SL Benfica, põe os olhos no Real Madrid

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NESTA SEMANA, O NOSSO CRONISTA VIP JOÃO PEDRO ÓCA ESCREVE SOBRE O JOGO DA CHAMPIONS ENTRE O AFC AJAX E O SL BENFICA

Escrevo esta crónica ainda com o Real Madrid-PSG na cabeça e já com os olhos no AFC Ajax x SL Benfica. O jogo no Santiago Bernabéu foi um dos mais empolgantes a que assisti num estádio de futebol e aquilo que mais impressionou foi a alma de uma equipa que, tendo menos qualidade individual do que o adversário, o conseguiu superar na motivação, na garra e na humildade e, assim, virar o jogo e a eliminatória a seu favor de uma forma absolutamente impressionante. O Real Madrid foi muito melhor, sobretudo, na mentalidade.

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Diziam-me, em Madrid, que o que aconteceu naquele jogo “não se explica, sente-se”, que foi fruto de uma histórica e sobrenatural ligação entre o clube, os adeptos e a melhor competição de clubes do Mundo: a Champions. Depois de assistir a tudo isso ‘por dentro’, percebo o que me queriam dizer. É a mística, a crença.

No futebol, acreditem, isso também joga. Tudo funcionou na perfeição, mesmo contra um Kylian Mbappé fenomenal,  mesmo contra um plantel recheado de talento e de experiência, mas com muita falta de ‘ganas’, para usar uma expressão bem espanhola. Ganhou quem quis mais. Felizmente, é quase sempre assim. É também assim que faço a ligação desse duelo ao jogo do Benfica, em Amesterdão, na 2.ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Os encarnados não são favoritos, não vão ter o público a seu favor, mas podem ganhar vantagem noutros aspetos, como a confiança, a valentia, o crer e a ambição. Não se pense que estas são apenas palavras vazias, mas, sim, que são fatores que podem e devem mesmo entrar em campo. O Real Madrid e o PSG que o digam. E se o Benfica se agarrar a isso estará mais perto de derrubar o favorito Ajax.

A fórmula que a equipa usou no Estádio da Luz funcionou da melhor da maneira e, acima de tudo, fez cair vários mitos. Foi, sem dúvida, o melhor jogo do Benfica na era Nélson Veríssimo e logo contra o adversário, na teoria, mais forte que apanhou pela frente nesse período. Foi uma amostra de que se os jogadores meterem na cabeça que conseguem passar, conseguem mesmo.

Redação BnR
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