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Com a NBA em tempo de Free Agency, ainda restam jogadores bastante apetecíveis, quer para quem está a lutar pelo título, quer para quem quer desenvolver jovens promissores.

Os grandes nomes do mercado já têm destino definido, só que o fator diferenciador de uma equipa nem sempre reside nas superestrelas – há veteranos dispostos a vir do banco ou simplesmente a aquecê-lo; há jogadores que estão desvalorizados por lesões recentes; há jovens que precisam de encontrar uma casa mais acolhedora. Há de tudo. 

As equipas que se despacham enquanto ainda há talento disponível.

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Gustavo é um sujeito moderadamente eloquente, só que no que toca ao desporto é inevitável mandar um bom bitaite. Jogou futsal federado e uma vez foi expulso porque cortou a bola com a mão em cima da linha de golo. O guarda-redes defendeu o penálti: um motivo para celebrar, não fosse o facto da equipa estar a perder 6-1. Para ele a mística de uma equipa é essencial, daí ser um fervoroso adepto do FC Porto e dos Boston Celtics. Consegue, orgulhosamente, ter conversas bem nerds sobre basquetebol. Tenta dar uns toques no humor, mas sem comprometimentos.                                                                                                                                                 O Gustavo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.