Apesar de nunca ter tido o misticismo do seu antecessor, o Championship Manager (CM) 4 marcou o início de uma nova era na saga, introduzindo ao mundo um motor de jogo com as “caricas” sobre o relvado, e garantindo um recorde de vendas em alguns países. Para quem nasceu nos anos 80, era um regresso à infância, e aos jogos feitos com caricas da Sucol, UCAL, Fanta ou Joy, onde a bola era um “guelas” e as balizas, muitas vezes, eram cassetes de vídeo forradas com as capas que vinham na TV Guia; ou então aos campeonatos de Subbuteo e de Pro Action Football que se faziam no chão da sala lá de casa.
Fonte: My Abandonware
Lançado tardiamente (em final de Março), muito por culpa do novo motor de jogo, muitos fãs de CM continuaram a jogar a versão anterior, atualizada com patches que iam saindo na comunidade online regularmente (Obrigado, CM Portugal). Apesar de já não existir Tó Madeira ou os “manos” Paralta, ainda assim o jogo foi “bondoso” com o futebol português, mostrando várias promessas lusitanas, algumas com apenas 13 anos.
Vamos então dar uma vista de olhos a um onze recheado de estrelas do CM 4.
Para Vítor, os domingos da sua infância eram passados no velhinho Alvalade, com jogos das camadas jovens de manhã, modalidades na nave e futebol sénior ao final da tarde.
Rui Borges analisou o duelo entre o Sporting e o Casa Pia ganho pelos leões por 3-0. Técnico respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Álvaro Pacheco analisou o duelo entre o Sporting e o Casa Pia ganho pelos leões por 3-0. Técnico respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Foram lances isolados em que o Sporting explorou falhas nossas. Foi uma boa evolução da equipa ao longo do jogo. Sabemos a grandeza do Sporting. Estamos a habituar-nos às ideias do Álvaro, esta foi a primeira semana com ele, mas já tentámos colocar algumas ideias em prática. Ele quer que levemos a paixão para dentro de campo e por isso buscámos o resultado, com vontade e determinação. Acho que vão haver grandes coisas esta época.