Diego Simeone já reagiu à derrota do Atlético Madrid frente ao Arsenal e consequente eliminação nas meias-finais da Champions League.
Diego Simeone falou à imprensa após o Atlético Madrid perder com o Arsenal por 1-0 na segunda mão e sair eliminado nas meias-finais da Champions League. No final do encontro, em declarações citadas pelo AS, o técnico dos colchoneros analisou o desfecho da partida:
«Hoje, na primeira parte, melhorámos na defesa, mas não fomos muito eficazes no ataque; na segunda parte, melhorámos, tivemos algumas oportunidades que podiam ter sido decisivas, mas não o foram, e chegámos a um ponto que ninguém imaginava».
«E conseguimos competir contra uma equipa com uma força incrível e, com as nossas armas, lutámos até onde fomos capazes. Agradeço ao nosso público, aos nossos jogadores e sinto-me orgulhoso de estar onde estou. Disse na pré-temporada, no estádio, que íamos competir e cumprimos a promessa. Infelizmente, não ganhámos nada, é verdade, mas chegámos a lugares onde não é fácil chegar», prosseguiu.
Diego Simeone diz que sente tranquilidade:
«Se fomos eliminados, é porque o adversário mereceu passar. Foi decisivo na primeira parte e mereceu avançar. Mas o que sinto é tranquilidade, paz; a equipa deu tudo o que tinha. No primeiro jogo, podíamos ter vencido na segunda parte, mas não fomos tão decisivos quanto a partida exigia».
Diego Simeone fala sobre a arbitragem:
«Não vou ficar a insistir numa situação tão óbvia e simples como a jogada envolvendo o Griezmann. É muito evidente e compreendemos que tinha sido falta do Pubill sobre um jogador deles. Achamos que ele tinha acertado nessa situação. Não vou insistir nisso, porque seria uma forma de nos desculparmos e não quero desculpar-me de nada».
Diego Simeone dirigiu ainda palavras ao plantel e a Antoine Griezmann:
«Agradeço imenso. Enfrentámos o Barcelona nos quartos de final e, incrivelmente, o Arsenal nas meias-finais. E isso deve-se ao esforço deles. Quanto ao Antoine, espero que a nossa gente lhe retribua o carisma que ele conquistou nestes últimos jogos. O que o Koke fez foi incrível, uma lição de como se joga à bola com a idade que ele tem. E grato ao treinador. Quando os jogadores dão tudo, se entregam e competem, queremos ganhar, mas não chega».

