Marco Silva não gostou da arbitragem do encontro do Fulham frente ao Crystal Palace, que terminou com um empate a um golo na Premier League.
Marco Silva reagiu ao empate do Fulham frente ao Crystal Palace na Premier League. A equipa orientada pelo treinador português sofreu o golo numa altura em que estava reduzida a dez jogadores, por Jorge Cuenca ter sido assistido, e o momento acabou por gerar irritação a Marco Silva:
«A decepção é porque sentimos que merecíamos mais, pois jogamos melhor e fomos a equipa que criou mais oportunidades. Sofremos um golo no momento em que estávamos a controlar bem o jogo, um momento em que não deveríamos estar a jogar com dez homens. Não podemos continuar a tirar jogadores do campo porque eles caem. Se, em alguns momentos, devido ao jogo ser muito físico, sentimos uma mão no rosto, é normal cairmos. Reclamamos do rosto, mas não é uma lesão na cabeça. Algo grave ou que exija cuidado, não se pode continuar a colocar dez homens em campo. Não há motivo para ficarmos com dez homens e os árbitros têm de perceber isso. Não se trata apenas de nós. Estamos a ver muito mais e não há motivo para isso. As equipas devem jogar 11 contra 11… Se for grave, concordo plenamente com esses momentos, mas não há motivo para ficarmos com dez», afirmou o técnico português.
Ainda assim, Marco Silva deixou reparos à prestação do Fulham no encontro:
«É claro que devíamos ter sido mais maduros naquele momento para controlar bem a situação após o lançamento lateral. Perdemos um duelo e eles marcaram a partir daquele momento. Não é a regra que deve mudar. Acho que os árbitros devem gerir o jogo de uma forma completamente diferente. A equipa reagiu bem. O golo aumentou a confiança do Crystal Palace e, depois disso, eles tiveram alguns momentos perigosos. A reação na segunda parte foi boa, mesmo antes do golo… Tom Cairney também teve um impacto enorme. No geral, os jogadores mereciam muito mais do jogo em termos de pontos, mas a reação, a atitude, o empenho e a ambição de lutar por um resultado melhor foram bons da nossa parte.»

