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O Passado Também Chuta: A final das finais do Euro

TOP 5 DAS FINAIS DE CAMPEONATOS DA EUROPA

O Campeonato de Europa de Seleções não chega à vintena, por isso seria demasiado pretensioso ir além das que marcaram época ao estar associadas a revelações ou mudanças de rumo radicais.

5.º – Final de 2004. Foi uma final de triste memória para Portugal. A seleção portuguesa estava recheada de craques mundiais e jogava em casa, concretamente no Inferno da Luz. No entanto, apareceu uma Grécia vinda do nada futebolístico que derrotou a seleção que somava todos os favoritismos. A excelência futebolística representada por Luís Figo, Deco ou Rui Costa encalhou perante uma equipa dura. Portugal perdeu por 1-0.

4.º – Final de 1988. A União Soviética apareceu mais uma vez numa final do Europeu de Seleções. No entanto, tropeçou com a Holanda de Marco Van Basten. Holanda ganhou 2-0. Para além de ser uma seleção de talentos, o seu futebol foi de excelência.

3.º – Final de 1992. Foi o campeonato nórdico. Disputou-se na Suécia e saiu vencedora uma seleção que não entrava nos pronósticos: a Dinamarca. Derrotou a poderosa Alemanha por 2-0. O futebol dinamarquês maravilhou os amantes do futebol.

2.º – Final de 1960. Esta final tem, além de ser a primeira, o valor simbólico da aparição da União Soviética no panorama internacional. Numa final disputadíssima a União Soviética venceu a Jugoslávia por 2-1 no prolongamento. O mundo do futebol deslumbrou-se com o Aranha Negra.

1.º – Final de 2008. Defrontaram-se Espanha e Alemanha. Esta final marcou uma nova forma de jogar de Espanha e foi onde o treinador Luís Aragonês mostrou todo o seu talento e toda a sua criatividade. Fernando Torres marcou o golo solitário da vitória.

Esperemos que o Portugal-França que se viverá hoje entre, no próximo Campeonato, para o 1.º lugar do TOP.

Poeta de profissão, José simpatiza com o Oriental e com o Sangalhos.                                                                                                                                                 O José não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Poeta de profissão, José simpatiza com o Oriental e com o Sangalhos.                                                                                                                                                 O José não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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