Jogadores que Admiro #13 – Diego Maradona

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jogadoresqueadmiro

“Si yo fuera Maradona

Viviria como el

Si yo fuera Maradona

Frente a cualquier porteria

Si yo fuera Maradona

Nunca m’equivocaria”

 

Diego Armando Maradona nasceu na Argentina, em 1960. Nascia, então, um dos maiores génios do futebol, um nome que ficará para sempre na história desta modalidade. Tudo o que este texto referir sobre este jogador será pouco.

Maradona era classe, Maradona era magia. Tratava a bola como se ela fosse a sua melhor amiga. Com aqueles pés, conquistou títulos, fez maravilhas com a bola, fintou muitos jogadores e deixou muitos adeptos admirados.

A história deste astro começa na Bombonera, esse mítico estádio da Argentina. Carregando o Boca Juniors à conquista do título, não tardou que o chamassem para o velho continente. Quem abriu as portas para jogar na Europa foi o Barcelona. O clube catalão via o rival Real Madrid ser a força dominante, mas nem com El Pibe foi capaz de acabar com a hegemonia dos blancos.     Na memória, ficará um grande golo que pôs o Santiago Bernabéu a aplaudir o craque.

Em Itália, Maradona viveu grandes momentos.
Em Itália, Maradona viveu grandes momentos

Seria em Itália que D10s alcançaria um lugar ao pé dos Deuses. O San Paolo vibrava com o argentino, idolatrava-o, e ele levou o Nápoles aos seus anos de glória. Dois campeonatos, uma Taça Uefa e muita magia espalhada pelos relvados. Seria também em Itália que começariam os problemas com as drogas. O dopping começara a tomar conta da carreira do astro e levou-o à saída do clube italiano.

A partir daqui, a sua carreira começou a cair a pique. Passou por Sevilha, Newell´s Old Boys, Boca Juniores. Retirou-se dos relvados e preparou-se para enfrentar o seu maior rival, a droga. No jogo da vida, conseguiu vencer, e voltou ao mundo do futebol como comentador e, mais tarde, como treinador. Célebre ficará a frase que disse quando estava no comando da Argentina: “que la ch*pen e que la sigan ch*pando”.

O ponto alto da carreira de Maradona é o Mundial de 1986. Falar de Maradona e não falar deste Mundial é impossível. Aí, Maradona passeou toda a sua qualidade nos relvados do México, levando a Argentina à conquista do Mundial e marcando dois golos que vão ficar para sempre na história do futebol.

Nos quartos-de-final, a Argentina enfrentava a Inglaterra. Mau alívio por parte da defesa inglesa e Maradona adiantou-se ao guarda-redes e, com a mão, marca. Afirmou ter sido obra de Deus e assim ficou como “la mano de Dios”. O segundo golo seria um momento mágico no futebol. Maradona pegou na bola, a meio-campo, livrou-se de dois jogadores, fintou outro, passou por outro, entrou na pequena área, desviou-se do guarda-redes e, pressionado por um defesa, marcou aquele que seria o melhor golo do século.

Um jogador que alcançou a imortalidade, uma figura controversa. Dos lances de génio às polémicas com o dopping, dos títulos conquistados às frases polémicas. Mas Maradona é assim mesmo, polémico, génio dentro de campo, foi ao céu, desceu ao inferno, mas alcançou um lugar na história.

André Conde
André Condehttp://www.bolanarede.pt
O André apoia o Benfica, mas, acima de tudo, gosta de comentar o futebol em geral. Adora assistir às primeiras pré-eliminatórias das provas europeias e é fã do Stoke City.                                                                                                                                                 O André não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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