de Xavi Malián.

Ao intervalo, a sensação era clara: se não fosse pelo gigante Sergi Fernández (guardião lendário do hóquei em patins e um multi campeão, que termina a carreira esta época), a final podia já estar praticamente decidida.

A segunda parte trouxe um Barcelona mais agressivo e emocionalmente mais ligado ao jogo. Uma decisão polémica marcou os minutos iniciais, com a equipa portista a reclamar cartão azul para Marc Grau após falta sobre Hélder Nunes. Os árbitros nada assinalaram e, pouco depois, surgiu o momento que relançou a final.

Grande penalidade para o Barcelona após Carlo di Benedetto impedir um golo com o patim já dentro da baliza. O talentosíssimo Ignacio Alabart (28’) não desperdiçou e reduziu para 2-1, com muita classe.

Foram claramente os melhores minutos da equipa catalã. O FC Porto começou a perder bolas consecutivas, mostrou algum nervosismo e alguma falta de frescura física, e viu o Barcelona aproximar-se perigosamente do empate. Mais uma vez, Xavi Malián foi enorme em momentos decisivos.

Mesmo nos momentos mais difíceis, os dragões nunca perderam totalmente a organização emocional. Paulo Freitas percebeu o momento do jogo e lançou Ezequiel Mena e Pol Manrubia para dar mais capacidade de posse e controlo à equipa. E a decisão revelou-se fundamental.

O FC Porto voltou a respirar. E voltou a crescer. A menos de seis minutos do fim, surgiu o momento decisivo. Grande jogada individual de Telmo Pinto (45’) ultrapassando dois adversários e rematando ao ângulo da baliza blaugrana, culminando no terceiro golo portista e praticamente sentenciando a final.

O Barcelona ainda tentou reagir, pressionando a toda a pista nos minutos finais, mas encontrou um FC Porto emocionalmente fortíssimo, defensivamente muito compacto e completamente comprometido com a vitória.

Até ao fim, destaque apenas para um livre direto de Hélder Nunes (que conquista finalmente a primeira Champions League da sua brilhante carreira) a 15 segundos do fim, novamente travado por Sergi Fernández.

O FC Porto não ganhou apenas uma final. Derrubou um colosso europeu e o melhor clube da história, anulou durante largos períodos uma das equipas mais talentosas do mundo e conquistou uma Champions League absolutamente memorável.

Num percurso onde já tinha terminado à frente do Barcelona na fase de grupos, com nove vitórias em dez jogos, esta conquista acaba por surgir como a confirmação definitiva da enorme dimensão competitiva da equipa de Paulo Freitas (que já havia ganho a Champions League como jogador).

O Dragão voltou a rugir na Europa. E desta vez, fizeram-no perante o maior gigante de todos.

O Bola Rede esteve presente em Coimbra no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia e teve a oportunidade de colocar uma questão a ambos treinadores.

Bola na Rede: Na segunda parte, a sua equipa equilibrou claramente o jogo. O que é que sentiu que a equipa mudou de uma parte para a outra? E se me permite, uma segunda questão. Depois de uma segunda parte tão consistente do Barcelona, com que sensações sai desta competição para disputar o campeonato, depois de ter derrotado grandes equipas como Sporting e Benfica, e ter sido competitiva com o FC Porto.

Ricardo Ares: O que mudou foi termos muito mais rigor a nível defensivo, o que nos permitiu controlar mais os momentos ofensivos e individuais do FC Porto. Estatisticamente começamos a ter mais intercepções de remates com as pernas e nos corredores laterais, algo que fizemos melhor do que na primeira parte. No ataque, desenhamos melhor os espaços, criamos mais dificuldades à sua linha defensiva, com chegadas ao ataque muito melhores do que na primeira parte, mas precisávamos de as concretizar para entrar dentro do jogo. É uma final de Champions, o FC Porto está numa dinâmica de vitória muito forte há vários meses, e isso acabou por fazer a diferença, até porque temos vários atletas que jogaram a sua primeira final. Em relação ao campeonato, passamos alguns meses irregulares e de descrença nas nossas capacidades, mas saímos daqui reforçados e confiantes de que vamos ser muito competitivos nos play-off. Estou plenamente convicto de que assim será.

Bola na Rede: Duas partes radicalmente diferentes. Na primeira parte, o FC Porto entrou muito forte, dando até a ideia de que se não fosse pela exibição inspirada do Sergi Fernández (guarda-redes do Barcelona), o resultado poderia ter sido mais avultado. Na segunda parte, considera que foi mais mérito do Barcelona ou a sua equipa começou a acusar mais o desgaste de ter jogado no sábado, e começar a apresentar uma menor frescura física?

Paulo Freitas: O Barcelona tem muita qualidade e percebeu que tinha de fazer algo diferente, uma vez que estava em desvantagem. Involuntariamente, ficamos um pouco receosos, começamos a alongar os nossos ataques, mas deixamos de ser verticais na parte final do ataque, e o Barça sentiu isso. Podíamos e devíamos ter sido mais verticais para manter o Barcelona em sentido, mas do outro lado há muita qualidade. Foi necessário muito espírito de sacrifício, por parte de jogadores que já conquistaram vários troféus com este clube, mas que querem continuar a fazê-lo para dar alegrias aos nossos adeptos.

Renato Veiga recebe elogios de Marcelino Toral após o jogo com o Villarreal: «Tem um grande presente e um grande futuro»

Renato Veiga foi muito elogiado por Marcelino Toral, após o empate do Villarreal frente ao Mallorca. O técnico enalteceu as qualidades do internacional português.

Renato Veiga recebeu muitos elogios de Marcelino Toral. Após o empate do Villarreal frente ao Mallorca, o técnico do submarino amarelo fez questão de deixar uma palavra para o defesa internacional português, que travou um duelo aceso com Vedat Muriqi, um dos melhores marcadores da La Liga desta temporada:

«É muito bom futebolista. Teve duelos com um avançado que, a seguir a Mbappé, é o melhor goleador da LaLiga. O Renato esteve muito bem. Tem um grande presente e um grande futuro. Tem 22 anos, a idade de maior rendimento ainda está por chegar», afirmou o treinador.

Nesta temporada, Renato Veiga soma um golo em 41 jogos pelo Villarreal.

Já estão definidas as equipas de arbitragem para as finais da Champions League, Europa League e Conference League

Já estão definidas as equipas de arbitragem para as finais da Champions League, Europa League e Conference League. O alemão Daniel Siebert vai estar no encontro entre Arsenal e PSG.

Já há árbitros para as finais europeias da Champions League, Europa League e Conference League. A UEFA revelou as escolhas nesta segunda-feira e o destaque vai para Daniel Siebert, que vai estar no Arsenal x PSG, com assistência de Jan Seidel and Rafael Foltyn. No VAR da final da Champions League estará Bastian Dankert.

Eis as equipas de arbitragem para as finais europeias:

  • Final Champions League Masculina

Árbitro: Daniel Siebert (Alemanha)

Assistentes: Jan Seidel e Rafael Foltyn (Alemanha)

Quarto Árbitro: Sandro Schärer (Suíça)

Árbitro de Reserva: Guadalupe Porras Ayuso (Espanha)

VAR: Bastian Dankert (Alemanha)

Assistente VAR: Robert Schroder (Alemanha)

VAR Apoio: Carlos Del Cerro Grande (Espanha)

  • Final Champions League Feminina

Árbitro: Tess Olofsson (Suécia)

Assistentes: Almira Spahic (Suécia) and Monica Løkkeberg (Noruega)

Quarto Árbitro: Iuliana Demetrescu (Roménia)

Árbitro de Reserva: Tilde Hedberg (Suécia)

VAR: Bram Van Driessche (Bélgica)

VAR Assistente: Fedayi San (Suíça)

VAR Apoio: Michael Fabbri (Itália)

  • Final Europa League

Árbitro: François Letexier (França)

Assistentes: Cyril Mugnier e Mehdi Rahmouni (França)

Quarto Árbitro: Alejandro José Hernández Hernández (Espanha)

Árbitro de Reserva: José Enrique Naranjo Pérez (Espanha)

VAR: Jérôme Brisard (França)

VAR Assistente: Willy Delajod (França)

VAR Apoio: Dennis Higler (Países Baixos)

  • Final Conference League

Árbitro: Maurizio Mariani (Itália)

Assistentes: Daniele Bindoni e Alberto Tegoni (Itália)

Quarto Árbitro: Glenn Nyberg (Suécia)

Árbitro de Reserva: Mahbod Beigi (Suécia)

VAR: Marco Di Bello (Itália)

VAR Assistente: Daniele Chiffi (Itália)

VAR Apoio: Ivan Bebek (Croácia)

Jornalista espanhol sobre a chegada de José Mourinho ao Real Madrid: «É um malandro»

Paco González falou sobre a eventual chegada de José Mourinho ao comando do Real Madrid, recordando o que se passou no passado.

Paco González, jornalista conhecido de Espanha, esteve presente no El Partidazo de COPE, onde afirmou que não gostaria de um regresso de José Mourinho ao Real Madrid, recordando eventos da primeira passagem pelo português no Santiago Bernabéu:

«Florentino Pérez também não terminou muito bem com o Mourinho. Naquela época, eu dava-me muito bem com o Florentino e ele não lhe ofereceu a renovação. O Mourinho deixou o balneário dividido, o Casillas como se fosse o traidor, o Ramos a vestir uma camisola do Özil e, além disso, é um malandro. Tal como não gosto do Piqué, que como presidente é um malandro, não gosto do Mourinho porque é um malandro e não gosto de malandros».

José Mourinho tem sido associado ao Real Madrid com alguma força, ainda que tenha contrato com o Benfica. O técnico afirmou que não vai falar com nenhum dirigente até ao final do campeonato.

Real Madrid (que ainda não é de José Mourinho) já garantiu 2 reforços e português prepara revolução

O Real Madrid pode vir a ser treinado por José Mourinho. Nico Paz e Endrick vão regressar em breve ao Santiago Bernabéu.

O Real Madrid já prepara a próxima temporada, depois de não conquistar nenhum dos principais títulos em 2025/26, ao mesmo tempo que procura um novo treinador, numa fase em que José Mourinho é considerado o principal candidato à sucessão de Álvaro Arbeloa no banco de suplentes.

Segundo o Diario As, o português quer realizar várias mudanças, concentrando-se principalmente na defesa, já que José Mourinho procura três ou quatro reforços para o setor, abrindo as portas de saída a Dani Carvajal e David Alaba, que estão em final de contrato.

Álvaro Carreras, Raúl Asencio, Éder Militão e Ferland Mendy também não têm o seu posto garantido, devido às lesões e à falta de qualidade apresentada em 2025/26. Já mais à frente do terreno, os merengues já garantiram dois nomes para a próxima temporada.

Endrick vai regressar por empréstimo, após meio ano no Lyon de Paulo Fonseca. Nico Paz vai ser recomprado, depois de dois anos de alto nível ao serviço do Como 1907. O próximo verão promete trazer muitas novidades no Santiago Bernabéu.

Diogo Costa eleito guarda-redes do mês de abril da Liga Portugal

Diogo Costa foi eleito o guarda-redes do mês de abril da Liga Portugal. O guardião do FC Porto ficou à frente de Bernardo Fontes e de Kaíque.

Diogo Costa é o guarda-redes do mês do abril da Liga Portugal. O guarda-redes do FC Porto venceu o galardão com 18,82% dos votos e ficou à frente de Bernardo Fontes, do Tondela, e de Kaíque, do CD Nacional.

No último mês, Diogo Costa foi titular nos quatro jogos do FC Porto, em que os dragões venceram o Estoril Praia, CD Tondela e Estrela da Amadora, além de um empate frente ao Famalicão.

Quanto à Segunda Liga, o prémio de guarda-redes do mês de abril foi ganho por Samu Silva, do Marítimo.

Kylian Mbappé faz publicação e adeptos do Real Madrid consideram como provocação

Kylian Mbappé realizou uma publicação durante o encontro entre o Real Madrid e o Barcelona. Os adeptos não gostaram do que viram.

Kylian Mbappé realizou uma publicação durante o encontro entre o Real Madrid e o Barcelona (vitória dos catalães por 2-0, que deu o título aos catalães), que causou algum desagrado aos adeptos dos merengues, ainda que a intenção do francês possa ter sido a melhor possível.

O jogador, que ficou fora da ficha de jogo por lesão escreveu «Hala Madrid» numa história, acompanhada com uma imagem da partida, na televisão. O problema é que os blancos já estavam a perder por 2-0, algo que está a ser considerado por muitos como uma provocação.

Kylian Mbappé está a viver uma época complicada, com os aficionados a não descontarem de certos comportamentos do jogador. Leva 41 encontros disputados, 41 golos marcados e cinco assistências.

Eis a publicação:

Publicação de Mbappé durante Barcelona x Real Madrid gera polêmica na torcida — Foto: Reprodução
Fonte: Instagram Kylian Mbappé