Jaime Faria saiu derrotado este domingo na final do Challenger de Mauthausen, na Áustria, depois de um duelo frente a Roman Safiullin.
Jaime Faria foi derrotado este domingo na final do Challenger de Mauthausen, na Áustria, após um encontro disputado diante do russo Roman Safiullin, resolvido apenas no terceiro set. O tenista português, de 22 anos, ainda entrou melhor e conquistou o primeiro parcial por 6-4.
No entanto, viu o adversário reagir e operar a reviravolta, vencendo os dois sets seguintes por 6-4 e 7-6 (7-4). A final prolongou-se por duas horas e 25 minutos, com Safiullin a mostrar maior eficácia nos momentos decisivos.
Atual 136.º classificado do ranking mundial, Jaime Faria falhou a conquista do primeiro título individual da temporada de 2026. Já Roman Safiullin, que ocupa a 176.ª posição, soma mais um troféu ao palmarés este ano, depois de já ter vencido o Challenger Oeiras 3, disputado em Portugal.
O Thun sagrou-se campeão da Suíça pela primeira vez na sua história, num feito alcançado na época de regresso à primeira divisão.
O Thun conquistou este domingo o primeiro título de campeão suíço da sua história, precisamente na época em que regressou ao principal escalão do país. Apesar de, no sábado, ter perdido na receção ao Basileia por 3-1, a formação orientada por Mauro Lustrinelli acabou por beneficiar do desfecho do jogo do rival direto, com o St. Gallen a ser derrotado pelo Sion por 3-0.
Com este desfecho, o Thun torna-se num dos campeões mais surpreendentes do futebol europeu, conquistando o troféu no mesmo ano em que regressou à elite, após cinco temporadas na segunda divisão. A equipa chega ao topo do campeonato suíço com uma campanha sólida, apesar de ter somado quatro derrotas nas últimas cinco jornadas.
Ainda assim, manteve a liderança com 74 pontos, superou o St. Gallen e o Lugano, ambos com 63, e garantiu a conquista a três jornadas do fim da competição.
Há, a duas jornadas do fim da época, quatro clubes que ainda podem terminar nos dois lugares indefinidos no fim da tabela. CD Nacional, Estrela da Amadora, Casa Pia e Tondela lutam pela manutenção.
Com o AVS SAD já despromovido e no último lugar da Primeira Liga, apenas quatro clubes continuam envolvidos na luta pela manutenção e pela fuga aos dois lugares de risco: o penúltimo, de despromoção direta, e o último, de playoff. CD Nacional, Estrela da Amadora, Casa Pia e Tondela são os envolvidos, com situações diferentes.
CD Nacional:
De todos, é o clube com contas mais fáceis. Um ponto em qualquer um dos jogos basta para o CD Nacional confirmar a manutenção. No pior dos casos, os madeirenses sabem que ficarão no lugar de playoff. Caso o Casa Pia não ganhe ao Vitória SC na próxima jornada, mesmo sem pontuar os madeirenses celebrarão.
Estrela da Amadora:
O Estrela da Amadora pode confirmar já na próxima jornada a permanência. Para isso, precisa de vencer o Famalicão e de esperar que o Casa Pia e o Tondela não vençam. Em caso de igualdade pontual no final do campeonato, o Tricolor da Reboleira tem vantagem contra o Casa Pia, mas não contra o Tondela.
Casa Pia:
Será impossível ao Casa Pia escapar da descida já na última jornada. Para deixar o lugar de playoff, os gansos precisam de ganhar ambos os jogos e esperar que o CD Nacional não pontue em nenhum OU de somar mais três pontos que o Estrela da Amadora. Os gansos estão apenas um ponto acima do Tondela, que tem vantagem no confronto direo.
Tondela:
Os auriverdes já não têm o CD Nacional nas contas, e na luta com Estrela da Amadora e Casa Pia têm uma importante vantagem: a do confronto direto, tendo vantagem em qualquer igualdade pontual. Ainda assim, para escapar da descida, dependem dos resultados do Estrela da Amadora e do Casa Pia, esperando por desaires dos rivais.
No 22 de Junho, a urgência e a intensidade vertiginosa do Benfica desde o primeiro segundo em Famalicão foi evidente, como quem queria resolver tudo antes que o jogo tivesse tempo de respirar. No arranque da partida, a intensidade encarnada fez parecer inevitável um desfecho tranquilo, mas o futebol raramente se decide impulsos iniciais. Do outro lado, crescia um Famalicão sereno e confiante, sustentado por uma longa série de bons resultados, que voltou a medir forças com um ‘grande’ sem complexos e com a convicção de quem tem confiança no caminho que pisa. E, quando o apito final soou, o contraste era evidente: o fulgor inicial do Benfica foi diluído numa saída de cabeça baixa, com um resultado que não só sabe a pouco, como abre portas a uma luta acesa com o Sporting por um lugar na Champions League.
José Mourinho optou pelo trio de meio-campo mais móvel dos encarnados, com a ideia de instalar uma pressão intensa na primeira fase de construção famalicense e de ter atletas capazes de igualar a mobilidade do trio da equipa da casa. Com Aursnes encarregue de uma marcação apertada a Gustavo Sá, o Benfica conseguiu condicionar o Famalicão a sair pelo lado esquerdo, alternando entre Ríos a saltar na pressão e Barreiro a baixar para cobrir a linha de Van de Looi. Desta forma, foram capazes de anular duas das principais armas da equipa orientada por Hugo Oliveira: os apoios frontais de Gustavo Sá e as bolas longas em diagonal para a velocidade de Sorriso. Asfixiado pela intensidade da pressão, o Famalicão acaba por conceder um penálti na própria saída de bola, convertido por Andreas Schjelderup.
Fonte: João Freitas / Bola na Rede
Franjo Ivanovic voltou a ser chamado ao onze inicial, beneficiando do momento negativo de Pavlidis e dando sequência a uma série de boas exibições, depois de passar grande parte da temporada na sombra do avançado grego. O croata trouxe um nível de intensidade defensiva e uma verticalidade que mais nenhum avançado encarnado pode oferecer. A nível de movimentação sem bola, Ivanovic tem uma maior tendência para cair nos corredores laterais, o que abre espaço para as arrancadas desde trás de Barreiro e permite que Prestianni ocupe zonas mais interiores.
Na primeira fase de construção do Benfica, Aursnes descia para formar uma linha de três com Otamendi e António Silva, libertando Amar Dedic em largura no corredor direito e com Dahl a oferecer opções por dentro. Este esquema favoreceu Schjelderup, que esteve na origem da maioria das oportunidades criadas durante a primeira parte. O jovem de 21 anos voltou a demonstrar o seu talento no 1v1, batendo Rodrigo Pinheiro em vários duelos. No lance do segundo golo, o norueguês fintou Justin de Haas, atraiu a pressão de mais dois adversários e encontrou Richard Ríos com espaço para armar um remate forte, que desviou em Realpe e traiu Carevic.
Fonte: João Freitas / Bola na Rede
Com 2-0 no marcador, o ritmo de jogo foi atenuado, mas o Benfica ainda criou algumas oportunidades, aproveitando erros do Famalicão. Contudo, o primeiro momento que mudou todo o estado mental de ambas as equipas aconteceu ao minuto 33, num lance em que existe um penálti muito difícil de negar que fica por marcar a favor das águias. O que poderia ser o golo que, em princípio, fechava as contas da partida, tornou-se numa fonte de crença para o Famalicão. Já perto do intervalo, chegaram a criar a melhor oportunidade dos primeiros 45 minutos, num remate de meia distância de Gil Dias facilmente defendido por Trubin.
No arranque da segunda parte, Nicolás Otamendi viu o cartão vermelho por uma entrada grosseira sobre Mathias de Amorim. Reduzido a 10 elementos, Jose Mourinho colocou Enzo Barrenechea ao lado de António Silva e baixou consideravelmente as linhas do Benfica. Esta estratégia acabou por custar ao técnico, visto que ainda faltava mais de meia hora de jogo. Com um central adaptado na linha defensiva e com a entrada de Abubakar para a frente de ataque do Famalicão, a equipa da casa passou a ter uma vantagem clara a nível físico e no jogo aéreo. Essas foram as armas que procuraram utilizar, aumentando a largura e apostando em cruzamentos.
Fonte: João Freitas / Bola na Rede
Num momento de brilhantismo, Mathias de Amorim encontrou o espaço nas costas da defesa do Benfica, bateu Barreiro com uma receção orientada de grande classe e rematou forte para relançar o Fama no jogo. Este golo confirmou a tendência que se vinha a formar desde a expulsão e, ao contrário do que podia ser esperado, o Benfica continuou com linhas muito baixas e assumiu uma postura totalmente defensiva. No seguimento de um pontapé de canto, o internacional sub-21 voltou a ter espaço no corredor e encontrou Abubakar, aproveitando o posicionamento infeliz de Trubin, que não acompanhou a subida da sua linha defensiva, e chegando ao empate. Já perto dos 100 minutos de jogo, o Famalicão ainda esteve a milímetros de conquistar os 3 pontos, mas o poste negou o que seria um candidato a golo da época de Rodrigo Pinheiro.
Com o empate, o Benfica apagou qualquer réstia de crença na conquista do título e complicou as contas para o segundo lugar da Primeira Liga, que garante a qualificação para a tão desejada Champions League. Depois de uma entrada fulminante, as águias retraíram-se em demasia na sequência da expulsão e a coragem do Famalicão foi recompensada. A turma de Hugo Oliveira completa, assim, uma série invicta de 10 jogos, ganhando conforto no quinto lugar, que assegura um bilhete para a Conference League. Com princípios claros, mas difíceis de parar, o Famalicão chega à reta final da temporada em grande forma. No sentido contrário, o Benfica perde a confiança que vinha a construir nos últimos jogos, perdendo ainda Otamendi e Ríos para a visita muito exigente a Braga.
Fonte: João Freitas / Bola na Rede
bNR NA cONFERÊNCIA DE iMPRENSA
Bola na Rede: O Famalicão foi condicionado a jogar pela esquerda pela pressão do Benfica, limitando as ações de Gustavo Sa e oferecendo uma oportunidade para Mathias de Amorim ganhar protagonismo no meio campo. Pergunto lhe o que pediu ao Mathias taticamente antes e depois da expulsão e o que achou da sua prestação?
Hugo Oliveira: Penso que foi uma belíssima exibição do Mathias de Amorim. Nós temos capacidade e soluções diferentes para sair pela esquerda e pela direita, apesar das funções e os posicionamentos serem semelhantes. O Benfica salta à pressão com um dos médios que está atrás, o Aursnes ou o Ríos, ou então faz abaixar o Barreiro quando está na pressão com o avançado. E nós queríamos aproveitar essa troca de posição que o Benfica tem. Ia haver um dos lados que ia ter mais espaço. Foi o Mathias que teve espaço desse lado. Nós queríamos tripla largura em alguns momentos, para tirar proveito desse pequeno espaço. Mesmo assim eles saltaram na primeira parte muito rápido na pressão e condicionaram-nos. Na segunda parte, mexemos um bocadinho o posicionamento: ele veio buscar a bola mais atrás. E depois ele é o nosso ratinho atómico, o nosso jogador que sai da caixinha telefónica, que se vira para a frente. Faz um belíssimo golo, faz a assistência para o segundo golo. Mais um menino que está a aparecer e que vai aparecer dentro deste projeto. Hoje é um, amanhã é outro. Mas, acima de tudo, um sentimento coletivo muito grande e uma alma muito grande. Acho que é um jogo que mostra a nossa alma depois de jogos difíceis com o Braga e com o FC Porto, em que estávamos a perder e voltámos. Só uma equipa com muita alma, que acredita muito naquilo que faz, que tem uma atitude positiva, que trabalha muito e é muito ambiciosa.Os adeptos contagiam-nos também com essa atitude, e nós vamos atrás. Ainda falta muito para jogar… trabalhar durante a semana e jogar ao fim-de-semana.
Não houve golos no empate entre o Rio Ave e o Gil Vicente. Gilistas não conseguiram apanhar o Famalicão na tabela.
Num jogo mais decisivo para o Gil Vicente que para o Rio Ave, ninguém saiu vitorioso. Empate por 0-0 em Vila do Conde no jogo da 32.ª jornada da Primeira Liga.
Mesmo sem golos, foi um jogo com muitas oportunidades de parte a parte. Entre bolas ao ferro e defesas dos guarda-redes, mais de 30 remates não foram suficientes para fazer agitar as redes das balizas.
Com este resultado, o Gil Vicente perde a oportunidade de superar o Famalicão na tabela e chega aos 50 pontos no sexto lugar, menos dois que os famalicenses na luta pelo 5.º lugar. O Rio Ave está seguro na tabela com 35 pontos no 12.º lugar.
O Benfica entrou em campo com o Hexacampeonato já garantido. Não haverá, no final da época, assim tantas exibições memoráveis em que uma equipa com o título no bolso decida não puxar o ‘travão de mão’ e jogar com tanta fome de vencer. Nesta consistência mental, explica-se a principal força das águias. A exibição na Luz, na vitória categórica (3-1) no dérbi diante do Sporting, é mais um dos vários triunfos que pode ser usado para explicar a superioridade encarnada nesta época, reinando com mão de ferro no futebol feminino nacional.
Contra o Sporting há, acima de tudo, uma primeira parte dominante e repleta de méritos táticos. Estrategicamente, as águias asfixiaram desde cedo com uma dinâmica de corredor direito muito bem oleada. Mais coletiva foi a forma como o Benfica conseguiu criar perigo pelas características individuais das suas jogadoras: Nycole Raysla aparecia colada à linha para dar largura e esticar a defesa leonina, o que permitiu a Lund, a partir da posição de lateral, assumir um jogo muito mais interior para criar superioridade. A atuar a ponta de lança, Diana Silva foi essencial neste processo: procurou incessantemente a profundidade, mas deu-se muito ao jogo associativo e apoiado das encarnadas, servindo de farol ofensivo. A partir daí, não foi preciso muito para surgir o primeiro momento de êxtase, com Lund a assinar um remate fortíssimo de fora da área que não deu hipóteses e inaugurou o marcador.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Em primeiro lugar, importa destacar a inteligência encarnada no miolo ainda na etapa inicial. Pauleta foi a peça-chave logo na primeira parte. Assinou uma exibição magistral e, com ou sem bola, foi o metrónomo da equipa. Dotada de uma classe invulgar, facilitou sempre o jogo às companheiras, descobrindo as melhores linhas de passe e variando o centro de jogo para retirar oxigénio à resistência leonina.
É certo que o Sporting procurou reagir e revelou-se de uma eficácia tremenda. A figura a causar mais dano do lado leonino foi Telma Encarnação. As encarnadas sabiam bem que, dali, podia sair um golo a qualquer momento devido ao seu enorme poderio físico e invulgar faro de golo. No entanto, o embate esbarrou na solidez de uma muralha: as defesas centrais do Benfica estiveram impecáveis a conter a esmagadora maioria das investidas. Foi apenas numa toada pragmática que as visitantes conseguiram gelar momentaneamente as bancadas da Luz, chegando ao 1-1 por intermédio de Mackenzie Cherry.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Ainda assim, importa também destacar a forma como a resposta das campeãs foi cirúrgica. Em cima do descanso, a inevitável Carole Costa não tremeu da marca de grande penalidade e devolveu a vantagem. Por muito que sejam assinaláveis todas as mais-valias de uma defesa central, Carole Costa cimentou aqui o seu estatuto quase surreal: mantém-se como a melhor marcadora da equipa e do campeonato, um registo raríssimo para quem atua no coração da defesa.
Na segunda parte, o Sporting subiu as linhas, atreveu-se mais e melhorou. Contudo, a maturidade tática superior do Benfica soube gerir as incidências, continuando a ferir com a velocidade de Nycole e Lúcia Alves nos corredores. O golpe de misericórdia surgiu já aos 89 minutos. Chandra Davidson aproveitou uma descoordenação na retaguarda do Sporting para fixar o 3-1 final. Só foram precisos mais uns minutos antes de se confirmar a festa completa na Luz, provando que esta equipa recusa a inibição e abraça o jogo como verdadeiras ‘Inspiradoras’.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: Vimos o Benfica explorar muito os corredores, principalmente através de Nycole, encostada mais à linha, e Lund, num jogo mais interior. Eu pergunto o que é que pretendia com estas combinações.
Ivan Baptista: Acima de tudo, como eu referi na antevisão, o Sporting tem dinâmicas diferentes daquelas que encontramos na primeira vez que jogamos contra elas. Têm sido uma equipa, essencialmente, em 4-4-2. A verdade é que hoje apresentaram, aqui de início, uma cara ligeiramente diferente desse 4-4-2 que têm habitualmente apresentado e nesse 4-4-2 losangulo, clássico, muitas vezes sabíamos que os espaços estavam por fora e foi muito por aí, nós encaramos isto a tentar interpretar os espaços conforme aquilo que o jogo nos dizia, mas na preparação para este jogo tentamos prepará-las para que os espaços estivessem fora. Naturalmente com a qualidade que temos pelas nossas laterais, pelas nossas aulas em desequilíbrio, em capacidade até de idade física de preencher todo o corredor. Sabíamos que podíamos criar muitos muitos problemas por aí. Verdade que o Sporting entra no 4-2-3-1 e pareceu depois com algumas dinâmicas que faziam com que as jogadoras não estivessem muito estáticas e isso sim tivemos que fazer um ajuste ao intervalo que nos permitisse ter um bocadinho mais de estabilidade à frente da linha defensiva e, mas acima de tudo, o plano seria esse. A verdade é que depois as jogadores acabaram por encontrar espaços por dentro, espaços por fora e mérito total daquilo que foi a capacidade de leitura de jogo delas.
Bola na rede:O Sporting teve algumas dificuldades na saída de bola, principalmente na primeira parte. Pergunto-lhe: o que é que se alterou na segunda parte para ter havido melhorias, principalmente a sair a jogar?
Micael Sequeira: Sim, acima de tudo passou aquela fase de nervosismo de que falei. É natural para uma equipa jovem, com jogadoras que, em alguns casos, jogaram pela primeira vez neste ambiente com a camisola do Sporting. Isso pesou muito e notou-se bastante nos primeiros 20 minutos, em que tivemos pouca estabilidade com bola. Havia jogadoras com dificuldade em assumir o jogo, o que se fez sentir. Ao intervalo, procurei tranquilizar a equipa e libertar as jogadoras, pedindo-lhes que desfrutassem do momento de jogar neste ambiente. Importava aproveitar este palco para jogar com alegria e motivação, permitindo-lhes crescer a nível individual e coletivo. E acho que foi isso que aconteceu. A equipa estabilizou na segunda parte, as jogadoras libertaram-se, começaram a ter mais bola e deixaram de a perder com tanta facilidade, conseguindo articular melhor o jogo. Naturalmente, faltou-nos qualidade nos últimos 10 a 15 metros; não conseguíamos lá chegar para decidir com critério e criar situações de golo. Mas fica, acima de tudo, a boa imagem que as jogadoras deixaram. Deram tudo, tiveram atitude e sinto-me orgulhoso, porque elas queriam muito ganhar. Sabíamos que hoje seria muito difícil, porque do outro lado estava uma equipa super motivada que já conquistou o título. Portanto, foi um ambiente complicado, mas as jogadoras entregaram-se e procuraram disputar o jogo.
Cristiano Ronaldo publicou uma curta mensagem depois da derrota do Al Nassr. Equipa de CR7 voltou a perder quase quatro meses depois.
Desde 12 de janeiro que o Al Nassr só sabia o que era vencer, até esta noite ter sido derrotado pelo Al Qadsiah por 3-1. Nas redes sociais, Cristiano Ronaldo escreveu uma curta mensagem.
«Uma missão. Continuamos a trabalhar. JUNTOS», escreveu o avançado português, que, desta feita, não marcou qualquer golo na partida.
Recorde-se que, com esta derrota, o Al Nassr vê o Al Hilal passar, também, a depender apenas de si para ser campeão. As duas equipas têm ainda marcado um confronto direto nesta temporada.
O Flamengo viu fugir a quinta vitória consecutiva no Brasileirão. Equipa de Leonardo Jardim viu o Vasco da Gama empatar no Maracanã.
Foi com o Maracanã ao rubro em mais um dérbi carioca que o Flamengo viu fugir a vitória diante doo Vasco da Gama na 14.ª jornada do Brasileirão. Equipa de Leonardo Jardim e rival da cidade empataram por 2-2
Pedro (8′) aplicou a lei do ex e Jorginho (60′) dobrou a vantagem de grande penalidade. Robert Renan (84′) reduziu, com assistência do português Nuno Moreira, titular nos vascaínos, e Hugo Moura (90+7′) empatou o jogo.
Com este resultado, o Flamengo chega aos 27 pontos e mantém em seis pontos, e um jogo em atraso, a distância para o Palmeiras de Abel Ferreira, que empatou nesta jornada. O Vasco da Gama tem 17 pontos no 12.º lugar do Brasileirão.
Na 34.ª jornada da La Liga, o Real Madrid bateu o Espanyol por 2-0, com dois golos apontados por Vinícius Júnior.
O Real Madrid venceu por 2-0 na visita ao Espanyol, num encontro relativo à 34.ª jornada da La Liga. Desta forma, os merengues regressam aos triunfos na competição, depois do empate diante do Real Bétis.
O emblema catalão esteve perto de ser reduzido a 10 aos 25′, num cartão vermelho a Omar El Hilali que acabou por ser revertido pelo VAR. Já na segunda parte, Vinícius Júnior esteve em grande destaque com um bis (55′, 66′) que decidiu o encontro.
Com este resultado, o Real Madrid garantiu o segundo lugar da La Liga com 77 pontos e o Espanyol manteve o 13.º lugar com 39 pontos.
O Lyon de Paulo Fonseca está num grande momento de forma. Triunfo sobre o Rennes permite chegar à quarta vitória consecutiva.
O Lyon de Paulo Fonseca venceu o Rennes por 4-2 na 32.ª jornada da Ligue 1. Clube orientado pelo português, nomeado a treinador do ano na Ligue 1, fez Afonso Moreira alinhar de início e chegou aos quatro triunfos consecutivos na prova.
Mousa Al-Tamari (6′) ainda assustou, mas Roman Yaremchuk (37′) e Corentin Tolisso (42′) deram a volta. Esteban Lepaul (48′) ainda empatou, mas Afonso Moreira (52′) e Endrick (75′) confirmaram a vitória do conjunto da casa.
Com esta vitória, o Lyon sobe ao terceiro lugar da Ligue 1 com 60 pontos e entra na zona de acesso direto à Champions League, aproveitando o empate do Lille. O Rennes é quinto com 56 pontos.