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Arsenal elimina Atlético Madrid e vai à final da Champions League

Diogo Lagos Reis · 1 min

Bukayo Saka Arsenal
Foto: Champions League

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O Arsenal é o primeiro finalista da Champions League 2025/26. Gunners venceram o Atlético Madrid por 1-0 e seguiram em frente.

O Arsenal tem presença garantida na final da Champions League. Na sequência do empate a uma bola em Madrid, os Gunners venceram em casa o Atlético Madrid por uma bola a zero na segunda mão das meias-finais da respetiva competição.

Muito perto do intervalo, Bukayo Saka marcou o único golo da partida, aos 44 minutos. Não houve mais golos no jogo e o resultado terminou 1-0 para o Arsenal, que afastou o Atlético Madrid nas meias-finais e vai assim disputar a final da Champions League.

O Arsenal espera agora pelo vencedor da eliminatória entre o Bayern Munique e o PSG: parisienses levam vantagem de um golo, após ganharem por 5-4 na primeira mão. A final será disputada em Budapeste.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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