
Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google


Lançado tardiamente (em final de Março), muito por culpa do novo motor de jogo, muitos fãs de CM continuaram a jogar a versão anterior, atualizada com patches que iam saindo na comunidade online regularmente (Obrigado, CM Portugal). Apesar de já não existir Tó Madeira ou os “manos” Paralta, ainda assim o jogo foi “bondoso” com o futebol português, mostrando várias promessas lusitanas, algumas com apenas 13 anos.
Vamos então dar uma vista de olhos a um onze recheado de estrelas do CM 4.Guarda-Redes:

Isaksson – Após uma passagem por Turim, ao serviço da Juventus FC, o guardião estava de novo no seu país, ao serviço do Djurgarden IF. Com 22 anos, era um das maiores promessas do jogo e uma segurança nas balizas dos jogadores que o compravam. Na realidade, Andreas Isaksson foi uma das referências suecas nas últimas duas décadas, com 133 internacionalizações e com um currículo com passagens por Stade Rennais FC (contratado para substituir Petr Cech), Manchester City FC e PSV Eindhoven. Actualmente, o guardião de 35 anos regressou ao Djurgarden, onde continua a ser titular no atual 2.º classificado da liga sueca.
Lateral Direito:

McNaughton – O lateral escocês era uma das enormes promessas do jogo, sendo ainda hoje um dos nomes sempre associados à saga. Formado no Aberdeen FC, o britânico era a primeira opção para reforçar o lado direito de qualquer defesa. No mundo real, McNaughton fez carreira no Cardiff City FC, onde ganhou a alcunha de Super Kev. Na temporada transacta alinhou no seu país, ao serviço do Inverness Caledonian Thistle FC.

Mexès – Mais um jogador cujo potencial se confirmou na realidade. Então ao serviço do AJ Auxerroise (Auxerre), o jovem central de 20 anos já era um portento de força e com um jogo de cabeça impressionante, fazendo uma temível parelha defensiva com Boumsong. Na realidade, Philippe Mexès teve apenas três clubes na sua carreira, fazendo história na Serie A, ao serviço da AS Roma e do AC Milan.
Defesa Central:

Burdisso – Outro jogador que, na vida real, passou muito da sua carreira na Serie A. O então central de 21 anos era, provavelmente o melhor central (em termos de potencial do jogo), com dezenas de clube interessados na sua contratação. Era um central perfeito, na senda de outro central que já pontificava na liga italiana, Walter Samuel. Após sair do CA Boca Juniors, Nicolás Burdisso juntou-se ao FC Internazionale Milano, onde venceu vários campeonatos. Partiu para a AS Roma, onde foi colega de Mexès, na temporada em que Mourinho venceu a Liga dos Campeões (09/10). Ainda joga em Itália, ao serviço do Torino FC.
Lateral Esquerdo:

Zonneveld – Não cumpriu o destino que lhe auguravam. O lateral do NEC tinha lugar em qualquer equipa do jogo, sendo também garantia de várias assistências por época. O seu destino era, regularmente, a Premier League e o Manchester United FC, onde Sir Alex Fergunson via em Mike Zenneveld um upgrade ao mais novo dos irmãos Neville, Phil. Contudo, a realidade não foi tão simpática para com o lateral holandês; saiu em 2004 para o NAC Breda e, em 2007, assinou pelo PSV Eindhoven (foi parceiro de Isaksson em 08/09), onde esteve dois anos, mas onde apenas foi aposta no primeiro, devido à contracção de Erik Pieters pelos gigantes holandeses.Médio Defensivo:

Källström – Tinha ficado no nosso banco de suplentes na edição anterior e, como tal, merece o reconhecimento nesta edição. O teenager sueco (19 anos), tinha saído do BK Hacken e rumado ao Djurgarden IF, onde era colega do nosso guardião, Isaksson. Tinha descido no terreno, passando de médio ofensivo para defensivo, mas jogava em qualquer posição de meio campo; continuando a marcar golos e a fazer assistências em catadupa. Curiosamente, e na realidade, a dupla acabou por vencer a liga sueca em 2003 e Kim Källstrom rumou a França, ao Stade Rennais FC. No ano seguinte, e após marcarem presença no Euro 2004, Isaksson fez-lhe companhia no clube gaulês.

Diego – Provavelmente, o lugar mais difícil de preencher nesta edição. Entre Tiago (SL Benfica) e Mikel Arteta (Rangers FC) e a jovem promessa do Santos FC, a escolha foi difícil. Resolvemos colocar Diego, na altura com 18 anos no onze, pelo potencial que tinha então. O jovem era um wonderkid em potência e uma compra essencial para qualquer clube, uma vez que passadas algumas épocas o criativo brasileiro era dos melhores jogadores deste CM. Na realidade, a carreira de Diego é bem conhecida. Com uma primeira experiência menos positiva na Europa ao serviço do FC Porto, o brasileiro passou ainda pelo SV Werder Bremen, Juventus FC, Vfl Wolfsburg, Club Atlético Madrid e Fenerbahce SK, antes de regressar ao Brasil, para jogar no CR Flamengo.
Extremo Direito:

Paím – “Se acham que sou bom, esperem até ver Fábio Paím”. A frase é de Cristiano Ronaldo, mas podia ser de qualquer jogador que no início de 2003 pegasse no Sporting CP e comparasse as duas estrelas de Alcochete. Então nos iniciados dos leões, o extremo de 13 anos (sim, treze anos), já listava no CM como um dos maiores talentos a seguir. Tal como Diego, era compra obrigatória para garantir o sucesso do nosso clube ao longo dos anos. A história de vida de Paím, infelizmente, não foi o que se esperava, e um dos maiores talentos do mundo do futebol acabou por nunca se confirmar. Hoje, com 29 anos, e após passagens pelas reservas do Chelsea FC e por lugares “exóticos” como Angola, Catar, China, Malta, Lituânia e Luxemburgo, Paím joga no Brasil, ao serviço do Paraíba do Sul SC, clube do Estado do Rio de Janeiro.
Extremo Esquerdo:

Quaresma – Mais um jogador com o selo de qualidade de Alcochete. Ricardo Quaresma já se tornava dos melhores jogadores portugueses da edição de 01/02 contudo, em 02/03 as stats do extremo foram revistas em alta, tornando o Mustang num dos melhores jogadores jovens do jogo, tendo o estatuto de wonderkid. Na realidade, e após ter sido campeão em 01/02, Quaresma cumpriu mais uma época em Alvalade e rumou à Catalunha, para representar o FC Barcelona. Regressou a Portugal para representar o “seu” FC Porto. No seu longo currículo tem ainda passagens pelo FC Internazionale Milano, Chelsea FC, Ah Ahli Club e Besiktas JK, clube que ainda representa. Conta ainda com mais de 70 jogos pela selecção das quinas.

Kaká – Outro jogador que deixámos fora da lista na edição anterior, mas que tinha que fazer parte desta. A promessa brasileira já tinha passado a certeza, tendo feito parte da selecção que venceu o Mundial de 2002 (jogou 30 minutos na goleada frente à Costa Rica). Ainda no São Paulo FC, Kaká era, porventura, o melhor jogador jovem do jogo. Fazia qualquer posição central do ataque, jogando bem no lugar que temos ocupado por Diego, no apoio ao ponta de lança ou mesmo como goleador. Melhor jogador do Mundo em 2007, Ricardo Izecson dos Santos Leite é uma referência do Futebol, dispensando qualquer tipo de apresentações.

Mantorras – Havia muitas outras possíveis escolhas, e algumas bastante conhecidas: Rooney, Tevez, Purovic e Pongolle, ou até uma que deixaremos para outras edições (sim, vamos voltar!); mas achámos que Mantorras seria uma escolha correcta, tanto pelo potencial que tinha como pelo infortúnio que teve na realidade. A jovem promessa da Luz era um dos melhores avançados do jogo, e também dos mais completos. Finalização, força, remates de longe, velocidade, drible, Pedro Mantorras tinha tudo para ser uma referência mundial. Porém, o joelho direito do avançado começou aos poucos a ganhar ao seu talento e era mais o tempo que Mantorras passava na enfermaria do que em campo. Ainda assim, marcou alguns golos decisivos ao longo da temporada de 04/05, no regresso dos encarnados aos títulos.
Hélton (UD Leiria), era já um dos bons valores do campeonato português na sua primeira época em Portugal; Na defesa, Ibrahim Said (que já era um talento no CM 01/02) continuava bom e barato ao serviço do Al Ahly SC, no meio campo, e para lá de Tiago (SL Benfica) e Mikel Arteta (Rangers FC), podemos colocar Alex Farnerud, irmão de Pontus Farnerud, sueco que passou despercebido pelo Sporting CP e que, na altura jogava no Landskrona BI. No ataque, e depois de Cherno Samba, o Millwall FC voltava a ter mais uma promessa ofensiva, desta vez com Moses Ashikodi.













